O que faço?

Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas e organizações, ajudando a resolver problemas (e quem não tem problemas para resolver, não é?!).  Uso meus mais de 16 anos de experiência com gestão de pessoas em diferentes cenários de empresas como base para minha atuação. Quer saber como posso ajudar dentro do 3Es que comentei no artigo anterior? Vamos lá:

Para as empresas, ofereço, através da Rumo Coaching:

Workshops e treinamentos com temas de gestão de pessoas e liderança, com temáticas variadas e também inspirados em técnicas de coaching em grupo. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

Avaliação de potencial e de perfil, baseados em entrevista comportamental, e ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Avaliação 360º, muito utilizada para desenvolvimento de lideranças e de talentos dentro da empresa, uma vez que trabalha a percepção destes por diferentes pessoas de dentro da organização. Retrata o que o profissional demonstra, ou seja, como sua exposição é percebida pelos outros.

Coaching de carreira, que é um processo de melhoria focado e acelerado para desenvolvimento de competências. Envolve exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Mentoria para desenvolvimento de líderes, acompanhamento próximo e focado em técnicas de gestão de pessoas e liderança, gerando feedbacks precisos e planos de ação adaptados para maior eficácia da gestão. Este é um caso clássico que representa do eixo do exemplo no desenvolvimento.

 

Para profissionais, atuo com as mesmas ofertas de serviços, personalizando para cada pessoa, a saber:

Desenvolvimento pessoal, através de Coaching, para identificar e desenvolver para próximos níveis de carreira, bem como para resolver problemas no ambiente de trabalho … como aquele tipo de situação de impasse que sempre te deixa desconfortável … temos como trabalhar nisso através desta metodologia de melhoria focada e acelerada, baseado em conversas orientadas, ferramentas específicas e ações entre as sessões. Coaching realizado de forma remota, ou seja, sem tempo gasto em deslocamento e todo tempo investido no seu desenvolvimento. Em relação aos eixos do desenvolvimento, está ligado a exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Autoconhecimento, através de ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Desenvolvimento profissional, através de avaliação 360º de mais de 15 aspectos de seu comportamento e avaliado por diferentes pessoas de sua convivência no trabalho. Evidencia como você é percebido, ou seja, o impacto nos outros de sua exposição.

Qualificação, através de treinamentos e workshops presenciais e on line sobre diferentes temas de gestão de pessoas e liderança. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

 

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você não viu o artigo que falo sobre desenvolvimento e os 3Es, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  )

 

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

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O quebra cabeça do desenvolvimento

Faz muito tempo que trabalho com pessoas e sempre com a missão de apoiar a evolução de cada um, independente da função formal que eu desempenhasse.

Uma coisa bacana de trabalhar com adultos, é porque eles se desenvolvem porque querem, ou seja, se não querem … nem adianta tentar … agora … quando querem, quando precisam …. então se empenham e entregam ótimos resultados!!

É muito comum desenvolvimento ser tratado como sinônimo de treinamento, sendo que treinamento é treinar (obvio!!) que é “torna alguém capaz de desenvolver algo, através de orientação ou instrução; formação”. Ou seja, ele é um processo de aprendizagem.

Mas então, o que é o tal do desenvolvimento? Desenvolvimento: “Ação de crescer ou progredir; progresso”.

Desenvolvimento é um processo mais global e sistêmico e que não envolve somente instrução (a popular sala de aula ou leitura de um manual). Ele envolve competência, ou seja, saber (conhecimento), saber fazer (habilidade) e querer fazer (atitude). Se tratarmos da definição mais moderna de competência, ainda temos a questão de como fazer (valores) e a ética.

Tá, e como se trabalham estes 5 fatores se a sala de aula e a leitura do manual não é solução para tudo? Você já ouviu falar do princípio dos 3Es ou do 10-20-70? Talvez eu chova no molhado, e vou correr o risco mesmo assim para poder explicar. São duas formas de tratar o mesmo quesito: o desenvolvimento.

