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Qualificar ou não qualificar? E no que posso te ajudar!

Ola!!

Sem saber como desenvolver seus colaboradores ou achando que não tem retorno com treinamentos? Posso te ajudar!! A Rumo Coaching & Desenvolvimento traz para você e sua empresa estratégias em qualificação ligadas a inovação, preparação de habilidades para o presente e futuro do trabalho, sempre com o olhar de gestão de pessoas.

Desenvolvo soluções em qualificação e crio estratégias e trilhas de desenvolvimento para sua empresa. Como diferencias, a proposta da Rumo é oferecer desenvolvimento de forma prática e focada, reduzindo tempo dedicado a treinamentos, através de técnicas e conteúdos atualizados. Metodologia de levantamento e acompanhamento antes e depois da qualificação.

Treinamentos técnicos e comportamentais / softskills, reuniões facilitadas, cenários de inovação e gestão de pessoas, o que você precisar, eu desenvolvo e conduzo para sua empresa.

Conheça algumas de nossas ofertas já prontas e testadas:

– Gestão de Pessoas em tempos de Indústria 4.0 (Inovação)

– Quem tem medo do feedback? (Feedback)

– Que líder eu sou? (Liderança)

– E agora, que pergunta eu faço? (Entrevista por competência)

– Carreira: Planejando e desenvolvendo frente a novos cenários (Palestra carreira)

– Conta comigo! (Comunicação e relacionamento)

– Como rodar avaliação de desempenho (Avaliação de desempenho)

– Meus objetivos, meus resultados (Gestão de objetivos)

– Eu o outro e a comunicação (Palestra sobre comunicação)

– Um convite para conversar (Comunicação não violenta e conflitos)

– Coaching de carreira

– Coaching de liderança

– Mentoria para RH

– Mentoria para líderes

 

Lançamentos para 2019:

– Desenvolvendo habilidade do futuro

– Conflito e negociação

– Liderando em tempos de 4.0

– Técnicas de coaching para liderança e desenvolvimento

– Palestra Habilidades do Futuro

– Como realizar treinamentos e reuniões on line

 

Treinamentos oferecidos nas regiões de Blumenau, Joinville, Itajaí, Jaraguá do Sul, Florianópolis e também remoto.

O que você precisa ou deseja não está nesta lista? Não tem problema!! Vamos conversar e eu desenvolvo algo específico para você e sua empresa.

Oferecemos qualificações abertas e in company. Veja nosso calendário de qualificações abertas aqui!!

Quer saber de algumas empresas que seus profissionais já passaram por ações da Rumo? Veja aqui !!

Conte com uma Multi especialista em RH e especialista e 4ª Revolução Industrial para os seus desafios.

Conheça mais em nossas redes sociais e vamos conversar para que a Rumo te ajude a desenvolver seus colaboradores e sua empresa para o presente e para o futuro!!

Obrigado!

Cibele Sanches

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(apresentação sobre avaliação de habilidades do futuro na 2ª turma do MBI de Indústria Avançada – FIESC/SENAI – Florianópolis)

É pelo computador?

Confira artigo publicado pela Revista do Coaching Brasil nº 52 (http://revistacoachingbrasil.com.br/)

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“Como assim … é pelo computador?” … Ah, tantas vezes ouvi isso … e tantas vezes ainda ouvirei.
Trabalho com processos formais de coaching remoto há 2 anos, pois processos informais devem fazer mais de 10, quando minha atuação era dentro das empresas. Lembro quando, há mais de 10 anos, falávamos em entrevista por telefone (não era nem por Skype) e isso simplesmente parecia um absurdo. Depois tivemos o acesso melhor a internet e ferramentas de comunicação instantânea que não contavam mais somente com a voz e sim com a imagem. Entramos na era dos e-learning, tanto os ao vivo como os gravados. Temos possibilidade de fazer vídeo conferência de nossos celulares em qualquer lugar que tenha transmissão de dados. Vemos os telejornais com múltiplos apresentadores ao mesmo tempo em diferentes localidades interagindo como se estivessem ao mesmo tempo no mesmo lugar. Temos o presidente da nação com o maior poderio militar do planeta impactando o mundo com até 140 caracteres de sua conta do Twitter. Ou seja, vivemos tempos bem modernos!!! Diante de tudo isso, por que um processo de coaching precisa ser mandatoriamente presencial? Escuto de alguns profissionais que processos a distância são impessoais, frios e que não tem a mesma qualidade … é um ponto interessante … vamos há alguns dados.

