O quebra cabeça do desenvolvimento

Faz muito tempo que trabalho com pessoas e sempre com a missão de apoiar a evolução de cada um, independente da função formal que eu desempenhasse.

Uma coisa bacana de trabalhar com adultos, é porque eles se desenvolvem porque querem, ou seja, se não querem … nem adianta tentar … agora … quando querem, quando precisam …. então se empenham e entregam ótimos resultados!!

É muito comum desenvolvimento ser tratado como sinônimo de treinamento, sendo que treinamento é treinar (obvio!!) que é “torna alguém capaz de desenvolver algo, através de orientação ou instrução; formação”. Ou seja, ele é um processo de aprendizagem.

Mas então, o que é o tal do desenvolvimento? Desenvolvimento: “Ação de crescer ou progredir; progresso”.

Desenvolvimento é um processo mais global e sistêmico e que não envolve somente instrução (a popular sala de aula ou leitura de um manual). Ele envolve competência, ou seja, saber (conhecimento), saber fazer (habilidade) e querer fazer (atitude). Se tratarmos da definição mais moderna de competência, ainda temos a questão de como fazer (valores) e a ética.

Tá, e como se trabalham estes 5 fatores se a sala de aula e a leitura do manual não é solução para tudo? Você já ouviu falar do princípio dos 3Es ou do 10-20-70? Talvez eu chova no molhado, e vou correr o risco mesmo assim para poder explicar. São duas formas de tratar o mesmo quesito: o desenvolvimento.

Os 3Es são:

Estudo

Exemplo

Exposição

 

Ou também podem ser representados pelo conceito do 10-20-70.

A saber:

10% do que aprendemos, aprendemos pelo estudo formal (cursos, treinamentos, livros, palestras …)

20% do que aprendemos, é pelo exemplo, é o aprender através de outros. Então aqui entra a mentoria, não necessariamente um programa formal, mas você ter um exemplo a ser seguido e também o coaching, através de modelagem de comportamentos. Quem te inspira no quesito que você quer se desenvolver? Quem é referência? Aqui entra a criatividade também, porque você pode modelar o exemplo de alguém que você não conhece pessoalmente. Vou contar um caso: estava definindo com um cliente pessoas nas quais ele podia se espelhar para seu desenvolvimento, cumprindo esta parte dos 20%. Ele citou Steve Jobs. Perfeito!! Missão dele: descobrir o que Steve Jobs fez para poder aprender os “truques” e se pergunta “O que Steve Jobs faria?” para ajudar a encontrar seu modelo de atuação e aprender com isso. Claro que pode ser alguém mais próximo também, um colega do trabalho, um cliente, uma pessoa da família que seja boa naquilo que você está querendo se desenvolver. Observe e converse com esta pessoa e veja como ela faz o que faz. Diga o que você faz e peça a opinião dela (lembre-se quando pedimos feedback, temos que aceitar, mesmo que eventualmente não se concorde naquele primeiro momento. É importante ter em mente que você está conversando com alguém que você escolheu como referência, a análise desta pessoa pode te ajudar muito 😉 ). Lembre-se: beba nas fontes certas 😉 . Aqui vale lembrar o ditado “diga-me com quem andas ….”

70% é exposição, é prática, é como você coloca no mundo real o que aprendeu através do aprendizado formal e dos modelos. E aqueles que você escolhe como modelos/mentores nos 20% também te ajudam no processo de análise e correção de rota do que você está colocando em prática. É a hora de exercitar as novas musculaturas.

Perder de vista que nem tudo é sala de aula é um dos motivos pelos quais muitos programas de treinamento são avaliados como de baixa retenção ou melhoria … é … você pegou o ponto, um programa de treinamento por si só, vê somente o estudo, os 10% do processo de desenvolvimento.

Ah, mas é muito mais fácil sentar numa sala de aula e ficar lá só ouvido, principalmente se puder ficar sem falar nada e fazer nada … bem passivo … com certeza tende a ser muito mais fácil, a questão é … isso é efetivo? Sabe, não é tão difícil assim ver os outros “90%” da história. Basta se perguntar 2 coisinhas:

– Quem pode me ajudar/quem é meu modelo neste assunto?

– Como e quando vou aplicar isso no mundo real?