Os 3Es são:

Estudo

Exemplo

Exposição

 

Ou também podem ser representados pelo conceito do 10-20-70.

A saber:

10% do que aprendemos, aprendemos pelo estudo formal (cursos, treinamentos, livros, palestras …)

20% do que aprendemos, é pelo exemplo, é o aprender através de outros. Então aqui entra a mentoria, não necessariamente um programa formal, mas você ter um exemplo a ser seguido e também o coaching, através de modelagem de comportamentos. Quem te inspira no quesito que você quer se desenvolver? Quem é referência? Aqui entra a criatividade também, porque você pode modelar o exemplo de alguém que você não conhece pessoalmente. Vou contar um caso: estava definindo com um cliente pessoas nas quais ele podia se espelhar para seu desenvolvimento, cumprindo esta parte dos 20%. Ele citou Steve Jobs. Perfeito!! Missão dele: descobrir o que Steve Jobs fez para poder aprender os “truques” e se pergunta “O que Steve Jobs faria?” para ajudar a encontrar seu modelo de atuação e aprender com isso. Claro que pode ser alguém mais próximo também, um colega do trabalho, um cliente, uma pessoa da família que seja boa naquilo que você está querendo se desenvolver. Observe e converse com esta pessoa e veja como ela faz o que faz. Diga o que você faz e peça a opinião dela (lembre-se quando pedimos feedback, temos que aceitar, mesmo que eventualmente não se concorde naquele primeiro momento. É importante ter em mente que você está conversando com alguém que você escolheu como referência, a análise desta pessoa pode te ajudar muito 😉 ). Lembre-se: beba nas fontes certas 😉 . Aqui vale lembrar o ditado “diga-me com quem andas ….”

70% é exposição, é prática, é como você coloca no mundo real o que aprendeu através do aprendizado formal e dos modelos. E aqueles que você escolhe como modelos/mentores nos 20% também te ajudam no processo de análise e correção de rota do que você está colocando em prática. É a hora de exercitar as novas musculaturas.

Perder de vista que nem tudo é sala de aula é um dos motivos pelos quais muitos programas de treinamento são avaliados como de baixa retenção ou melhoria … é … você pegou o ponto, um programa de treinamento por si só, vê somente o estudo, os 10% do processo de desenvolvimento.

Ah, mas é muito mais fácil sentar numa sala de aula e ficar lá só ouvido, principalmente se puder ficar sem falar nada e fazer nada … bem passivo … com certeza tende a ser muito mais fácil, a questão é … isso é efetivo? Sabe, não é tão difícil assim ver os outros “90%” da história. Basta se perguntar 2 coisinhas:

– Quem pode me ajudar/quem é meu modelo neste assunto?

– Como e quando vou aplicar isso no mundo real?

Pronto, você começou a dar conta dos outros 90%.  É no mundo real, na prática, na ação que ocorrer a transformação e a evolução de fato.

Ah, e se não der certo? Ok, pode acontecer, até porque, só erra quem tenta. E, se não deu certo, é só analisar o que deu errado, corrigir e agir novamente … a boa e velha melhoria continua!!! Então fica sempre o convite de entrar em ação, pois uma ideia que não sai da cabeça … é a mesma coisa que não ter tido a ideia.

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você ficou curioso e que saber como eu trabalho estes pontos com meus diferentes clientes, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço? Você pode ver neste outro artigo. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  🙂 )

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Economia Emocional

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Muito se fala de economia de dinheiro, economia de recursos, economia de tempo … já pensou sobre economia emocional?

O quanto você gasta o seu emocional sem ter retorno? Para os financeiramente orientados, já parou para pensar no ROI (Retorno sobre investimento) de seu emocional?