Segundo Morgam, Harkins & Goldsmith (2004), no livro “The Art and Practice of Leadership Coaching” eles trazem alguns dados sobre a entrada do coaching no mundo empresarial, inicialmente como instrumento para recuperação de performance (ou seja, só fazia coaching quem estava muito mal na empresa). Com os resultados, foi percebido que com se esta metodologia ajudava quem estava com dificuldades, poderia fazer muito bem para quem tinha boa performance, adquirindo parte do viés que tem hoje, de meio para aperfeiçoamento e não apenas correção. Este movimento veio muito forte nos Estados Unidos, quando os processos eram feitos em um bom número por: telefone. Isso mesmo, através de uma ligação telefônica, e nem era celular, nem tinha viva voz, capaz até de ser telefone de disco. Ironias tecnológicas a parte, a questão é que não é uma ferramenta nova a possibilidade de realizar processos a distância.

Vamos mais longe? Aos que tiveram oportunidade de estudar um pouco sobre Freud, lembrarão que ele trocava correspondências com alguns de seus pacientes e utilizava isso como parte do processo de análise dos mesmos … e isso há 100 anos atrás … imagina o que Freud faria na era do WhatsApp!!! Mais um exemplo? Nos Estados Unidos existe uma plataforma na web, com altos níveis de desempenho e eficácia, para dar suporte a quem tem transtorno de ansiedade e está em momento de crise … além de ser baseada na internet e consequentemente a distância, o atendimento é feito por um robô, não há interação pessoa – pessoa e mesmo assim o processo é muito eficaz.
Estes são só alguns exemplos. Claro que não estar presente fisicamente muda algumas coisas, algumas informações são transmitidas e recebidas de forma diferentes. E nisso é bom lembrar que o ser humano é dotado de mais de um sentindo, quando uma forma de percepção é privada, outras se sobressaem.

Estar remoto (sem imagem) faz com que, naturalmente, se tenha muito mais atenção em tudo que a voz comunica (que não é só a fala). Do lado do coachee, também permite este a se concentrar mais em si mesmo, uma vez que ele não tem “ninguém o olhando”. E sim, eu já recebi este comentário de clientes. Duas outras grandes possibilidades do coaching remoto para o coachee é não ter que gastar tempo e dinheiro em deslocamento, além da flexibilidade de agenda. Pode cuidar do seu desenvolvimento onde quer que esteja, desde que com acesso a um telefone ou computador e que se sinta confortável para fazer uma sessão de coaching.

Vejo também que a modalidade de coaching remoto é mais aceita para alguns tipos de público, como pessoas com perfil mais prático e também que já estejam acostumadas com reuniões e relacionamento a distância. Coaching remoto é apenas uma opção óbvia e natural para este público. Pode ser aplicado a qualquer público, pois a conexão Coach-coachee ocorre pela técnica do Coach, não por estar presencial. O estado de flow ocorre do mesmo jeito … talvez até melhor.

Para quem nunca fez uma sessão de coaching remoto, a percepção de viabilidade e benefício desta modalidade é muito influenciada pela cultura e construção de valores. Para quem já passou por uma experiência, sua opinião é formada pela habilidade e naturalidade que o Coach conduz o processo e faz o coachee chegar a resultados. Podem existir preferencias, mas com certeza, não existem limitações além das próprias do processo de coaching … tem dúvida? Experimente, teste, converse com um colega Coach que trabalhe assim e peça para fazer uma sessão … você se surpreenderá.

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria e atuo com desenvolvimento de pessoas e organizações. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBI en Indústria Avançada (FIESC/SENAI), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

Blog: Clique aqui se quiser ler este artigo no meu LinkedIn

Email: contato@rumocoaching.com.br

O que faço?

Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas e organizações, ajudando a resolver problemas (e quem não tem problemas para resolver, não é?!).  Uso meus mais de 16 anos de experiência com gestão de pessoas em diferentes cenários de empresas como base para minha atuação. Quer saber como posso ajudar dentro do 3Es que comentei no artigo anterior? Vamos lá:

Para as empresas, ofereço, através da Rumo Coaching:

Workshops e treinamentos com temas de gestão de pessoas e liderança, com temáticas variadas e também inspirados em técnicas de coaching em grupo. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

Avaliação de potencial e de perfil, baseados em entrevista comportamental, e ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Avaliação 360º, muito utilizada para desenvolvimento de lideranças e de talentos dentro da empresa, uma vez que trabalha a percepção destes por diferentes pessoas de dentro da organização. Retrata o que o profissional demonstra, ou seja, como sua exposição é percebida pelos outros.

Coaching de carreira, que é um processo de melhoria focado e acelerado para desenvolvimento de competências. Envolve exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Mentoria para desenvolvimento de líderes, acompanhamento próximo e focado em técnicas de gestão de pessoas e liderança, gerando feedbacks precisos e planos de ação adaptados para maior eficácia da gestão. Este é um caso clássico que representa do eixo do exemplo no desenvolvimento.