Pronto, você começou a dar conta dos outros 90%.  É no mundo real, na prática, na ação que ocorrer a transformação e a evolução de fato.

Ah, e se não der certo? Ok, pode acontecer, até porque, só erra quem tenta. E, se não deu certo, é só analisar o que deu errado, corrigir e agir novamente … a boa e velha melhoria continua!!! Então fica sempre o convite de entrar em ação, pois uma ideia que não sai da cabeça … é a mesma coisa que não ter tido a ideia.

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você ficou curioso e que saber como eu trabalho estes pontos com meus diferentes clientes, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço? Você pode ver neste outro artigo. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  🙂 )

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Você é elo mais fraco?

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Certo dia eu estava viajando de férias, e me foi dito que eu não poderia executar determinada atividade porque haviam outra pessoa do grupo que não conseguiria acompanhar, mesmo eu tendo me preparado e estando apta. Obvio que fiquei irritada, porque em minhas férias teria de deixar de fazer algo porque alguém não estava pronto quando o grupo inteiro estava preparado para uma condição que todos sabiam que enfrentariam!!! Enquanto lidava com minha irritação e negociava, eu comecei a pensar fora daquele cenário: sobre como se nivelam diversas atividades e situações no dia a dia, nas empresas, na família, na escola, na sociedade… Minha irritação virou tristeza. Por quê? Porque percebi (do tipo “caiu a ficha”) que se nivela o que se faz pelo elo mais fraco. Ok, eu talvez gere polêmica com o que vou contar aqui, apenas peço que você possa acompanhar o raciocínio e lembro que eu não sou dona da verdade, é apenas um ponto de vista visto de um ponto.

Quero trazer uma ideia que, na primeira vez que ouvi, há muitos anos, pensei “Não, não é bem assim”. O conceito é:

“Uma corrente tem a força de seu elo mais fraco.”

Não importa o quão forte ela seja, o tamanho, a solda os materiais que a corrente é feita … se houver um elo fraco, ela se rompe quando se atinge a resistência deste mais fraco e todos os demais elos tornam-se um “desperdício”. Desperdício no conceito de que se tem recurso e não se usa. Como na imagem que ilustra este artigo, não importa se praticamente todos os elos são de aço, é o clips que determina a força.

Por que eu acho isso triste? Porque me faz pensar o quanto praticamente tudo é nivelado pelos low performances, por quem tem baixo desempenho. Não se pode fazer mais porque tem gente que não acompanham, tem que levar mais tempo, porque não acompanham. Não se pode apresentar material em inglês na empresa porque, apesar de terem tido tempo de aprender, alguns (sim, somente alguns) não acompanham. Não se pode começar no horário a reunião, a aula, o trabalho porque alguém não chegou no horário (e incrivelmente costumam ser sempre os mesmos e com a mesma justificativa 🙂 ).

Se você chegou até aqui neste texto, muito provavelmente, das duas uma: ou está concordando ou está me odiando, achando que estou sendo radical, insensível ou coisa assim. Confesso que eu também achei durante muito tempo. Por isso fui conversar comigo mesma: “Mas, Cibele, as pessoas não nascem sabendo!!Tenha paciência!!”. Fato!! As pessoas não nascem sabendo. Mergulhei mais ainda na análise e fui ver no meu dia a dia de trabalho como esse elo mais fraco ocorria e porque ele ocorria (a boa e velha análise de causa raiz e dos “por quês?”).  Quando se analisa mais a fundo problemas em organizações, ou processos que existem nos diferentes grupos, observa-se que o elo mais fraco de fato, em muitas vezes, não sabe, falta habilidade, conhecimento … e quando se analisa um pouquinho mais a fundo … faz muito tempo que não sabe, não aprendeu com a experiência, no clássico: “não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”.  Mais ainda, dificilmente são as pessoas que estão buscando desenvolvimento, buscando aprender e ser melhor.

Tá, e porque não são os que estão aprendendo o elo mais fraco? Porque quem está se desenvolvendo não está passivo em uma situação. Se não sabe, busca a solução, corre atrás e se importa com as consequências, inclusive antecipado-as, para poder mitigar eventuais “falhas”. Diferente do elo mais fraco que não liga se der errado, pois não é problema dele, a parte dele ele fez (ou acha que fez).

Ficou mais clara a separação? Faz sentindo para você?