Vamos discutir a ideia: vamos chamar de emocional não só as emoções primárias puras e simples (medo, tristeza, raiva, nojo, surpresa e alegria) e sim o empenho, também chamado de energia e motivação, ou ainda, tudo aqui que não é processado de modo racional, pois não é pensado, é sentido. E nesta área entram relacionamentos, o que gostamos, o que nos deixa feliz, o que nos deixa triste … ok, acho que já deu para pegar a ideia, não?!

Os mecanismos de emoções ditas positivas (como felicidade, satisfação, …) é relativamente simples: você valoriza algo, este algo acontece e você fica feliz!! Você quer mais e repete, e fica feliz. É sempre uma equação positiva. É um investimento com resultado!!

Agora, o que acontece quando esta equação não é positiva, quando se soma o empenho com o resultado e esta soma é negativa? Você perde pontos na sua economia emocional, pois não foi um investimento, foi um gasto. Quanto tempo você ficará gastando sem ter retorno? E sim, é muito fácil entrar neste loop!!

Vamos fazer uma analogia: quando você está cuidando do seu dinheiro e compra algo que não é útil para você, você deveria continuar comprando este algo? Provavelmente você disse “não”. E por que quando falamos de emoções muitas vezes se continua “comprando” isso que não é útil? Pois é!!

Só dizer que existe uma questão a ser resolvida não resolve, não é mesmo?! Como resolver? Bom, a resposta é simples: Reduza (e se possível corte) aquilo que não está alinhado com seus valores e com seu propósito. E aqui estou falando de atividades, pensamentos, relacionamentos e tudo mais que gere emoções negativas para você.

Ok … e como saber? Mais uma vez, a resposta é simples e composta de duas etapas: identifique e aja!! Observe quando você fica com sua conta emocional no vermelho, o que ocorreu para te deixar assim? Identifique esta fonte através da observação e aja reduzindo sua exposição a ela (se não for possível cortar). Se ir a determinado local sempre te deixa para baixo, descubra algo neste lugar que te deixe para cima. Se não tiver, troque por um lugar que te deixe para cima pois seu saldo emocional vai zerar rapidinho se você não fizer nada. Você sempre fica arrasado quando tem que falar com pessoas que são tóxicas para você? Novamente, identifique o que causa isso e corte, e se tiver que cortar um relacionamento … que o faça, pois, relacionamento mesmo soma positivo e não negativo.

Todos nós já enfrentamos no passado, enfrentamos no presente e enfrentaremos no futuro situações que nos deixaram com sentimentos negativos, isso faz parte da vida e do desenvolvimento pessoal e profissional. A economia emocional é para poder permitir que você não fique sempre no negativo e nem por longos períodos. Assim, frente a isso, você possa encaminhar uma solução para que transformar esse saque de seu emocional em investimento, em algo que te de retorno e te leve ao próximo nível, ao invés de apenas zerar sua conta e deixar você com dívida. E sabe com quem é esta dívida? Com uma pessoa com quem você não deve ficar devendo: VOCÊ!!!

E aí?! Como está o seu saldo de sua conta emocional? Que seus investimos deem muito retorno!!

 

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha bons investimentos!!!

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 15 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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Você é elo mais fraco?

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Certo dia eu estava viajando de férias, e me foi dito que eu não poderia executar determinada atividade porque haviam outra pessoa do grupo que não conseguiria acompanhar, mesmo eu tendo me preparado e estando apta. Obvio que fiquei irritada, porque em minhas férias teria de deixar de fazer algo porque alguém não estava pronto quando o grupo inteiro estava preparado para uma condição que todos sabiam que enfrentariam!!! Enquanto lidava com minha irritação e negociava, eu comecei a pensar fora daquele cenário: sobre como se nivelam diversas atividades e situações no dia a dia, nas empresas, na família, na escola, na sociedade… Minha irritação virou tristeza. Por quê? Porque percebi (do tipo “caiu a ficha”) que se nivela o que se faz pelo elo mais fraco. Ok, eu talvez gere polêmica com o que vou contar aqui, apenas peço que você possa acompanhar o raciocínio e lembro que eu não sou dona da verdade, é apenas um ponto de vista visto de um ponto.

