Processo de coaching … furada ou trabalho sério? (Sim, o texto pode ser polêmico)

Eu havia dito para mim mesma que, tão cedo, não escreveria mais sobre coaching. Por que? Por causa da triste (para não dizer vergonhosa) banalização do método. Nos últimos dias sucessivas pessoas vieram conversar comigo sobre o que de fato é coaching e se serve para algo ou não. De tantas perguntas respondidas, pensei que valia a pena um artigo de esclarecimento. Antes de continuar, gostaria apenas de dizer que estudo coaching desde 2002 e trabalho com a técnica desde então, em diferentes ambientes, contando com diferentes estudos para suportar minha atuação.

Coaching não é algo novo. Na história recente, temos o termo no mundo dos esportes onde coach significa treinador. Treinador é um profissional que instrui e orienta atletas sobre técnicas e estratégias no referido esporte.

No mundo dos negócios, passou a ser encontrado a partir da metade do século XX. Inicialmente ligado a recuperação de desempenho (sim, você estar em um processo de coaching não era por um bom motivo na época). Com os resultados positivos alcançados com quem precisava recuperar performance, alguém pensou “e se usássemos isso com quem não é problema? ” E aí o coaching passou a ser utilizado como processo de melhoria e não de correção, onde temos hoje o coaching sendo um processo focado de melhoria acelerada, que extrai o melhor da pessoa. (Fonte: Morgam, Harkins & Goldsmith. The Art and Practice of Leadership Coaching, 2004).

Em tempo, sempre válido esclarecer: coach é o profissional que conduz o processo, coaching é o processo e coachee é o cliente do processo.

Vamos lá … o que não é coaching (pelo menos falando em processos sérios): palestra, autoajuda, um manual de como ter sucesso na vida, uma lista de respostas, simplesmente pensar positivo, exemplo de superação de dificuldades ou de alcance de sucesso, lição de moral, etc (já fica a dica de como escolher o profissional … ).

Processo de coaching começa por ser um processo e não apenas uma intervenção. Lembrando que processo (em linhas gerais) é uma ação continuada, com um início, meio e fim. Coaching é construção, ou seja, o foco está no cliente, não na história do profissional que o está atendendo. Ou seja, não é para fazer o cliente ficar igual ao coach. Ou fazer o cliente ficar igual a algum modelo arbitrariamente escolhido pelo profissional.

Coaching não se aplica para tratar emoções, situações passadas ou traumas, isso é do campo da terapia (vale procurar um bom psicólogo). Pois coaching não é terapia (mesmo que possa ser aplicado por profissional da psicologia). Também não é hipnose e reprogramação mental (mesmo que algumas ideias sejam mesmo mudadas), estes são outros métodos.

Coaching foca nas possibilidades presentes e futura. É totalmente direcionado a ação e tem um objetivo claro, definido e contratado no início do processo. O que determina o fim do processo é chegar neste objetivo e não um número “mágico” de sessões. Ainda: “Coaching destrava os potenciais da pessoa para maximizar seu crescimento” … frase não é minha é de John Whitmore (referência em coaching para melhorar desempenho) e é muito verdadeira. Um bom processo de coaching tem as técnicas escolhidas para o seu momento e seu objetivo (ou seja, foco em você, cliente) e não uma lista de ferramentas com ordem definida sem nem mesmo conhecer você e seu objetivo. Também não é simplesmente uma instrução de como desafiar seu meio independente das consequências …. Já vi isso acontecer em situações corporativas onde bons profissionais tiveram orientação de coach que não entendia como o mundo corporativo funciona e acabou prejudicando a imagem de bons profissionais frente a seus grupos. Coaching trabalha a auto responsabilização, ou seja, coloca o cliente no centro e mostra que seus resultados são frutos de suas ações … e por isso também estimula a ação.

Quando se precisa de processo de coaching? Não é porque apareceu um anúncio na sua linha de tempo na rede social, é quando você precisa de um apoio para tirar um objetivo seu do papel ou mesmo poder clarificar objetivo, como, por exemplo, próximos passos de carreira ou empreender. Também serve como apoio para desenvolvimento de liderança, melhoria de algum comportamento no seu trabalho (por exemplo: lidar melhor com pressão, aumentar desempenho, aprender a equilibrar cargas de demandas, posicionar-se melhor, entre outros).

Como escolher um profissional? Bom, minha dica é procure consistência, solides e fuja das receitas mágicas, da série de indicações de livros de autoajuda e do marketing digital. Procure profissionais que trabalhem com comportamento, converse com eles. Se você é do mundo corporativo, busque profissionais que tenham vivido neste mundo, eles terão maior facilidade em entender seus desafios bem como o cenário que você habita. Questione sobre como escolhem as ferramentas para o trabalho, como se formaram, como customizam o processo a sua demanda … você saberá separar se o foco está em você (cliente) ou no dito coach.