 

Para profissionais, atuo com as mesmas ofertas de serviços, personalizando para cada pessoa, a saber:

Desenvolvimento pessoal, através de Coaching, para identificar e desenvolver para próximos níveis de carreira, bem como para resolver problemas no ambiente de trabalho … como aquele tipo de situação de impasse que sempre te deixa desconfortável … temos como trabalhar nisso através desta metodologia de melhoria focada e acelerada, baseado em conversas orientadas, ferramentas específicas e ações entre as sessões. Coaching realizado de forma remota, ou seja, sem tempo gasto em deslocamento e todo tempo investido no seu desenvolvimento. Em relação aos eixos do desenvolvimento, está ligado a exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Autoconhecimento, através de ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Desenvolvimento profissional, através de avaliação 360º de mais de 15 aspectos de seu comportamento e avaliado por diferentes pessoas de sua convivência no trabalho. Evidencia como você é percebido, ou seja, o impacto nos outros de sua exposição.

Qualificação, através de treinamentos e workshops presenciais e on line sobre diferentes temas de gestão de pessoas e liderança. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

 

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você não viu o artigo que falo sobre desenvolvimento e os 3Es, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  )

 

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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O quebra cabeça do desenvolvimento

Faz muito tempo que trabalho com pessoas e sempre com a missão de apoiar a evolução de cada um, independente da função formal que eu desempenhasse.

Uma coisa bacana de trabalhar com adultos, é porque eles se desenvolvem porque querem, ou seja, se não querem … nem adianta tentar … agora … quando querem, quando precisam …. então se empenham e entregam ótimos resultados!!

É muito comum desenvolvimento ser tratado como sinônimo de treinamento, sendo que treinamento é treinar (obvio!!) que é “torna alguém capaz de desenvolver algo, através de orientação ou instrução; formação”. Ou seja, ele é um processo de aprendizagem.

Mas então, o que é o tal do desenvolvimento? Desenvolvimento: “Ação de crescer ou progredir; progresso”.

Desenvolvimento é um processo mais global e sistêmico e que não envolve somente instrução (a popular sala de aula ou leitura de um manual). Ele envolve competência, ou seja, saber (conhecimento), saber fazer (habilidade) e querer fazer (atitude). Se tratarmos da definição mais moderna de competência, ainda temos a questão de como fazer (valores) e a ética.

Tá, e como se trabalham estes 5 fatores se a sala de aula e a leitura do manual não é solução para tudo? Você já ouviu falar do princípio dos 3Es ou do 10-20-70? Talvez eu chova no molhado, e vou correr o risco mesmo assim para poder explicar. São duas formas de tratar o mesmo quesito: o desenvolvimento.

Os 3Es são:

Estudo

Exemplo

Exposição

 

Ou também podem ser representados pelo conceito do 10-20-70.

A saber:

10% do que aprendemos, aprendemos pelo estudo formal (cursos, treinamentos, livros, palestras …)

20% do que aprendemos, é pelo exemplo, é o aprender através de outros. Então aqui entra a mentoria, não necessariamente um programa formal, mas você ter um exemplo a ser seguido e também o coaching, através de modelagem de comportamentos. Quem te inspira no quesito que você quer se desenvolver? Quem é referência? Aqui entra a criatividade também, porque você pode modelar o exemplo de alguém que você não conhece pessoalmente. Vou contar um caso: estava definindo com um cliente pessoas nas quais ele podia se espelhar para seu desenvolvimento, cumprindo esta parte dos 20%. Ele citou Steve Jobs. Perfeito!! Missão dele: descobrir o que Steve Jobs fez para poder aprender os “truques” e se pergunta “O que Steve Jobs faria?” para ajudar a encontrar seu modelo de atuação e aprender com isso. Claro que pode ser alguém mais próximo também, um colega do trabalho, um cliente, uma pessoa da família que seja boa naquilo que você está querendo se desenvolver. Observe e converse com esta pessoa e veja como ela faz o que faz. Diga o que você faz e peça a opinião dela (lembre-se quando pedimos feedback, temos que aceitar, mesmo que eventualmente não se concorde naquele primeiro momento. É importante ter em mente que você está conversando com alguém que você escolheu como referência, a análise desta pessoa pode te ajudar muito 😉 ). Lembre-se: beba nas fontes certas 😉 . Aqui vale lembrar o ditado “diga-me com quem andas ….”

70% é exposição, é prática, é como você coloca no mundo real o que aprendeu através do aprendizado formal e dos modelos. E aqueles que você escolhe como modelos/mentores nos 20% também te ajudam no processo de análise e correção de rota do que você está colocando em prática. É a hora de exercitar as novas musculaturas.

Perder de vista que nem tudo é sala de aula é um dos motivos pelos quais muitos programas de treinamento são avaliados como de baixa retenção ou melhoria … é … você pegou o ponto, um programa de treinamento por si só, vê somente o estudo, os 10% do processo de desenvolvimento.