Quero trazer uma ideia que, na primeira vez que ouvi, há muitos anos, pensei “Não, não é bem assim”. O conceito é:

“Uma corrente tem a força de seu elo mais fraco.”

Não importa o quão forte ela seja, o tamanho, a solda os materiais que a corrente é feita … se houver um elo fraco, ela se rompe quando se atinge a resistência deste mais fraco e todos os demais elos tornam-se um “desperdício”. Desperdício no conceito de que se tem recurso e não se usa. Como na imagem que ilustra este artigo, não importa se praticamente todos os elos são de aço, é o clips que determina a força.

Por que eu acho isso triste? Porque me faz pensar o quanto praticamente tudo é nivelado pelos low performances, por quem tem baixo desempenho. Não se pode fazer mais porque tem gente que não acompanham, tem que levar mais tempo, porque não acompanham. Não se pode apresentar material em inglês na empresa porque, apesar de terem tido tempo de aprender, alguns (sim, somente alguns) não acompanham. Não se pode começar no horário a reunião, a aula, o trabalho porque alguém não chegou no horário (e incrivelmente costumam ser sempre os mesmos e com a mesma justificativa 🙂 ).

Se você chegou até aqui neste texto, muito provavelmente, das duas uma: ou está concordando ou está me odiando, achando que estou sendo radical, insensível ou coisa assim. Confesso que eu também achei durante muito tempo. Por isso fui conversar comigo mesma: “Mas, Cibele, as pessoas não nascem sabendo!!Tenha paciência!!”. Fato!! As pessoas não nascem sabendo. Mergulhei mais ainda na análise e fui ver no meu dia a dia de trabalho como esse elo mais fraco ocorria e porque ele ocorria (a boa e velha análise de causa raiz e dos “por quês?”).  Quando se analisa mais a fundo problemas em organizações, ou processos que existem nos diferentes grupos, observa-se que o elo mais fraco de fato, em muitas vezes, não sabe, falta habilidade, conhecimento … e quando se analisa um pouquinho mais a fundo … faz muito tempo que não sabe, não aprendeu com a experiência, no clássico: “não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”.  Mais ainda, dificilmente são as pessoas que estão buscando desenvolvimento, buscando aprender e ser melhor.

Tá, e porque não são os que estão aprendendo o elo mais fraco? Porque quem está se desenvolvendo não está passivo em uma situação. Se não sabe, busca a solução, corre atrás e se importa com as consequências, inclusive antecipado-as, para poder mitigar eventuais “falhas”. Diferente do elo mais fraco que não liga se der errado, pois não é problema dele, a parte dele ele fez (ou acha que fez).

Ficou mais clara a separação? Faz sentindo para você?

Daí eu segui pensando em outra questão, agora lembrando da teoria (e prática) das relações interpessoais: as relações existem porque as partes, bem ou mal, concordam em se relacionar. E aqui as perguntas difíceis:

 

O quanto quem correr atrás acaba aceitando ser nivelado por baixo?

O quando isso acaba desmotivando e impedindo o progresso maior do grupo?

Vamos resgatar um exemplo bem simples? Quem chega no horário para reunião, aulas e compromissos? Já ouviu: “ah, vamos esperar os atrasados!!!”. Quero fazer um convite a você:  “Não, não vamos!! Vamos começar no horário, vamos nivelar por cima e não por baixo!”. E vamos fazer isso para outras situações também!!