Espero que este texto tenho ajudado e eu desejo a você um ótimo desenvolvimento, independente da técnica que você escolher 😉

Cibele Sanches

Cibele - Rumo

Multi Especialista em RH e Especialista em 4ª Revolução Industrial

Desafios em gestão de pessoas e o que a Rumo faz?

Duas perguntas que acabo me deparando: O que a Rumo faz? E como podem atender minha empresa? Quero responder para você!!

Resolve desafios ligados a gestão de pessoas!!

  • Precisa de treinamento para líderes? Temos!
  • Precisa de preparação para cenário de Indústria 4.0? Temos!
  • Precisa de um “RH de aluguel” para conduzir uma atividade especifica para sua empresa? Temos!
  • Precisa construir um projeto em gestão de pessoas e precisa alguém para fazer facilitação e condução do projeto? Temos!
  • Precisa de treinamento para preparar novos gestores nas principais rotinas de gestão de pessoas? Temos!
  • Mentoria para gestores? Temos!
  • Mentoria para profissionais de RH? Temos!
  • Orientação de profissionais em grupo ou individual? Temos
  • Orientação de carreira individual? Temos

Toda empresa tem desafios em relação a gestão de pessoas, deixe a Rumo ajudar a sua.

Por que a Rumo? Entregas baseadas em minha experiência de 20 anos na área em empresas Nacionais e Multinacionais em diferentes segmentos e em ambiente de mudança e transformação.

Treinamentos e workshops in company ou abertos (confira agenda).  Desenho de soluções para sua empresa. Coaching e mentoria com quem estuda o tema desde 2002 e entende o cenário empresarial (e não preparará de forma inconsistente seu profissional).

Quer conhecer mais? Vamos conversar!!! Presencial ou de forma remota.

Quer conhecer mais do meu trabalho e resultados? Visite nosso site e siga nossas redes.

Quer dicas sobre gestão de pessoas, inovação e Indústria 4.0? Entre em nossa lista exclusiva de distribuição no WhatsApp, mande mensagem com nome e empresa para 47 9963-6689 ou use este link.

Desenvolver pessoas e empresas de forma focada e acelerada. Ser conexão para novas soluções é o papel da Rumo, facilitando este processo sendo um apoio para RHs e gestores preocupados com os resultados de suas empresas.

Que problema vamos resolver juntos hoje?

Obrigada e ótima semana,

Cibele Sanches


Logo Rumo Desenvolvimento

É pelo computador?

Confira artigo publicado pela Revista do Coaching Brasil nº 52 (http://revistacoachingbrasil.com.br/)

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“Como assim … é pelo computador?” … Ah, tantas vezes ouvi isso … e tantas vezes ainda ouvirei.
Trabalho com processos formais de coaching remoto há 2 anos, pois processos informais devem fazer mais de 10, quando minha atuação era dentro das empresas. Lembro quando, há mais de 10 anos, falávamos em entrevista por telefone (não era nem por Skype) e isso simplesmente parecia um absurdo. Depois tivemos o acesso melhor a internet e ferramentas de comunicação instantânea que não contavam mais somente com a voz e sim com a imagem. Entramos na era dos e-learning, tanto os ao vivo como os gravados. Temos possibilidade de fazer vídeo conferência de nossos celulares em qualquer lugar que tenha transmissão de dados. Vemos os telejornais com múltiplos apresentadores ao mesmo tempo em diferentes localidades interagindo como se estivessem ao mesmo tempo no mesmo lugar. Temos o presidente da nação com o maior poderio militar do planeta impactando o mundo com até 140 caracteres de sua conta do Twitter. Ou seja, vivemos tempos bem modernos!!! Diante de tudo isso, por que um processo de coaching precisa ser mandatoriamente presencial? Escuto de alguns profissionais que processos a distância são impessoais, frios e que não tem a mesma qualidade … é um ponto interessante … vamos há alguns dados.

Segundo Morgam, Harkins & Goldsmith (2004), no livro “The Art and Practice of Leadership Coaching” eles trazem alguns dados sobre a entrada do coaching no mundo empresarial, inicialmente como instrumento para recuperação de performance (ou seja, só fazia coaching quem estava muito mal na empresa). Com os resultados, foi percebido que com se esta metodologia ajudava quem estava com dificuldades, poderia fazer muito bem para quem tinha boa performance, adquirindo parte do viés que tem hoje, de meio para aperfeiçoamento e não apenas correção. Este movimento veio muito forte nos Estados Unidos, quando os processos eram feitos em um bom número por: telefone. Isso mesmo, através de uma ligação telefônica, e nem era celular, nem tinha viva voz, capaz até de ser telefone de disco. Ironias tecnológicas a parte, a questão é que não é uma ferramenta nova a possibilidade de realizar processos a distância.