Ah, mas é muito mais fácil sentar numa sala de aula e ficar lá só ouvido, principalmente se puder ficar sem falar nada e fazer nada … bem passivo … com certeza tende a ser muito mais fácil, a questão é … isso é efetivo? Sabe, não é tão difícil assim ver os outros “90%” da história. Basta se perguntar 2 coisinhas:

– Quem pode me ajudar/quem é meu modelo neste assunto?

– Como e quando vou aplicar isso no mundo real?

Pronto, você começou a dar conta dos outros 90%.  É no mundo real, na prática, na ação que ocorrer a transformação e a evolução de fato.

Ah, e se não der certo? Ok, pode acontecer, até porque, só erra quem tenta. E, se não deu certo, é só analisar o que deu errado, corrigir e agir novamente … a boa e velha melhoria continua!!! Então fica sempre o convite de entrar em ação, pois uma ideia que não sai da cabeça … é a mesma coisa que não ter tido a ideia.

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você ficou curioso e que saber como eu trabalho estes pontos com meus diferentes clientes, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço? Você pode ver neste outro artigo. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  🙂 )

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Você é elo mais fraco?

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Certo dia eu estava viajando de férias, e me foi dito que eu não poderia executar determinada atividade porque haviam outra pessoa do grupo que não conseguiria acompanhar, mesmo eu tendo me preparado e estando apta. Obvio que fiquei irritada, porque em minhas férias teria de deixar de fazer algo porque alguém não estava pronto quando o grupo inteiro estava preparado para uma condição que todos sabiam que enfrentariam!!! Enquanto lidava com minha irritação e negociava, eu comecei a pensar fora daquele cenário: sobre como se nivelam diversas atividades e situações no dia a dia, nas empresas, na família, na escola, na sociedade… Minha irritação virou tristeza. Por quê? Porque percebi (do tipo “caiu a ficha”) que se nivela o que se faz pelo elo mais fraco. Ok, eu talvez gere polêmica com o que vou contar aqui, apenas peço que você possa acompanhar o raciocínio e lembro que eu não sou dona da verdade, é apenas um ponto de vista visto de um ponto.

Quero trazer uma ideia que, na primeira vez que ouvi, há muitos anos, pensei “Não, não é bem assim”. O conceito é:

“Uma corrente tem a força de seu elo mais fraco.”

Não importa o quão forte ela seja, o tamanho, a solda os materiais que a corrente é feita … se houver um elo fraco, ela se rompe quando se atinge a resistência deste mais fraco e todos os demais elos tornam-se um “desperdício”. Desperdício no conceito de que se tem recurso e não se usa. Como na imagem que ilustra este artigo, não importa se praticamente todos os elos são de aço, é o clips que determina a força.

Por que eu acho isso triste? Porque me faz pensar o quanto praticamente tudo é nivelado pelos low performances, por quem tem baixo desempenho. Não se pode fazer mais porque tem gente que não acompanham, tem que levar mais tempo, porque não acompanham. Não se pode apresentar material em inglês na empresa porque, apesar de terem tido tempo de aprender, alguns (sim, somente alguns) não acompanham. Não se pode começar no horário a reunião, a aula, o trabalho porque alguém não chegou no horário (e incrivelmente costumam ser sempre os mesmos e com a mesma justificativa 🙂 ).

Se você chegou até aqui neste texto, muito provavelmente, das duas uma: ou está concordando ou está me odiando, achando que estou sendo radical, insensível ou coisa assim. Confesso que eu também achei durante muito tempo. Por isso fui conversar comigo mesma: “Mas, Cibele, as pessoas não nascem sabendo!!Tenha paciência!!”. Fato!! As pessoas não nascem sabendo. Mergulhei mais ainda na análise e fui ver no meu dia a dia de trabalho como esse elo mais fraco ocorria e porque ele ocorria (a boa e velha análise de causa raiz e dos “por quês?”).  Quando se analisa mais a fundo problemas em organizações, ou processos que existem nos diferentes grupos, observa-se que o elo mais fraco de fato, em muitas vezes, não sabe, falta habilidade, conhecimento … e quando se analisa um pouquinho mais a fundo … faz muito tempo que não sabe, não aprendeu com a experiência, no clássico: “não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”.  Mais ainda, dificilmente são as pessoas que estão buscando desenvolvimento, buscando aprender e ser melhor.

Tá, e porque não são os que estão aprendendo o elo mais fraco? Porque quem está se desenvolvendo não está passivo em uma situação. Se não sabe, busca a solução, corre atrás e se importa com as consequências, inclusive antecipado-as, para poder mitigar eventuais “falhas”. Diferente do elo mais fraco que não liga se der errado, pois não é problema dele, a parte dele ele fez (ou acha que fez).