Faço esse convite: honre seu empenho, seu desenvolvimento, ajude na produtividade do seu grupo, da sociedade e vamos eliminar os elos mais fracos. Sim: eliminar!! Se você vê que alguém está sendo o elo mais fraco e você pode ajudar, convite para se fortalecer, se a pessoa não quiser, é escolha dela, assim como é escolha sua honrar o seu empenho. Talvez os elos fracos nem percebam que estão sendo excluídos de algumas correntes (lembra?! Eles não ligam!), talvez (e muito provavelmente) até fiquem felizes em poder estar em uma corrente da mesma força deles. E se perceberem que estão por fora do que queriam, daí pode ser que queiram se fortalecer, se não, enquanto isso, formam sua própria corrente, nivelada pelas suas próprias forças e que também é útil e não enfraquecem a de elos mais fortes. Quem está disposto a se desenvolver e trabalha nisso, nunca é um elo fraco … o resto … bom … o resto é seleção natural 😉

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha um ótimo dia!!!

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Já é 2017!!! O que você vai realizar?

Feliz 2017!!!!! Que este ano seja cheio de realizações!!

E, para realizações … é preciso ter objetivos!!

E você … já fez seu planejamento?

Mas …. Por que é importante ter metas? Essa é simples de responder, porque ter claro o que se deseja, sua linha de chegada lhe ajuda a tomar melhores decisões em seu dia a dia.

Ter objetivos definidos, claros e ter eles presentes (ou seja, lembrar deles constantemente) fazem com que suas escolhas sejam mais fáceis de serem feitas. E quando se sabe O QUE se quer fazer, o COMO aparece. Não acredita?! Não tem problema … teste!!  🙂

Quando se estuda pessoas que tiveram grandes realizações, observa-se que elas não foram por acaso, elas tinham propósito, elas sonharam, desejaram e transformaram em objetivo para então colocar em ação.

Poderia passar muito tempo aqui defendendo o porquê do estabelecimento de objetivos, mas isso você já deve ter visto bastante por aí e quero poder ajudar. Como? Tenho duas dicas de planejamento.

Defina, para este ano, o que você quer:

  • Ter
  • Fazer
  • Ser

Simples assim!!

Não importa o tamanho da meta, se ela é importante para você, ela vale a pena. Defina o que você quer e visualize o que você ganhará com isso, como você vai se sentir … isso te dará uma motivação extra para chegar lá.

Se ainda precisar de um “empurrãozinho”, confira as entrevistas que dei sobre o tema:

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Como Tirar Planos do Papel – Jornal do Almoço – RBS TV

Saiba como planejar o ano – SBT & Você especial de final de ano

Você quer mais material? Material mais profundo? Dá uma olhadinha no que preparei sobre planejamento pessoal? Clique aqui e acesse!!

Pois você já sabe, já é 2017!!! Não deixe ele ao acaso ou sob a força das circunstâncias, defina você o que você quer antes que alguém faça por você e você não goste 😉

Lembre-se: quem tem clareza, realiza!!

Um ótimo 2017 para você!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Rumoletter – Dezembro 2016 – Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

Rumoletter

Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

O desconhecimento de nossas fortalezas, daquilo onde somos talentosos, que somos bons, acaba nos impedindo de usar essas características para nosso sucesso.

Por que fazemos isso? Bom, existem algumas explicações. Um porque normalmente somos os últimos a saber de nossos talentos. Quem me acompanha, já me ouviu falar sobre isso. Nosso talento é algo tão natural para nós que não entendemos como os outros não são assim. Acabamos descobrindo nossos talentos através de feedback e de autoanalise, como quando, por exemplo, paramos para pensar porque algo deu certo.

Mas, porque estou falando nisso de novo? Já explico!! Chegou o final de ano e, com ele, o ritual de fechamento de ciclos e avaliações. Um grande desafio que muitos enfrentam nesta ação é o mais básico: não ter definido metas, ou sua variante: ter definido os objetivos, mas não de forma clara …. aí fica mais complicado de poder acompanhar. Mas vamos considerar que você definiu suas metas de forma clara … a hora da verdade: você alcançou? (Tomara que a resposta seja: “sim!!!!” ).