Vamos mais longe? Aos que tiveram oportunidade de estudar um pouco sobre Freud, lembrarão que ele trocava correspondências com alguns de seus pacientes e utilizava isso como parte do processo de análise dos mesmos … e isso há 100 anos atrás … imagina o que Freud faria na era do WhatsApp!!! Mais um exemplo? Nos Estados Unidos existe uma plataforma na web, com altos níveis de desempenho e eficácia, para dar suporte a quem tem transtorno de ansiedade e está em momento de crise … além de ser baseada na internet e consequentemente a distância, o atendimento é feito por um robô, não há interação pessoa – pessoa e mesmo assim o processo é muito eficaz.
Estes são só alguns exemplos. Claro que não estar presente fisicamente muda algumas coisas, algumas informações são transmitidas e recebidas de forma diferentes. E nisso é bom lembrar que o ser humano é dotado de mais de um sentindo, quando uma forma de percepção é privada, outras se sobressaem.

Estar remoto (sem imagem) faz com que, naturalmente, se tenha muito mais atenção em tudo que a voz comunica (que não é só a fala). Do lado do coachee, também permite este a se concentrar mais em si mesmo, uma vez que ele não tem “ninguém o olhando”. E sim, eu já recebi este comentário de clientes. Duas outras grandes possibilidades do coaching remoto para o coachee é não ter que gastar tempo e dinheiro em deslocamento, além da flexibilidade de agenda. Pode cuidar do seu desenvolvimento onde quer que esteja, desde que com acesso a um telefone ou computador e que se sinta confortável para fazer uma sessão de coaching.

Vejo também que a modalidade de coaching remoto é mais aceita para alguns tipos de público, como pessoas com perfil mais prático e também que já estejam acostumadas com reuniões e relacionamento a distância. Coaching remoto é apenas uma opção óbvia e natural para este público. Pode ser aplicado a qualquer público, pois a conexão Coach-coachee ocorre pela técnica do Coach, não por estar presencial. O estado de flow ocorre do mesmo jeito … talvez até melhor.

Para quem nunca fez uma sessão de coaching remoto, a percepção de viabilidade e benefício desta modalidade é muito influenciada pela cultura e construção de valores. Para quem já passou por uma experiência, sua opinião é formada pela habilidade e naturalidade que o Coach conduz o processo e faz o coachee chegar a resultados. Podem existir preferencias, mas com certeza, não existem limitações além das próprias do processo de coaching … tem dúvida? Experimente, teste, converse com um colega Coach que trabalhe assim e peça para fazer uma sessão … você se surpreenderá.

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria e atuo com desenvolvimento de pessoas e organizações. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBI en Indústria Avançada (FIESC/SENAI), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

Blog: Clique aqui se quiser ler este artigo no meu LinkedIn

Email: contato@rumocoaching.com.br

O que faço?

Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas e organizações, ajudando a resolver problemas (e quem não tem problemas para resolver, não é?!).  Uso meus mais de 16 anos de experiência com gestão de pessoas em diferentes cenários de empresas como base para minha atuação. Quer saber como posso ajudar dentro do 3Es que comentei no artigo anterior? Vamos lá:

Para as empresas, ofereço, através da Rumo Coaching:

Workshops e treinamentos com temas de gestão de pessoas e liderança, com temáticas variadas e também inspirados em técnicas de coaching em grupo. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

Avaliação de potencial e de perfil, baseados em entrevista comportamental, e ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Avaliação 360º, muito utilizada para desenvolvimento de lideranças e de talentos dentro da empresa, uma vez que trabalha a percepção destes por diferentes pessoas de dentro da organização. Retrata o que o profissional demonstra, ou seja, como sua exposição é percebida pelos outros.

Coaching de carreira, que é um processo de melhoria focado e acelerado para desenvolvimento de competências. Envolve exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Mentoria para desenvolvimento de líderes, acompanhamento próximo e focado em técnicas de gestão de pessoas e liderança, gerando feedbacks precisos e planos de ação adaptados para maior eficácia da gestão. Este é um caso clássico que representa do eixo do exemplo no desenvolvimento.