Daí eu segui pensando em outra questão, agora lembrando da teoria (e prática) das relações interpessoais: as relações existem porque as partes, bem ou mal, concordam em se relacionar. E aqui as perguntas difíceis:

 

O quanto quem correr atrás acaba aceitando ser nivelado por baixo?

O quando isso acaba desmotivando e impedindo o progresso maior do grupo?

Vamos resgatar um exemplo bem simples? Quem chega no horário para reunião, aulas e compromissos? Já ouviu: “ah, vamos esperar os atrasados!!!”. Quero fazer um convite a você:  “Não, não vamos!! Vamos começar no horário, vamos nivelar por cima e não por baixo!”. E vamos fazer isso para outras situações também!!

Faço esse convite: honre seu empenho, seu desenvolvimento, ajude na produtividade do seu grupo, da sociedade e vamos eliminar os elos mais fracos. Sim: eliminar!! Se você vê que alguém está sendo o elo mais fraco e você pode ajudar, convite para se fortalecer, se a pessoa não quiser, é escolha dela, assim como é escolha sua honrar o seu empenho. Talvez os elos fracos nem percebam que estão sendo excluídos de algumas correntes (lembra?! Eles não ligam!), talvez (e muito provavelmente) até fiquem felizes em poder estar em uma corrente da mesma força deles. E se perceberem que estão por fora do que queriam, daí pode ser que queiram se fortalecer, se não, enquanto isso, formam sua própria corrente, nivelada pelas suas próprias forças e que também é útil e não enfraquecem a de elos mais fortes. Quem está disposto a se desenvolver e trabalha nisso, nunca é um elo fraco … o resto … bom … o resto é seleção natural 😉

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha um ótimo dia!!!

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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Já é 2017!!! O que você vai realizar?

Feliz 2017!!!!! Que este ano seja cheio de realizações!!

E, para realizações … é preciso ter objetivos!!

E você … já fez seu planejamento?

Mas …. Por que é importante ter metas? Essa é simples de responder, porque ter claro o que se deseja, sua linha de chegada lhe ajuda a tomar melhores decisões em seu dia a dia.

Ter objetivos definidos, claros e ter eles presentes (ou seja, lembrar deles constantemente) fazem com que suas escolhas sejam mais fáceis de serem feitas. E quando se sabe O QUE se quer fazer, o COMO aparece. Não acredita?! Não tem problema … teste!!  🙂

Quando se estuda pessoas que tiveram grandes realizações, observa-se que elas não foram por acaso, elas tinham propósito, elas sonharam, desejaram e transformaram em objetivo para então colocar em ação.

Poderia passar muito tempo aqui defendendo o porquê do estabelecimento de objetivos, mas isso você já deve ter visto bastante por aí e quero poder ajudar. Como? Tenho duas dicas de planejamento.

Defina, para este ano, o que você quer:

  • Ter
  • Fazer
  • Ser

Simples assim!!

Não importa o tamanho da meta, se ela é importante para você, ela vale a pena. Defina o que você quer e visualize o que você ganhará com isso, como você vai se sentir … isso te dará uma motivação extra para chegar lá.

Se ainda precisar de um “empurrãozinho”, confira as entrevistas que dei sobre o tema:

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Como Tirar Planos do Papel – Jornal do Almoço – RBS TV

Saiba como planejar o ano – SBT & Você especial de final de ano

Você quer mais material? Material mais profundo? Dá uma olhadinha no que preparei sobre planejamento pessoal? Clique aqui e acesse!!

Pois você já sabe, já é 2017!!! Não deixe ele ao acaso ou sob a força das circunstâncias, defina você o que você quer antes que alguém faça por você e você não goste 😉

Lembre-se: quem tem clareza, realiza!!

Um ótimo 2017 para você!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Você quer ser mandado? 95% da população quer!

rumoAposto que a maioria dos que estão lendo este título dirão que NÃO em voz alta, mas, na voz interior dirão que SIM.

SIM, a maioria das pessoas querem ser mandadas, querem que os outros tomem as decisões e as direções por elas. Diversas fontes indicam (de Napoleão Hill a pesquisas do Gallup) que 95% da população é seguidora, ou seja, quer e necessita que seja dito o que tem que ser feito e são ótimos “fazedores” em muitos casos. Não tomam as rédeas de sua própria vida. Toma sim decisões, mas dentro de um script já traçado por outro alguém … sim, os 5% restantes. Neste 5% restantes encontramos os líderes, os disruptivos, os “rebeldes com causa”, os realizadores.