Ficou mais clara a separação? Faz sentindo para você?

Daí eu segui pensando em outra questão, agora lembrando da teoria (e prática) das relações interpessoais: as relações existem porque as partes, bem ou mal, concordam em se relacionar. E aqui as perguntas difíceis:

 

O quanto quem correr atrás acaba aceitando ser nivelado por baixo?

O quando isso acaba desmotivando e impedindo o progresso maior do grupo?

Vamos resgatar um exemplo bem simples? Quem chega no horário para reunião, aulas e compromissos? Já ouviu: “ah, vamos esperar os atrasados!!!”. Quero fazer um convite a você:  “Não, não vamos!! Vamos começar no horário, vamos nivelar por cima e não por baixo!”. E vamos fazer isso para outras situações também!!

Faço esse convite: honre seu empenho, seu desenvolvimento, ajude na produtividade do seu grupo, da sociedade e vamos eliminar os elos mais fracos. Sim: eliminar!! Se você vê que alguém está sendo o elo mais fraco e você pode ajudar, convite para se fortalecer, se a pessoa não quiser, é escolha dela, assim como é escolha sua honrar o seu empenho. Talvez os elos fracos nem percebam que estão sendo excluídos de algumas correntes (lembra?! Eles não ligam!), talvez (e muito provavelmente) até fiquem felizes em poder estar em uma corrente da mesma força deles. E se perceberem que estão por fora do que queriam, daí pode ser que queiram se fortalecer, se não, enquanto isso, formam sua própria corrente, nivelada pelas suas próprias forças e que também é útil e não enfraquecem a de elos mais fortes. Quem está disposto a se desenvolver e trabalha nisso, nunca é um elo fraco … o resto … bom … o resto é seleção natural 😉

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha um ótimo dia!!!

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Já é 2017!!! O que você vai realizar?

Feliz 2017!!!!! Que este ano seja cheio de realizações!!

E, para realizações … é preciso ter objetivos!!

E você … já fez seu planejamento?

Mas …. Por que é importante ter metas? Essa é simples de responder, porque ter claro o que se deseja, sua linha de chegada lhe ajuda a tomar melhores decisões em seu dia a dia.

Ter objetivos definidos, claros e ter eles presentes (ou seja, lembrar deles constantemente) fazem com que suas escolhas sejam mais fáceis de serem feitas. E quando se sabe O QUE se quer fazer, o COMO aparece. Não acredita?! Não tem problema … teste!!  🙂

Quando se estuda pessoas que tiveram grandes realizações, observa-se que elas não foram por acaso, elas tinham propósito, elas sonharam, desejaram e transformaram em objetivo para então colocar em ação.

Poderia passar muito tempo aqui defendendo o porquê do estabelecimento de objetivos, mas isso você já deve ter visto bastante por aí e quero poder ajudar. Como? Tenho duas dicas de planejamento.

Defina, para este ano, o que você quer:

  • Ter
  • Fazer
  • Ser

Simples assim!!

Não importa o tamanho da meta, se ela é importante para você, ela vale a pena. Defina o que você quer e visualize o que você ganhará com isso, como você vai se sentir … isso te dará uma motivação extra para chegar lá.

Se ainda precisar de um “empurrãozinho”, confira as entrevistas que dei sobre o tema:

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Como Tirar Planos do Papel – Jornal do Almoço – RBS TV

Saiba como planejar o ano – SBT & Você especial de final de ano

Você quer mais material? Material mais profundo? Dá uma olhadinha no que preparei sobre planejamento pessoal? Clique aqui e acesse!!

Pois você já sabe, já é 2017!!! Não deixe ele ao acaso ou sob a força das circunstâncias, defina você o que você quer antes que alguém faça por você e você não goste 😉

Lembre-se: quem tem clareza, realiza!!

Um ótimo 2017 para você!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Rumoletter - NOTÍCIAS E INFORMAÇÕES COM FOCO EM VOCÊ!!!

Rumoletter – Dezembro 2016 – Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

Rumoletter

Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

O desconhecimento de nossas fortalezas, daquilo onde somos talentosos, que somos bons, acaba nos impedindo de usar essas características para nosso sucesso.

Por que fazemos isso? Bom, existem algumas explicações. Um porque normalmente somos os últimos a saber de nossos talentos. Quem me acompanha, já me ouviu falar sobre isso. Nosso talento é algo tão natural para nós que não entendemos como os outros não são assim. Acabamos descobrindo nossos talentos através de feedback e de autoanalise, como quando, por exemplo, paramos para pensar porque algo deu certo.