 

Para profissionais, atuo com as mesmas ofertas de serviços, personalizando para cada pessoa, a saber:

Desenvolvimento pessoal, através de Coaching, para identificar e desenvolver para próximos níveis de carreira, bem como para resolver problemas no ambiente de trabalho … como aquele tipo de situação de impasse que sempre te deixa desconfortável … temos como trabalhar nisso através desta metodologia de melhoria focada e acelerada, baseado em conversas orientadas, ferramentas específicas e ações entre as sessões. Coaching realizado de forma remota, ou seja, sem tempo gasto em deslocamento e todo tempo investido no seu desenvolvimento. Em relação aos eixos do desenvolvimento, está ligado a exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Autoconhecimento, através de ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Desenvolvimento profissional, através de avaliação 360º de mais de 15 aspectos de seu comportamento e avaliado por diferentes pessoas de sua convivência no trabalho. Evidencia como você é percebido, ou seja, o impacto nos outros de sua exposição.

Qualificação, através de treinamentos e workshops presenciais e on line sobre diferentes temas de gestão de pessoas e liderança. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

 

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você não viu o artigo que falo sobre desenvolvimento e os 3Es, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  )

 

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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O quebra cabeça do desenvolvimento

Faz muito tempo que trabalho com pessoas e sempre com a missão de apoiar a evolução de cada um, independente da função formal que eu desempenhasse.

Uma coisa bacana de trabalhar com adultos, é porque eles se desenvolvem porque querem, ou seja, se não querem … nem adianta tentar … agora … quando querem, quando precisam …. então se empenham e entregam ótimos resultados!!

É muito comum desenvolvimento ser tratado como sinônimo de treinamento, sendo que treinamento é treinar (obvio!!) que é “torna alguém capaz de desenvolver algo, através de orientação ou instrução; formação”. Ou seja, ele é um processo de aprendizagem.

Mas então, o que é o tal do desenvolvimento? Desenvolvimento: “Ação de crescer ou progredir; progresso”.

Desenvolvimento é um processo mais global e sistêmico e que não envolve somente instrução (a popular sala de aula ou leitura de um manual). Ele envolve competência, ou seja, saber (conhecimento), saber fazer (habilidade) e querer fazer (atitude). Se tratarmos da definição mais moderna de competência, ainda temos a questão de como fazer (valores) e a ética.

Tá, e como se trabalham estes 5 fatores se a sala de aula e a leitura do manual não é solução para tudo? Você já ouviu falar do princípio dos 3Es ou do 10-20-70? Talvez eu chova no molhado, e vou correr o risco mesmo assim para poder explicar. São duas formas de tratar o mesmo quesito: o desenvolvimento.

Os 3Es são:

Estudo

Exemplo

Exposição

 

Ou também podem ser representados pelo conceito do 10-20-70.

A saber:

10% do que aprendemos, aprendemos pelo estudo formal (cursos, treinamentos, livros, palestras …)

20% do que aprendemos, é pelo exemplo, é o aprender através de outros. Então aqui entra a mentoria, não necessariamente um programa formal, mas você ter um exemplo a ser seguido e também o coaching, através de modelagem de comportamentos. Quem te inspira no quesito que você quer se desenvolver? Quem é referência? Aqui entra a criatividade também, porque você pode modelar o exemplo de alguém que você não conhece pessoalmente. Vou contar um caso: estava definindo com um cliente pessoas nas quais ele podia se espelhar para seu desenvolvimento, cumprindo esta parte dos 20%. Ele citou Steve Jobs. Perfeito!! Missão dele: descobrir o que Steve Jobs fez para poder aprender os “truques” e se pergunta “O que Steve Jobs faria?” para ajudar a encontrar seu modelo de atuação e aprender com isso. Claro que pode ser alguém mais próximo também, um colega do trabalho, um cliente, uma pessoa da família que seja boa naquilo que você está querendo se desenvolver. Observe e converse com esta pessoa e veja como ela faz o que faz. Diga o que você faz e peça a opinião dela (lembre-se quando pedimos feedback, temos que aceitar, mesmo que eventualmente não se concorde naquele primeiro momento. É importante ter em mente que você está conversando com alguém que você escolheu como referência, a análise desta pessoa pode te ajudar muito 😉 ). Lembre-se: beba nas fontes certas 😉 . Aqui vale lembrar o ditado “diga-me com quem andas ….”

70% é exposição, é prática, é como você coloca no mundo real o que aprendeu através do aprendizado formal e dos modelos. E aqueles que você escolhe como modelos/mentores nos 20% também te ajudam no processo de análise e correção de rota do que você está colocando em prática. É a hora de exercitar as novas musculaturas.

Perder de vista que nem tudo é sala de aula é um dos motivos pelos quais muitos programas de treinamento são avaliados como de baixa retenção ou melhoria … é … você pegou o ponto, um programa de treinamento por si só, vê somente o estudo, os 10% do processo de desenvolvimento.