Por que estou escrevendo isso? A inspiração deste artigo veio de conversas sobre o logo de minha empresa, sim, sobre o logo … conversa bem trivial né?! E uma discussão entre dizer o que as pessoas devem ou não fazer. A maioria das pessoas acha que o logo da Rumo Coaching é uma bussola, mas, na verdade, é uma rosa dos ventos. Um dia uma pessoa me perguntou:

– Mas qual é a diferença? Não é a mesma coisa?

Eu respondi:

– Não, não é a mesma coisa, estão relacionadas, mas não são a mesma coisa.

Expliquei para ela e ela me questionou (quase indignada):

– Mas você não diz para as pessoas o que elas têm que fazer?

Eu disse:

– Não! Eu auxilio elas a encontrarem o que faz sentindo para elas e não o que faz sentindo para mim, pois não sou a dona da verdade!

Mas afinal, o que é uma rosa dos ventos? Ela marca onde estão os pontos cardeais (a saber, norte, sul, leste e oeste) e suas “subdivisões”. Você provavelmente já viu um mapa ou mesmo download-12em uma praça com o desenho da rosa dos ventos. Uma bussola é uma agulha magnética que sempre aponta o norte magnético da terra. Não importa onde você esteja, ela aponta o norte. Em muitas existe o desenho da rosa dos ventos em seu interior, como uma referência visual, para que você possa alinhar a agulha com o Norte da rosa e identificar mais claramente os demais pontos para então, literalmente, tomar seu rumo.

Tá, mas onde está a relação disso com o “ser mandado” da introdução deste texto? Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas, auxiliando em seu equilíbrio, realização profissional e pessoal, bem como tomada de decisão. Não faço isso dizendo “é assim que se faz” e sim mostrando que existem possibilidades para que a pessoa mesma decida como orientar seu rumo.

Mas não é mais fácil simplesmente dizer o que fazer? Fácil é, efetivo … não.

Aqui, mais um dado sobre desenvolvimento … segundo artigo da Harvard Bussines Review, apenas cerca de 20% a 25% de quem passa por programas de desenvolvimento realmente leva o que aprendeu para o dia a dia e faz disso algo relevante. Existem diversos fatores para isso (o artigo realmente vale a pena a leitura). Um dos grandes motivos pela baixa conversão é a falta da compreensão de porque é importante uma mudança, e antes disso ainda, para que mudar se a maioria faz assim, se sempre foi feito assim, se sempre deu resultado assim e tantas outras frases que você já deve ter escutado (e dito, porque todo mundo acaba dizendo isso … alguns as vezes …. outros … sempre).  As mesmas respostas a perguntas diferentes não trarão resultados melhores, somente piores.  Mas se foi o outro que mandou … qual minha responsabilidade?! E aqui voltamos ao ponto do início deste texto: esperar de fora para que não se tenha que mexer por dentro. Aqui novamente um paralelo entre bussola e rosa dos ventos: uma coisa é saber quais são as direções possíveis, a outra é decidir para onde se vai. Em navegação existem algumas premissas, duas fundamentais são:

– Você sempre tem que saber onde está

– Você sempre tem que saber para onde vai

 

Sem uma destas, você estará à deriva. E é impressionante o quanto muitos ficam à deriva em suas carreiras e vidas, pois ou não sabem onde estão ou não sabem para onde querem ir e, por inercia, ficam esperando que alguém os coloque em um rumo … e quando não se sabe para onde vai … qualquer caminho serve a única coisa é que não leva você para onde você quer, pois você deixou outro definir a rota por você.

Sentimento de vazio? Sentimento de inadequação? Você não está onde gostaria? Desenhe sua rosa dos ventos, pegue sua bussola e decida para onde você quer ir … venha fazer parte dos 5% que estão presentes as suas escolhas, decisões e realizados com elas 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria, onde minha missão é desenvolver e transformar pessoas e carreiras. Como faço isso? Através de ações focadas em desenvolvimento, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

Ah, também sou capitã amadora, então … tive que aprender sobre navegação 😉

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3 Fatos Críticos: Engajamento, Reconhecimento e Oportunidades de Crescimento

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Você sabia que o engajamento e a percepção de reconhecimento são altamente relacionados com as oportunidades de crescimento que o profissional recebe?! Não sou eu que estou dizendo isso, é o Great Place To Work, que realiza as pesquisas das melhores empresas para se trabalhar. E qual empresa não quer profissionais que estejam engajados e se sintam reconhecidos?! E qual profissional não quer se sentir engajado e reconhecido?