A medida  “alcançouavaliação / não alcançou” de um objetivo é bem clara. O que eu quero trazer atenção é para quando a resposta é “não alcancei”. O que fazer? Deixar assim? Esquecer? Ficar frustrado e deprimido? Se você de fato trabalhou por este objetivo, minha resposta é NÃO!!! Valorize sua caminhada. Ok, você não chegou no destino que queria …, mas você caminhou em direção a ele? Você se desenvolveu? Você buscou novos alternativas?

Dentro do desenvolvimento, não é somente concluir uma atividade que traz o aprendizado e o sucesso, o processo de melhoria continua também. Poder entender o que deu certo e o que não deu, fazer sua autoanalise, pedir feedbacks lhe ajudará a entender o que aconteceu e te fará, provavelmente, descobrir talentos, habilidades e pontos fortes não conhecidos e que você pode aplicar na busca deste objetivo. E o que fazer com isso? Quem já fez trabalho de coaching comigo já me ouviu dizer: foque em suas fortalezas, elas lhe ajudaram a vencer seus pontos de melhoria.  E lembre-se, o resultado acontece com a ação … vamos para a prática!!

Como o calendário não é linear, é circular, ou seja, acaba um ano e o outro começa, aproveite!! Trace e realinhe seus objetivos para 2017 de forma consciente e clara, afinal, você merece ter sucesso!!!

Para ajudar, eu preparei um material de planejamento que você pode baixar gratuitamente, é só clicar aqui 😉 E, se quiser trocar uma ideia, me manda um email com sua questão que eu te ajudo, afinal, um dos meus talentos é achar soluções e resolver problemas 😉

Uma ótima revisão de 2016 e uma excelente definição de objetivos para 2017 para você!!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: Desenvolvendo pessoas através de solução de problemas no trabalho e na carreira!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

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Você sabe mesmo quais são seus talentos ? Um processo de autodescoberta!

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Fonte: Shutterstock.com

Quem empreende, seja em uma nova carreira, projeto ou empresa, enfrenta diversos desafios e precisa estar atento as oportunidades, fortalezas e tantos outros fatores … Melhoria continua é um dos pilares de meu trabalho. Por isso, busco conversar com meus clientes depois de termos concluído nossos projetos.  Recentemente fiz um levantamento mais formal para entender sobre os resultados que os processos de desenvolvimento e coaching estavam gerando após o encerramento dos mesmos.

Refletindo sobre as respostas de meus clientes, me lembrei de um texto que escrevi sobre talento e comecei a rir (porque me caiu uma ficha), pois meus clientes estavam me dando alguns feedbacks claros sobre algo que não estava tão presente para mim.

A saber: “Talento, palavra de origem latina, é a inclinação natural de uma pessoa a realizar determinada atividade” (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Talento)

No artigo que escrevi, eu comento que talento é algo que os outros te contam porque para você é algo natural que você nem “presta atenção”. Conversando com meus clientes entendi uma característica minha que estava impactando positivamente a eles: a capacidade de resolver problemas. Então me lembrei que ao longo de minha carreira ouvi muitas vezes sobre mim ou foi o motivo pelo qual as pessoas me buscavam … sabe algumas das frases que mais escutei na minha vida (profissional e também pessoal):  “Ela resolve”, “Ela dá um jeito”, “Conversa com ela que você vai achar uma solução”.

Meus clientes comentaram que o processo de coaching permitiu a eles: resolveram problemas, resolveram situações, começando em suas vidas profissionais e indo também para o lado pessoal (sim, porque esta divisão é meramente didática e não prática) … acho que posso dizer que não sou simplesmente uma Coach de carreira, sou uma “problem solving coach” 🙂 . O foco, a sistematização, a análise e detalhamento das images-21situações e desafios, a busca de alternativas eficazes e efetivas, ou seja, não resolver apenas para o momento, mas sim algo que dure além do instante; foram alguns dos itens que não fui eu que enumerei, mas meus clientes, como resultado de suas ações de desenvolvimento profissionais e pessoais.