Ah, mas é muito mais fácil sentar numa sala de aula e ficar lá só ouvido, principalmente se puder ficar sem falar nada e fazer nada … bem passivo … com certeza tende a ser muito mais fácil, a questão é … isso é efetivo? Sabe, não é tão difícil assim ver os outros “90%” da história. Basta se perguntar 2 coisinhas:

– Quem pode me ajudar/quem é meu modelo neste assunto?

– Como e quando vou aplicar isso no mundo real?

Pronto, você começou a dar conta dos outros 90%.  É no mundo real, na prática, na ação que ocorrer a transformação e a evolução de fato.

Ah, e se não der certo? Ok, pode acontecer, até porque, só erra quem tenta. E, se não deu certo, é só analisar o que deu errado, corrigir e agir novamente … a boa e velha melhoria continua!!! Então fica sempre o convite de entrar em ação, pois uma ideia que não sai da cabeça … é a mesma coisa que não ter tido a ideia.

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você ficou curioso e que saber como eu trabalho estes pontos com meus diferentes clientes, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço? Você pode ver neste outro artigo. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  🙂 )

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Economia Emocional

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Muito se fala de economia de dinheiro, economia de recursos, economia de tempo … já pensou sobre economia emocional?

O quanto você gasta o seu emocional sem ter retorno? Para os financeiramente orientados, já parou para pensar no ROI (Retorno sobre investimento) de seu emocional?

Vamos discutir a ideia: vamos chamar de emocional não só as emoções primárias puras e simples (medo, tristeza, raiva, nojo, surpresa e alegria) e sim o empenho, também chamado de energia e motivação, ou ainda, tudo aqui que não é processado de modo racional, pois não é pensado, é sentido. E nesta área entram relacionamentos, o que gostamos, o que nos deixa feliz, o que nos deixa triste … ok, acho que já deu para pegar a ideia, não?!

Os mecanismos de emoções ditas positivas (como felicidade, satisfação, …) é relativamente simples: você valoriza algo, este algo acontece e você fica feliz!! Você quer mais e repete, e fica feliz. É sempre uma equação positiva. É um investimento com resultado!!

Agora, o que acontece quando esta equação não é positiva, quando se soma o empenho com o resultado e esta soma é negativa? Você perde pontos na sua economia emocional, pois não foi um investimento, foi um gasto. Quanto tempo você ficará gastando sem ter retorno? E sim, é muito fácil entrar neste loop!!

Vamos fazer uma analogia: quando você está cuidando do seu dinheiro e compra algo que não é útil para você, você deveria continuar comprando este algo? Provavelmente você disse “não”. E por que quando falamos de emoções muitas vezes se continua “comprando” isso que não é útil? Pois é!!

Só dizer que existe uma questão a ser resolvida não resolve, não é mesmo?! Como resolver? Bom, a resposta é simples: Reduza (e se possível corte) aquilo que não está alinhado com seus valores e com seu propósito. E aqui estou falando de atividades, pensamentos, relacionamentos e tudo mais que gere emoções negativas para você.

Ok … e como saber? Mais uma vez, a resposta é simples e composta de duas etapas: identifique e aja!! Observe quando você fica com sua conta emocional no vermelho, o que ocorreu para te deixar assim? Identifique esta fonte através da observação e aja reduzindo sua exposição a ela (se não for possível cortar). Se ir a determinado local sempre te deixa para baixo, descubra algo neste lugar que te deixe para cima. Se não tiver, troque por um lugar que te deixe para cima pois seu saldo emocional vai zerar rapidinho se você não fizer nada. Você sempre fica arrasado quando tem que falar com pessoas que são tóxicas para você? Novamente, identifique o que causa isso e corte, e se tiver que cortar um relacionamento … que o faça, pois, relacionamento mesmo soma positivo e não negativo.

Todos nós já enfrentamos no passado, enfrentamos no presente e enfrentaremos no futuro situações que nos deixaram com sentimentos negativos, isso faz parte da vida e do desenvolvimento pessoal e profissional. A economia emocional é para poder permitir que você não fique sempre no negativo e nem por longos períodos. Assim, frente a isso, você possa encaminhar uma solução para que transformar esse saque de seu emocional em investimento, em algo que te de retorno e te leve ao próximo nível, ao invés de apenas zerar sua conta e deixar você com dívida. E sabe com quem é esta dívida? Com uma pessoa com quem você não deve ficar devendo: VOCÊ!!!

E aí?! Como está o seu saldo de sua conta emocional? Que seus investimos deem muito retorno!!

 

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha bons investimentos!!!