E, para oportunidades de crescimento, é preciso desenvolvimento. Gostaria de falar com você sobre desenvolvimento, mas não quero lhe oferece mais um treinamento. Sim, você deve receber muitas divulgações sobre esse tema. Quero te convidar a ir mais fundo e fazer uma reflexão comigo.

Um ponto é poder diferenciar treinamento de desenvolvimento. Desenvolvimento é uma ação mais ampla, que envolve a aquisição e a aplicação prática do conhecimento, incluindo o treinamento (aquisição) que é a menor parte, a modelagem e/ou supervisão e a aplicação, prática em si (a maior parte dele). Sem esses 3 elementos, não há desenvolvimento.

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Interessante observar quando se escolhe treinamentos muitas vezes se foca a consequência do problema que se quer solucionar e não na causa deste problema. Como assim? Já parou para pensar porque existem, por exemplo, tantos treinamentos sobre oratória e comunicação e a queixa ainda é de que as pessoas não se comunicam? (E eu não tenho nada contra treinamentos de comunicação, admiro e recomendo). Porque, na maioria das vezes, não é esse o problema, não é não saber falar, é o não querer, é o não saber como aplicar uma técnica, etc etc etc. Para quem usa ferramentas de qualidade, vale a técnica dos 5 porquês, para chegar a causa de fato. Para quem não conhece a técnica, pense em uma criança de 6 anos que pergunta “por quê?” até não se conseguir mais responder.

Observando e atuando em diversos cenários de desenvolvimento, meu olhar sempre foi para o que originou a demanda. Usando o exemplo da comunicação, muitas vezes é um individuo em posição de liderança que deixa de colocar um limite, ou trata pessoas de formas diferentes … daí já viu né, dá problema de comunicação. E como um treinamento de comunicação resolver isso? Simples, não resolve.

Uma analogia para exemplificar essa ideia é uma caixa d’água que estava vazando … ao invés de ver porque ela vaza e resolver isso (entender a causa de fato e atuar sobre ela) simplesmente se coloca mais água sempre “ah, se está faltando água, coloca água” e assim fica o circuito, com esforço gasto que não reverte em solução.

Da mesma forma com o tema de desenvolvimento, quantas vezes buscamos ou recomendamos “colocar mais água” ao invés de entender a causa raiz. Quanto se gasta de dinheiro e de esforço com um paliativo ao invés de investir na auto-reflexãoautoconsciência e mesmo na análise da situação para ter uma solução efetiva? Fica-se com a primeira resposta que é sempre mais fácil, porem quase nunca efetiva.

Lembra que começamos falando de engajamento e reconhecimento?! Que os mesmos são altamente ligados com as oportunidades de desenvolvimento?! Quer melhorar seu resultado, seu engajamento e reconhecimento? Encare o desenvolvimento de frente, e não seja um “refém de treinamento” que está lá só esperando acabar. Olhe para o que precisa de fato ser transformado, ao que precisa ser resolvido e invista nisso, você verá que é bem mais fácil do que parece, além de ser muito mais motivador e gratificante.

E você, aceita o desafio?

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria, onde minha missão é desenvolver e transformar pessoas e carreiras. Como faço isso? Através de ações focadas em desenvolvimento, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

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Feedback

Quem tem medo do feedback?

Feedback

Você sabia que feedback vem da biologia? Eu sempre comento que quando se entende da onde vem a palavra, se entende o que é. E entendendo, fica claro que todo feedback é para melhoria.

Hoje vim realmente falar com você, por isso te convido a assistir o vídeo abaixo.

E você? Aceita o desafio do feedback?

Medo de feedback? Venha entender como funciona o feedback e como usá-lo a seu favor.

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de realização profissional, Mentora de coaches e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de desenvolver e transformar pessoas e carreiras.