Mas, porque estou falando nisso de novo? Já explico!! Chegou o final de ano e, com ele, o ritual de fechamento de ciclos e avaliações. Um grande desafio que muitos enfrentam nesta ação é o mais básico: não ter definido metas, ou sua variante: ter definido os objetivos, mas não de forma clara …. aí fica mais complicado de poder acompanhar. Mas vamos considerar que você definiu suas metas de forma clara … a hora da verdade: você alcançou? (Tomara que a resposta seja: “sim!!!!” ).

A medida  “alcançouavaliação / não alcançou” de um objetivo é bem clara. O que eu quero trazer atenção é para quando a resposta é “não alcancei”. O que fazer? Deixar assim? Esquecer? Ficar frustrado e deprimido? Se você de fato trabalhou por este objetivo, minha resposta é NÃO!!! Valorize sua caminhada. Ok, você não chegou no destino que queria …, mas você caminhou em direção a ele? Você se desenvolveu? Você buscou novos alternativas?

Dentro do desenvolvimento, não é somente concluir uma atividade que traz o aprendizado e o sucesso, o processo de melhoria continua também. Poder entender o que deu certo e o que não deu, fazer sua autoanalise, pedir feedbacks lhe ajudará a entender o que aconteceu e te fará, provavelmente, descobrir talentos, habilidades e pontos fortes não conhecidos e que você pode aplicar na busca deste objetivo. E o que fazer com isso? Quem já fez trabalho de coaching comigo já me ouviu dizer: foque em suas fortalezas, elas lhe ajudaram a vencer seus pontos de melhoria.  E lembre-se, o resultado acontece com a ação … vamos para a prática!!

Como o calendário não é linear, é circular, ou seja, acaba um ano e o outro começa, aproveite!! Trace e realinhe seus objetivos para 2017 de forma consciente e clara, afinal, você merece ter sucesso!!!

Para ajudar, eu preparei um material de planejamento que você pode baixar gratuitamente, é só clicar aqui 😉 E, se quiser trocar uma ideia, me manda um email com sua questão que eu te ajudo, afinal, um dos meus talentos é achar soluções e resolver problemas 😉

Uma ótima revisão de 2016 e uma excelente definição de objetivos para 2017 para você!!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: Desenvolvendo pessoas através de solução de problemas no trabalho e na carreira!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

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Você sabe mesmo quais são seus talentos ? Um processo de autodescoberta!

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Fonte: Shutterstock.com

Quem empreende, seja em uma nova carreira, projeto ou empresa, enfrenta diversos desafios e precisa estar atento as oportunidades, fortalezas e tantos outros fatores … Melhoria continua é um dos pilares de meu trabalho. Por isso, busco conversar com meus clientes depois de termos concluído nossos projetos.  Recentemente fiz um levantamento mais formal para entender sobre os resultados que os processos de desenvolvimento e coaching estavam gerando após o encerramento dos mesmos.

Refletindo sobre as respostas de meus clientes, me lembrei de um texto que escrevi sobre talento e comecei a rir (porque me caiu uma ficha), pois meus clientes estavam me dando alguns feedbacks claros sobre algo que não estava tão presente para mim.

A saber: “Talento, palavra de origem latina, é a inclinação natural de uma pessoa a realizar determinada atividade” (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Talento)

No artigo que escrevi, eu comento que talento é algo que os outros te contam porque para você é algo natural que você nem “presta atenção”. Conversando com meus clientes entendi uma característica minha que estava impactando positivamente a eles: a capacidade de resolver problemas. Então me lembrei que ao longo de minha carreira ouvi muitas vezes sobre mim ou foi o motivo pelo qual as pessoas me buscavam … sabe algumas das frases que mais escutei na minha vida (profissional e também pessoal):  “Ela resolve”, “Ela dá um jeito”, “Conversa com ela que você vai achar uma solução”.

Meus clientes comentaram que o processo de coaching permitiu a eles: resolveram problemas, resolveram situações, começando em suas vidas profissionais e indo também para o lado pessoal (sim, porque esta divisão é meramente didática e não prática) … acho que posso dizer que não sou simplesmente uma Coach de carreira, sou uma “problem solving coach” 🙂 . O foco, a sistematização, a análise e detalhamento das images-21situações e desafios, a busca de alternativas eficazes e efetivas, ou seja, não resolver apenas para o momento, mas sim algo que dure além do instante; foram alguns dos itens que não fui eu que enumerei, mas meus clientes, como resultado de suas ações de desenvolvimento profissionais e pessoais.