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 15 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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Você é elo mais fraco?

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Certo dia eu estava viajando de férias, e me foi dito que eu não poderia executar determinada atividade porque haviam outra pessoa do grupo que não conseguiria acompanhar, mesmo eu tendo me preparado e estando apta. Obvio que fiquei irritada, porque em minhas férias teria de deixar de fazer algo porque alguém não estava pronto quando o grupo inteiro estava preparado para uma condição que todos sabiam que enfrentariam!!! Enquanto lidava com minha irritação e negociava, eu comecei a pensar fora daquele cenário: sobre como se nivelam diversas atividades e situações no dia a dia, nas empresas, na família, na escola, na sociedade… Minha irritação virou tristeza. Por quê? Porque percebi (do tipo “caiu a ficha”) que se nivela o que se faz pelo elo mais fraco. Ok, eu talvez gere polêmica com o que vou contar aqui, apenas peço que você possa acompanhar o raciocínio e lembro que eu não sou dona da verdade, é apenas um ponto de vista visto de um ponto.

Quero trazer uma ideia que, na primeira vez que ouvi, há muitos anos, pensei “Não, não é bem assim”. O conceito é:

“Uma corrente tem a força de seu elo mais fraco.”

Não importa o quão forte ela seja, o tamanho, a solda os materiais que a corrente é feita … se houver um elo fraco, ela se rompe quando se atinge a resistência deste mais fraco e todos os demais elos tornam-se um “desperdício”. Desperdício no conceito de que se tem recurso e não se usa. Como na imagem que ilustra este artigo, não importa se praticamente todos os elos são de aço, é o clips que determina a força.

Por que eu acho isso triste? Porque me faz pensar o quanto praticamente tudo é nivelado pelos low performances, por quem tem baixo desempenho. Não se pode fazer mais porque tem gente que não acompanham, tem que levar mais tempo, porque não acompanham. Não se pode apresentar material em inglês na empresa porque, apesar de terem tido tempo de aprender, alguns (sim, somente alguns) não acompanham. Não se pode começar no horário a reunião, a aula, o trabalho porque alguém não chegou no horário (e incrivelmente costumam ser sempre os mesmos e com a mesma justificativa 🙂 ).

Se você chegou até aqui neste texto, muito provavelmente, das duas uma: ou está concordando ou está me odiando, achando que estou sendo radical, insensível ou coisa assim. Confesso que eu também achei durante muito tempo. Por isso fui conversar comigo mesma: “Mas, Cibele, as pessoas não nascem sabendo!!Tenha paciência!!”. Fato!! As pessoas não nascem sabendo. Mergulhei mais ainda na análise e fui ver no meu dia a dia de trabalho como esse elo mais fraco ocorria e porque ele ocorria (a boa e velha análise de causa raiz e dos “por quês?”).  Quando se analisa mais a fundo problemas em organizações, ou processos que existem nos diferentes grupos, observa-se que o elo mais fraco de fato, em muitas vezes, não sabe, falta habilidade, conhecimento … e quando se analisa um pouquinho mais a fundo … faz muito tempo que não sabe, não aprendeu com a experiência, no clássico: “não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”.  Mais ainda, dificilmente são as pessoas que estão buscando desenvolvimento, buscando aprender e ser melhor.

Tá, e porque não são os que estão aprendendo o elo mais fraco? Porque quem está se desenvolvendo não está passivo em uma situação. Se não sabe, busca a solução, corre atrás e se importa com as consequências, inclusive antecipado-as, para poder mitigar eventuais “falhas”. Diferente do elo mais fraco que não liga se der errado, pois não é problema dele, a parte dele ele fez (ou acha que fez).

Ficou mais clara a separação? Faz sentindo para você?

Daí eu segui pensando em outra questão, agora lembrando da teoria (e prática) das relações interpessoais: as relações existem porque as partes, bem ou mal, concordam em se relacionar. E aqui as perguntas difíceis:

 

O quanto quem correr atrás acaba aceitando ser nivelado por baixo?

O quando isso acaba desmotivando e impedindo o progresso maior do grupo?

Vamos resgatar um exemplo bem simples? Quem chega no horário para reunião, aulas e compromissos? Já ouviu: “ah, vamos esperar os atrasados!!!”. Quero fazer um convite a você:  “Não, não vamos!! Vamos começar no horário, vamos nivelar por cima e não por baixo!”. E vamos fazer isso para outras situações também!!