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Talento

Talento: 5 características que não são talentos e 3 dicas para acha-lo

Talento

“Talento, palavra de origem latina, é a inclinação natural de uma pessoa a realizar determinada atividade”

(fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Talento)

Nas minhas pesquisas, também descobri que talento é uma antiga moeda e uma medida de peso na Grécia e Roma antiga … confesso que achei muito interessante, pois o talento nos remete ao “vale quanto pesa” ou mesmo a valoração de cada um em função daquilo que faz utilizando seu talento.

Mas o que é talento? Mais do que isso, como você pode achar?

Dentro dos meus anos trabalhando com desenvolvimento de pessoas, muitas vezes presenciei diversas situações onde talento era tratado como sinônimo de outras características, tais como:

  1. Potencial
  2. Sucesso
  3. Fama
  4. Característica positiva
  5. Algo que não necessita de aperfeiçoamento

Esses são só os mais comuns, mas vamos entender por que isso não é talento:

  • Potencial é uma capacidade que pode ser desenvolvida e talento é algo que já está presente, podendo sim ser aperfeiçoado.
  • Sucesso (além de conceito interno de cada um), é o resultado das ações. O talento pode levar ao sucesso, mas ter talento por si só, se não aplicado, não leva muito longe.
  • Fama, comumente confundida com sucesso, fama é o reconhecimento social. Ter um talento pode sim te levar a fama dentro de seu grupo social, mas só se aplicado, colocado em ação, ou seja, novamente, pode ser uma consequência do talento e não o talento em si.
  • Característica positiva: é importante lembrar que positivo e negativo são julgamentos de valores e, para tal, se faz com base em uma perspectiva, em uma aplicação, ou seja, somente quando se usa o talento pode saber se é uma característica positiva ou negativa. Por exemplo: comumente se diz que ser extrovertido é “sempre” positivo. Já imaginou uma pessoa super extrovertida em uma função que tem que trabalhar sozinha e de forma mais isolada? Com certeza não é uma boa aplicação, não é um talento para aquela função.
  • Não necessita de aperfeiçoamento … a boa e velha síndrome de Gabriela “eu nasci assim, eu cresci assim”. O fato de ser uma inclinação natural não quer dizer que esteja 100% desenvolvida. Sem falar que melhoria continua sempre é interessante.

Como achar o que é talento então? Aqui está uma pegadinha, normalmente a última pessoa a descobrir seu talento é você mesmo. Sim, isso mesmo, você é o último a saber. Por ser uma inclinação natural, o seu talento é fácil para você. É o tipo de coisa que você pensa “nossa, como os outros não conseguem fazer isso??!?! É tão simples!!”. Ou então você começa a perceber que várias pessoas te dizem a mesma coisa e, em muitas vezes, você responde “não, nem sou bom nisso, bondade sua. ”

Sabe o que ocorre para quem não é autoconsciente? Perde a chance de conhecer seu talento e, pior ainda, perde a chance de usá-lo estrategicamente.

O que sempre trabalho é poder usar aquilo que você é bom para te tornar melhor ainda. Então, use estas três dicas para achar seus talentos:

  1. Reflita e mapeie o que é fácil para você realizar
  2. Escute o que os outros te dizem que você faz bem
  3. Mapeie o que sempre te chamam para fazer porque você faz melhor que os outros

Pois sim, um talento normalmente é um ponto cego, por ser tão simples e tão natural para você, você nem se dá conta que é um diferencial seu e perde a oportunidade de usar como alavanca para seu desenvolvimento pessoal e profissional, para seus resultados.

Então, já pensou quais são os seus talentos e em como utilizá-los melhor?

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de realização profissional, Mentora de coaches e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de desenvolver e transformar pessoas e carreiras.

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Coaching

10 fatos sobre coaching que sempre surpreendem

Coaching

Ajudar profissionais a terem mais segurança e clareza para terem maior realização profissional. Esse é um resumo do meu trabalho como Coach. Atividade realizada com muita dedicação e com base em anos de estudo e experiência em desenvolvimento de pessoas.

Conforme vou atendendo, começo a ver frases que meus diferentes clientes repetem, e algumas começaram a chamar minha atenção.  Sendo que algumas até são engraçadas quando escuto. Assim, com o objetivo de tornar mais concentro o que é coaching, juntei aqui 10 fatos sobre o processo de coaching.