Porque conto esta história? Alguns podem até pensar “nossa, ela está abrindo um ponto cego dela e se expondo”, mas na verdade quero mostrar o quanto as oportunidades de crescimento estão a nossa volta, é questão de fazer as perguntas certas as fontes que importam. O processo de coaching, e consequentemente desenvolvimento, se baseia também em melhoria continua, estar aberto para ver o que era um ponto cego e transformar isso em alavanca … isso é a magia do crescimento, de buscar satisfação, realização e equilíbrio. E você? O que você tem de talento e que não está sabendo e/ou usando a seu favor? Quer uma dica? Copio aqui um pedaço de meu outro artigo:

“ … use estas três dicas para achar seus talentos:

  1. Reflita e mapeie o que é fácil para você realizar
  2. Escute o que os outros te dizem que você faz bem
  3. Mapeie o que sempre te chamam para fazer porque você faz melhor que os outros”

Espero que estas breves linhas possam te ajudar a ter insights sobre você mesmo, e se tiver alguma questão para resolver e que precise de ajuda … estou por aqui 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: eu ajudo profissionais experientes a resolverem problemas e terem vidas mais felizes e equilibradas!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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Obrigada por ter lido este artigo e um ótimo dia!!!

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Rumoletter - NOTÍCIAS E INFORMAÇÕES COM FOCO EM VOCÊ!!!

Rumoletter – Novembro 2016

Planejamento pessoal: Rumo à 2017!!!

Menos de 60 dias para terminar o ano … como este ano foi até aqui? Como estão suas metas?

Só espero que sua resposta não seja: “metas?! Que metas?!” wink

Falta pouco para terminar o ano, mas isso não quer dizer que metas estejam sem possibilidade de serem realizadas. Primeiro que o calendário não acaba, ele continua, ou seja, em 1/janeiro não se zera o cronometro. Tudo depende do que você se propôs. Segundo que quase 2 meses é bastante tempo, desde que este tempo seja usado produtivamente!!

E que tal revisar suas ideias para 2017?! A Rumo tem duas formas de te ajudar. Uma recebendo o material de planejamento pessoal exclusivo que preparei para clientes da Rumo. Muito além de definir uma meta pessoal versus profissional (como se as duas fossem opostas) uma reflexão mais profunda e sistemática, para permitir insights e boas ideias (e ações) para este novo ciclo.

Ficou interessado?! Clique aqui e cadastre-se para receber OU envie um email para “contato@rumocoaching.com.br” com “EU QUERO” que eu envio para você wink

A outra é fazer algumas sessões de planejamento, focado em você com auxílio profissional. Interessou? Entre em contato comigo, mande um email dizendo: “EU QUERO CONVERSAR”, para contato@rumocoaching.com.br que conversaremos laugh

Vamos falar um pouco mais sobre metas?! Você viu o vídeo que publiquei em outubro?! Ele fala sobre “Tentar X Conseguir”, como muitas vezes podemos estar nos sabotamos sem perceber. Dá uma olhada e já coloca em prática na definição de seus objetivos para 2017!!!

Assista:

Youtube      ou         

Quero aproveitar esta Rumoletter para responder uma pergunta que muitos me fazem: quanto dura um processo de coaching? Primeiro, vamos lembrar que coaching é um processo focado de melhoria acelerada.

Bom, existe um número “mágico” de mercado de 10 sessões. Sem entrar em muito detalhes, uma das bases para este número é uma das “pernas” do coaching que é a terapia cognitiva comportamental ou terapia breve. Apesar da metodologia coaching não ser terapia, ela se baseia em conceitos terapêuticos entre outros. E daí vem processos de 2 a 3 meses. Novamente, estou fazendo uma explicação superficial, se não vira um artigo blush .