Porque conto esta história? Alguns podem até pensar “nossa, ela está abrindo um ponto cego dela e se expondo”, mas na verdade quero mostrar o quanto as oportunidades de crescimento estão a nossa volta, é questão de fazer as perguntas certas as fontes que importam. O processo de coaching, e consequentemente desenvolvimento, se baseia também em melhoria continua, estar aberto para ver o que era um ponto cego e transformar isso em alavanca … isso é a magia do crescimento, de buscar satisfação, realização e equilíbrio. E você? O que você tem de talento e que não está sabendo e/ou usando a seu favor? Quer uma dica? Copio aqui um pedaço de meu outro artigo:

“ … use estas três dicas para achar seus talentos:

  1. Reflita e mapeie o que é fácil para você realizar
  2. Escute o que os outros te dizem que você faz bem
  3. Mapeie o que sempre te chamam para fazer porque você faz melhor que os outros”

Espero que estas breves linhas possam te ajudar a ter insights sobre você mesmo, e se tiver alguma questão para resolver e que precise de ajuda … estou por aqui 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: eu ajudo profissionais experientes a resolverem problemas e terem vidas mais felizes e equilibradas!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

Obrigada por ter lido este artigo e um ótimo dia!!!

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Você quer ser mandado? 95% da população quer!

rumoAposto que a maioria dos que estão lendo este título dirão que NÃO em voz alta, mas, na voz interior dirão que SIM.

SIM, a maioria das pessoas querem ser mandadas, querem que os outros tomem as decisões e as direções por elas. Diversas fontes indicam (de Napoleão Hill a pesquisas do Gallup) que 95% da população é seguidora, ou seja, quer e necessita que seja dito o que tem que ser feito e são ótimos “fazedores” em muitos casos. Não tomam as rédeas de sua própria vida. Toma sim decisões, mas dentro de um script já traçado por outro alguém … sim, os 5% restantes. Neste 5% restantes encontramos os líderes, os disruptivos, os “rebeldes com causa”, os realizadores.

Por que estou escrevendo isso? A inspiração deste artigo veio de conversas sobre o logo de minha empresa, sim, sobre o logo … conversa bem trivial né?! E uma discussão entre dizer o que as pessoas devem ou não fazer. A maioria das pessoas acha que o logo da Rumo Coaching é uma bussola, mas, na verdade, é uma rosa dos ventos. Um dia uma pessoa me perguntou:

– Mas qual é a diferença? Não é a mesma coisa?

Eu respondi:

– Não, não é a mesma coisa, estão relacionadas, mas não são a mesma coisa.

Expliquei para ela e ela me questionou (quase indignada):

– Mas você não diz para as pessoas o que elas têm que fazer?

Eu disse:

– Não! Eu auxilio elas a encontrarem o que faz sentindo para elas e não o que faz sentindo para mim, pois não sou a dona da verdade!

Mas afinal, o que é uma rosa dos ventos? Ela marca onde estão os pontos cardeais (a saber, norte, sul, leste e oeste) e suas “subdivisões”. Você provavelmente já viu um mapa ou mesmo download-12em uma praça com o desenho da rosa dos ventos. Uma bussola é uma agulha magnética que sempre aponta o norte magnético da terra. Não importa onde você esteja, ela aponta o norte. Em muitas existe o desenho da rosa dos ventos em seu interior, como uma referência visual, para que você possa alinhar a agulha com o Norte da rosa e identificar mais claramente os demais pontos para então, literalmente, tomar seu rumo.

Tá, mas onde está a relação disso com o “ser mandado” da introdução deste texto? Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas, auxiliando em seu equilíbrio, realização profissional e pessoal, bem como tomada de decisão. Não faço isso dizendo “é assim que se faz” e sim mostrando que existem possibilidades para que a pessoa mesma decida como orientar seu rumo.

Mas não é mais fácil simplesmente dizer o que fazer? Fácil é, efetivo … não.

Aqui, mais um dado sobre desenvolvimento … segundo artigo da Harvard Bussines Review, apenas cerca de 20% a 25% de quem passa por programas de desenvolvimento realmente leva o que aprendeu para o dia a dia e faz disso algo relevante. Existem diversos fatores para isso (o artigo realmente vale a pena a leitura). Um dos grandes motivos pela baixa conversão é a falta da compreensão de porque é importante uma mudança, e antes disso ainda, para que mudar se a maioria faz assim, se sempre foi feito assim, se sempre deu resultado assim e tantas outras frases que você já deve ter escutado (e dito, porque todo mundo acaba dizendo isso … alguns as vezes …. outros … sempre).  As mesmas respostas a perguntas diferentes não trarão resultados melhores, somente piores.  Mas se foi o outro que mandou … qual minha responsabilidade?! E aqui voltamos ao ponto do início deste texto: esperar de fora para que não se tenha que mexer por dentro. Aqui novamente um paralelo entre bussola e rosa dos ventos: uma coisa é saber quais são as direções possíveis, a outra é decidir para onde se vai. Em navegação existem algumas premissas, duas fundamentais são:

– Você sempre tem que saber onde está

– Você sempre tem que saber para onde vai

 

Sem uma destas, você estará à deriva. E é impressionante o quanto muitos ficam à deriva em suas carreiras e vidas, pois ou não sabem onde estão ou não sabem para onde querem ir e, por inercia, ficam esperando que alguém os coloque em um rumo … e quando não se sabe para onde vai … qualquer caminho serve a única coisa é que não leva você para onde você quer, pois você deixou outro definir a rota por você.