Apenas para facilitar a compreensão, quero clarificar dois conceitos que por vezes são usados como sinônimo e não o são:

Coaching: processo de melhoria focada e acelerada

Coach: profissional que conduz o processo.

Vamos aos 10 fatos!!

1 – “Nossa, isso funciona!!”  – amo quando meus clientes dizem isso … e eles sempre dizem.

2 – Sim, é rápido – o foco e o trabalho estruturado permitem que itens, ações ou mesmo sentimentos que pareciam incapazes de mudarem, mudem e de forma rápida (e estou falando de processos que duram até 3 meses para serem concluídos).

3 – “Nossa, eu achei que era mais caro” – escuto muito este comentário de meus clientes, até já fiquei pensando se não deveria subir o preço (risos), mas não é esse o ponto e sim de que se tem uma ideia de alto investimento financeiro, quando na verdade, o investimento maior é o da dedicação. E vem outra questão:  quanto você vale para você? Quando vale usar seu dinheiro com você mesmo … não é tão caro assim 🙂

4 – “Que pergunta difícil esse, heim?!” – sim, você escutará perguntas difíceis. O Coach tem que desafiar seus clientes dentro do caminho rumo ao objetivo dele. Se não fosse para aprofundar … não faria coaching, não é?! 🙂

5 – Sim, com certeza!! Você achará as respostas para as perguntas difíceis – o Coach desafia para que você possa achar a resposta. É como um garimpo em si mesmo. O papel do Coach não é ser um livro de respostas, mas sim um livro de perguntas, pois as respostas estão em você … é só buscar e a pergunta certa faz total diferença nessa busca.

6 – Não é receita de bolocada processo é um processo, cada cliente é um cliente. Tenho clientes que indicam outros e volta e meia vem “você vai fazer a mesma atividade que fez com fulano?”. A resposta sempre é “depende”, depende do objetivo e caminho de cada cliente. Dentro de minha atuação, customizo todo o processo para cada cliente, é um trabalho de artesã, não existem dois processos iguais, pois não existem dois clientes iguais. E faz tanta diferença tratar cada cliente como único e não como “mais um”…

7 – Você descobre que tem mais confiança do que imaginava – todos os clientes que atendi (isso mesmo, 100%) relatam que se sentem mais confiantes, mais seguros, que isso faz diferença e que foi um dos principais ganhos do processo. E um detalhe, nem 10% tinham segurança e confiança como demanda no início do processo, ou seja, nem sabiam que precisavam e conseguiram mesmo assim algo que faz muita diferença para sua realização profissional.

8 – O resultado depende de sua ação – é praticamente um mantra “o mundo acontece na ação”. O que você pode fazer de fato e não só o que pensar. Pensar é uma boa parte da história, mas sem ação … uma ideia é só uma ideia, não gera resultados, muito menos mudança. Então sim, você vai agir durante seu processo de coaching, seja conversar, pesquisar, montar uma lista de atividades, pesquisar dados … mais importante que o tamanho da ação, é o tamanho do resultado e do impacto dela.

9 – Você achará que deveria ter começado o processo de coaching antes – não foi nem de um e nem dois clientes que ouvi “todo mundo devia fazer isso”. Um ainda me disse “todo mundo devia fazer isso na faculdade” … sinal que o processo deu resultado … o que mais posso dizer a não ser que fico muito feliz por meus clientes?!

10 – Você vai gostar … e sentirá saudades quando terminar – e seu Coach também sentirá saudades!! Tão bom ter notícias dos clientes e das conquistas que seguem realizando com base naquilo que desenvolveram. Mesmo quando enfrentam uma dificuldade, sim, porque o mundo gira e as coisas ocorrem, já tem outra percepção sobre si que permite continuar superando desafios.

E você? Aceita o desafio de ser sua melhor versão?

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de realização profissional e pessoal, Multi especialista de RH e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de desenvolver e transformar pessoas e carreiras.

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5 Motivos para fazer mentoria e 4 características para potencializá-la

Primeiramente, vamos definir o que é mentoria:

Mentoria é um processo de apoio e inspiração onde um profissional com mais experiência em determinada área, suporta outros profissionais em seu desenvolvimento, em sua atuação.