Faço esse convite: honre seu empenho, seu desenvolvimento, ajude na produtividade do seu grupo, da sociedade e vamos eliminar os elos mais fracos. Sim: eliminar!! Se você vê que alguém está sendo o elo mais fraco e você pode ajudar, convite para se fortalecer, se a pessoa não quiser, é escolha dela, assim como é escolha sua honrar o seu empenho. Talvez os elos fracos nem percebam que estão sendo excluídos de algumas correntes (lembra?! Eles não ligam!), talvez (e muito provavelmente) até fiquem felizes em poder estar em uma corrente da mesma força deles. E se perceberem que estão por fora do que queriam, daí pode ser que queiram se fortalecer, se não, enquanto isso, formam sua própria corrente, nivelada pelas suas próprias forças e que também é útil e não enfraquecem a de elos mais fortes. Quem está disposto a se desenvolver e trabalha nisso, nunca é um elo fraco … o resto … bom … o resto é seleção natural 😉

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha um ótimo dia!!!

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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Obrigada por ter lido este artigo e um ótimo dia!!!

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Já é 2017!!! O que você vai realizar?

Feliz 2017!!!!! Que este ano seja cheio de realizações!!

E, para realizações … é preciso ter objetivos!!

E você … já fez seu planejamento?

Mas …. Por que é importante ter metas? Essa é simples de responder, porque ter claro o que se deseja, sua linha de chegada lhe ajuda a tomar melhores decisões em seu dia a dia.

Ter objetivos definidos, claros e ter eles presentes (ou seja, lembrar deles constantemente) fazem com que suas escolhas sejam mais fáceis de serem feitas. E quando se sabe O QUE se quer fazer, o COMO aparece. Não acredita?! Não tem problema … teste!!  🙂

Quando se estuda pessoas que tiveram grandes realizações, observa-se que elas não foram por acaso, elas tinham propósito, elas sonharam, desejaram e transformaram em objetivo para então colocar em ação.

Poderia passar muito tempo aqui defendendo o porquê do estabelecimento de objetivos, mas isso você já deve ter visto bastante por aí e quero poder ajudar. Como? Tenho duas dicas de planejamento.

Defina, para este ano, o que você quer:

  • Ter
  • Fazer
  • Ser

Simples assim!!

Não importa o tamanho da meta, se ela é importante para você, ela vale a pena. Defina o que você quer e visualize o que você ganhará com isso, como você vai se sentir … isso te dará uma motivação extra para chegar lá.

Se ainda precisar de um “empurrãozinho”, confira as entrevistas que dei sobre o tema:

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Como Tirar Planos do Papel – Jornal do Almoço – RBS TV

Saiba como planejar o ano – SBT & Você especial de final de ano

Você quer mais material? Material mais profundo? Dá uma olhadinha no que preparei sobre planejamento pessoal? Clique aqui e acesse!!

Pois você já sabe, já é 2017!!! Não deixe ele ao acaso ou sob a força das circunstâncias, defina você o que você quer antes que alguém faça por você e você não goste 😉

Lembre-se: quem tem clareza, realiza!!

Um ótimo 2017 para você!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 15 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

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Rumoletter - NOTÍCIAS E INFORMAÇÕES COM FOCO EM VOCÊ!!!

Rumoletter – Dezembro 2016 – Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

Rumoletter

Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

O desconhecimento de nossas fortalezas, daquilo onde somos talentosos, que somos bons, acaba nos impedindo de usar essas características para nosso sucesso.

Por que fazemos isso? Bom, existem algumas explicações. Um porque normalmente somos os últimos a saber de nossos talentos. Quem me acompanha, já me ouviu falar sobre isso. Nosso talento é algo tão natural para nós que não entendemos como os outros não são assim. Acabamos descobrindo nossos talentos através de feedback e de autoanalise, como quando, por exemplo, paramos para pensar porque algo deu certo.

Mas, porque estou falando nisso de novo? Já explico!! Chegou o final de ano e, com ele, o ritual de fechamento de ciclos e avaliações. Um grande desafio que muitos enfrentam nesta ação é o mais básico: não ter definido metas, ou sua variante: ter definido os objetivos, mas não de forma clara …. aí fica mais complicado de poder acompanhar. Mas vamos considerar que você definiu suas metas de forma clara … a hora da verdade: você alcançou? (Tomara que a resposta seja: “sim!!!!” ).

A medida  “alcançouavaliação / não alcançou” de um objetivo é bem clara. O que eu quero trazer atenção é para quando a resposta é “não alcancei”. O que fazer? Deixar assim? Esquecer? Ficar frustrado e deprimido? Se você de fato trabalhou por este objetivo, minha resposta é NÃO!!! Valorize sua caminhada. Ok, você não chegou no destino que queria …, mas você caminhou em direção a ele? Você se desenvolveu? Você buscou novos alternativas?