Sentimento de vazio? Sentimento de inadequação? Você não está onde gostaria? Desenhe sua rosa dos ventos, pegue sua bussola e decida para onde você quer ir … venha fazer parte dos 5% que estão presentes as suas escolhas, decisões e realizados com elas 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria, onde minha missão é desenvolver e transformar pessoas e carreiras. Como faço isso? Através de ações focadas em desenvolvimento, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

Ah, também sou capitã amadora, então … tive que aprender sobre navegação 😉

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

Obrigada por ter lido este artigo e um ótimo dia!!!

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Rumoletter - NOTÍCIAS E INFORMAÇÕES COM FOCO EM VOCÊ!!!

Rumoletter – Novembro 2016

Planejamento pessoal: Rumo à 2017!!!

Menos de 60 dias para terminar o ano … como este ano foi até aqui? Como estão suas metas?

Só espero que sua resposta não seja: “metas?! Que metas?!” wink

Falta pouco para terminar o ano, mas isso não quer dizer que metas estejam sem possibilidade de serem realizadas. Primeiro que o calendário não acaba, ele continua, ou seja, em 1/janeiro não se zera o cronometro. Tudo depende do que você se propôs. Segundo que quase 2 meses é bastante tempo, desde que este tempo seja usado produtivamente!!

E que tal revisar suas ideias para 2017?! A Rumo tem duas formas de te ajudar. Uma recebendo o material de planejamento pessoal exclusivo que preparei para clientes da Rumo. Muito além de definir uma meta pessoal versus profissional (como se as duas fossem opostas) uma reflexão mais profunda e sistemática, para permitir insights e boas ideias (e ações) para este novo ciclo.

Ficou interessado?! Clique aqui e cadastre-se para receber OU envie um email para “contato@rumocoaching.com.br” com “EU QUERO” que eu envio para você wink

A outra é fazer algumas sessões de planejamento, focado em você com auxílio profissional. Interessou? Entre em contato comigo, mande um email dizendo: “EU QUERO CONVERSAR”, para contato@rumocoaching.com.br que conversaremos laugh

Vamos falar um pouco mais sobre metas?! Você viu o vídeo que publiquei em outubro?! Ele fala sobre “Tentar X Conseguir”, como muitas vezes podemos estar nos sabotamos sem perceber. Dá uma olhada e já coloca em prática na definição de seus objetivos para 2017!!!

Assista:

Youtube      ou         

Quero aproveitar esta Rumoletter para responder uma pergunta que muitos me fazem: quanto dura um processo de coaching? Primeiro, vamos lembrar que coaching é um processo focado de melhoria acelerada.

Bom, existe um número “mágico” de mercado de 10 sessões. Sem entrar em muito detalhes, uma das bases para este número é uma das “pernas” do coaching que é a terapia cognitiva comportamental ou terapia breve. Apesar da metodologia coaching não ser terapia, ela se baseia em conceitos terapêuticos entre outros. E daí vem processos de 2 a 3 meses. Novamente, estou fazendo uma explicação superficial, se não vira um artigo blush .

Curiosa com a pergunta que me fazem, fui ver o histórico de meus clientes, pois de 2 a 11 sessões … tenho um pouco de tudo smiley . Tudo depende do foco e do ritmo que o próprio cliente coloca.

Vamos aos dados:

53% de meus clientes concluem seus processos até na 7ª sessão.

Se você será mais ou menos? Não sei, e também penso que isso não é o mais importante, o que importa é você alcançar seu resultado!!!

Ainda sobre os processos de coaching que já conduzi, tenho a grata satisfação de ter 100% de aprovação, com uma avaliação de 9,7 … penso que os clientes aprovam laugh . Muito feliz por ver meus clientes alcançarem seus resultados!!

Quer saber mais sobre coaching? Veja este artigo que escrevi, clique aqui!!

Quer acompanhar mais da Rumo? Escolha sua rede social favorita, estamos lá e em breve com mais novidades!! Acompanhe!! Clique aqui para as redes sociais da Rumo, curta e compartilhe!!

E você já sabe, falou em desenvolvimento profissional e pessoal, busca de maior realização e equilíbrio … venha encontrar seu rumo com a Rumo!!

Gostou dos conteúdos? Quer tirar alguma dúvida ou dar sugestão?! Entre em contato comigo!!

Obrigada e um ótimo Novembro!!

Cibele Sanches

Coach de realização profissional e pessoal | Mentora de coaches | Consultora de gestão de pessoas

Rumo Coaching & Consultoria

Você é o melhor que você pode ser?

 

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