Por que mentoria é importante? Aqui 5 motivos (entre tantos) para fazer:

  • acelera seu desenvolvimento
  • diminui seus erros
  • te dá mais segurança
  • melhorar resultados para seus clientes
  • aprendizado focado em sua prática

Outros 2 pontos críticos quando se fala em mentoria estão ligados a como escolher o mentor. Além de verificar se a experiência que ele tem é algo que agrega valor para o seu desenvolvimento, existe um outro item também importante: empatia. A empatia facilitará a conversa e também as perguntas difíceis que você tem que fazer, bem como o que você ouvirá.
Sabe quais outros dois aspectos crítico em uma relação de mentoria? Abertura para o novo e preparação. De nada adianta estar em uma mentoria se você não estiver disposto a se repensar e a se preparar para suas sessões.
Lembre-se:

  • 10% do que aprendemos são pelos livros, cursos, palestras, etc
  • 20% é por coaching e mentoria,
  • 70% é vivenciando ... ou seja, a mudança ocorre no mundo da ação!!

Ah, se você não é Coach, não precisa continuar lendo. Já se por um acaso você que lê este artigo for Coach em início de carreira ... a Rumo Coaching & Consultoria tem um programa de mentoria “De Frente com o Coachee”, para auxiliar os coaches a serem seguros em suas atuações e não temerem o próximo passo.

Saiba mais aqui.

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de Realização Profissional, Mentora de coaches e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de transformando pessoas e carreiras.
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2 coisas que podem estar faltando em você e que atrapalham sua carreira

Pensando no que atrapalha a carreira das pessoas, acabei me deparando com dois itens interessantes no assessoramento de meus clientes. Sabe aquela frase “comunicação é o que o outro entende e não o que você diz”? Pois é, tenho pensando muito nela, não por uma questão de falha na comunicação, mas sim de insight sobre uma situação.

A situação especifica é sobre o meu trabalho como Coach, como desenvolvedora e transformadora de pessoas e carreiras. Desde que comecei a atuar como Coach em tempo integral, foquei em carreira em função dos meus mais de 15 anos de experiência em Gestão de Pessoas, especificamente em poder trabalhar com meus clientes para que pudessem se realizar em seus trabalhos, tendo equilíbrio e satisfação, para que segunda-feira não fosse algo ruim, para poder descobrir (e vivenciar) que dá para trabalhar e ser feliz.

E assim eu atendi (e atendo) pessoas que queriam buscar outras oportunidades e se encontraram em seu trabalho atual. Profissionais que acabaram escolhendo sair de onde estavam, outros que decidiram abrir seu próprio negócio; outros que pararam de simplesmente reagir ao meio e passaram a agir sobre ele, criando oportunidades, pessoas que precisavam de mais segurança para atuarem no que estava fazendo e performar melhor. Ou seja, diversos cenários ligados a um único tema: carreira, com um “subtema” de escolhas.

Como o aprendizado de fato só ocorre com a caminhada, com a ação, o tempo foi passando, os processos acontecendo e eu comecei a perceber que sim, meus clientes encontravam sua melhor versão, encontravam a satisfação no que estavam fazendo. Fui percebendo algo que só a experiência de atender várias pessoas permite: frases que se repetiam.

Seja acompanhado o progresso durante o processo, ou seja, no feedback final de meus clientes para mim, comecei a perceber uma repetição: “hoje tenho segurança”. SEGURANÇA e CONFIANÇA passaram a ser temas recorrentes na avaliação de por que o processo de coaching valeu a pena. O autoconhecimento e a clareza que o processo promove são fontes desta segurança e confiança. Acompanhar os insights dos clientes já é muito gratificante, e mais do que isso, poder ver as conquistas de fato com novos resultados que eles alcançam é a prova de que a metodologia funciona. Tenho acompanhado novos empregos, novos negócios, novos cargos e, principalmente, novos feedbacks que estes profissionais recebem e que deixam uma marca inegável: um grande sorriso no rosto deles e delas como resultado de suas conquistas.

E assim eu sigo com minha missão: de desenvolver e transformar pessoas e carreiras através da geração de segurança e confiança em si mesmo, para que você possa alcançar seu próximo passo.

Como diz a velha música: você precisa de alguém que te dê segurança 🙂

segurança

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de carreira e de RH, Mentora de coaches e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de transformando pessoas e carreiras.