Dentro do desenvolvimento, não é somente concluir uma atividade que traz o aprendizado e o sucesso, o processo de melhoria continua também. Poder entender o que deu certo e o que não deu, fazer sua autoanalise, pedir feedbacks lhe ajudará a entender o que aconteceu e te fará, provavelmente, descobrir talentos, habilidades e pontos fortes não conhecidos e que você pode aplicar na busca deste objetivo. E o que fazer com isso? Quem já fez trabalho de coaching comigo já me ouviu dizer: foque em suas fortalezas, elas lhe ajudaram a vencer seus pontos de melhoria.  E lembre-se, o resultado acontece com a ação … vamos para a prática!!

Como o calendário não é linear, é circular, ou seja, acaba um ano e o outro começa, aproveite!! Trace e realinhe seus objetivos para 2017 de forma consciente e clara, afinal, você merece ter sucesso!!!

Para ajudar, eu preparei um material de planejamento que você pode baixar gratuitamente, é só clicar aqui 😉 E, se quiser trocar uma ideia, me manda um email com sua questão que eu te ajudo, afinal, um dos meus talentos é achar soluções e resolver problemas 😉

Uma ótima revisão de 2016 e uma excelente definição de objetivos para 2017 para você!!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: Desenvolvendo pessoas através de solução de problemas no trabalho e na carreira!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

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Você sabe mesmo quais são seus talentos ? Um processo de autodescoberta!

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Fonte: Shutterstock.com

Quem empreende, seja em uma nova carreira, projeto ou empresa, enfrenta diversos desafios e precisa estar atento as oportunidades, fortalezas e tantos outros fatores … Melhoria continua é um dos pilares de meu trabalho. Por isso, busco conversar com meus clientes depois de termos concluído nossos projetos.  Recentemente fiz um levantamento mais formal para entender sobre os resultados que os processos de desenvolvimento e coaching estavam gerando após o encerramento dos mesmos.

Refletindo sobre as respostas de meus clientes, me lembrei de um texto que escrevi sobre talento e comecei a rir (porque me caiu uma ficha), pois meus clientes estavam me dando alguns feedbacks claros sobre algo que não estava tão presente para mim.

A saber: “Talento, palavra de origem latina, é a inclinação natural de uma pessoa a realizar determinada atividade” (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Talento)

No artigo que escrevi, eu comento que talento é algo que os outros te contam porque para você é algo natural que você nem “presta atenção”. Conversando com meus clientes entendi uma característica minha que estava impactando positivamente a eles: a capacidade de resolver problemas. Então me lembrei que ao longo de minha carreira ouvi muitas vezes sobre mim ou foi o motivo pelo qual as pessoas me buscavam … sabe algumas das frases que mais escutei na minha vida (profissional e também pessoal):  “Ela resolve”, “Ela dá um jeito”, “Conversa com ela que você vai achar uma solução”.

Meus clientes comentaram que o processo de coaching permitiu a eles: resolveram problemas, resolveram situações, começando em suas vidas profissionais e indo também para o lado pessoal (sim, porque esta divisão é meramente didática e não prática) … acho que posso dizer que não sou simplesmente uma Coach de carreira, sou uma “problem solving coach” 🙂 . O foco, a sistematização, a análise e detalhamento das images-21situações e desafios, a busca de alternativas eficazes e efetivas, ou seja, não resolver apenas para o momento, mas sim algo que dure além do instante; foram alguns dos itens que não fui eu que enumerei, mas meus clientes, como resultado de suas ações de desenvolvimento profissionais e pessoais.

Porque conto esta história? Alguns podem até pensar “nossa, ela está abrindo um ponto cego dela e se expondo”, mas na verdade quero mostrar o quanto as oportunidades de crescimento estão a nossa volta, é questão de fazer as perguntas certas as fontes que importam. O processo de coaching, e consequentemente desenvolvimento, se baseia também em melhoria continua, estar aberto para ver o que era um ponto cego e transformar isso em alavanca … isso é a magia do crescimento, de buscar satisfação, realização e equilíbrio. E você? O que você tem de talento e que não está sabendo e/ou usando a seu favor? Quer uma dica? Copio aqui um pedaço de meu outro artigo:

“ … use estas três dicas para achar seus talentos:

  1. Reflita e mapeie o que é fácil para você realizar
  2. Escute o que os outros te dizem que você faz bem
  3. Mapeie o que sempre te chamam para fazer porque você faz melhor que os outros”

Espero que estas breves linhas possam te ajudar a ter insights sobre você mesmo, e se tiver alguma questão para resolver e que precise de ajuda … estou por aqui 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: eu ajudo profissionais experientes a resolverem problemas e terem vidas mais felizes e equilibradas!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

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