Curiosa com a pergunta que me fazem, fui ver o histórico de meus clientes, pois de 2 a 11 sessões … tenho um pouco de tudo smiley . Tudo depende do foco e do ritmo que o próprio cliente coloca.

Vamos aos dados:

53% de meus clientes concluem seus processos até na 7ª sessão.

Se você será mais ou menos? Não sei, e também penso que isso não é o mais importante, o que importa é você alcançar seu resultado!!!

Ainda sobre os processos de coaching que já conduzi, tenho a grata satisfação de ter 100% de aprovação, com uma avaliação de 9,7 … penso que os clientes aprovam laugh . Muito feliz por ver meus clientes alcançarem seus resultados!!

Quer saber mais sobre coaching? Veja este artigo que escrevi, clique aqui!!

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Obrigada e um ótimo Novembro!!

Cibele Sanches

Coach de realização profissional e pessoal | Mentora de coaches | Consultora de gestão de pessoas

Rumo Coaching & Consultoria

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3 Fatos Críticos: Engajamento, Reconhecimento e Oportunidades de Crescimento

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Você sabia que o engajamento e a percepção de reconhecimento são altamente relacionados com as oportunidades de crescimento que o profissional recebe?! Não sou eu que estou dizendo isso, é o Great Place To Work, que realiza as pesquisas das melhores empresas para se trabalhar. E qual empresa não quer profissionais que estejam engajados e se sintam reconhecidos?! E qual profissional não quer se sentir engajado e reconhecido?

E, para oportunidades de crescimento, é preciso desenvolvimento. Gostaria de falar com você sobre desenvolvimento, mas não quero lhe oferece mais um treinamento. Sim, você deve receber muitas divulgações sobre esse tema. Quero te convidar a ir mais fundo e fazer uma reflexão comigo.

Um ponto é poder diferenciar treinamento de desenvolvimento. Desenvolvimento é uma ação mais ampla, que envolve a aquisição e a aplicação prática do conhecimento, incluindo o treinamento (aquisição) que é a menor parte, a modelagem e/ou supervisão e a aplicação, prática em si (a maior parte dele). Sem esses 3 elementos, não há desenvolvimento.

desenvolvimento

Interessante observar quando se escolhe treinamentos muitas vezes se foca a consequência do problema que se quer solucionar e não na causa deste problema. Como assim? Já parou para pensar porque existem, por exemplo, tantos treinamentos sobre oratória e comunicação e a queixa ainda é de que as pessoas não se comunicam? (E eu não tenho nada contra treinamentos de comunicação, admiro e recomendo). Porque, na maioria das vezes, não é esse o problema, não é não saber falar, é o não querer, é o não saber como aplicar uma técnica, etc etc etc. Para quem usa ferramentas de qualidade, vale a técnica dos 5 porquês, para chegar a causa de fato. Para quem não conhece a técnica, pense em uma criança de 6 anos que pergunta “por quê?” até não se conseguir mais responder.

Observando e atuando em diversos cenários de desenvolvimento, meu olhar sempre foi para o que originou a demanda. Usando o exemplo da comunicação, muitas vezes é um individuo em posição de liderança que deixa de colocar um limite, ou trata pessoas de formas diferentes … daí já viu né, dá problema de comunicação. E como um treinamento de comunicação resolver isso? Simples, não resolve.

Uma analogia para exemplificar essa ideia é uma caixa d’água que estava vazando … ao invés de ver porque ela vaza e resolver isso (entender a causa de fato e atuar sobre ela) simplesmente se coloca mais água sempre “ah, se está faltando água, coloca água” e assim fica o circuito, com esforço gasto que não reverte em solução.

Da mesma forma com o tema de desenvolvimento, quantas vezes buscamos ou recomendamos “colocar mais água” ao invés de entender a causa raiz. Quanto se gasta de dinheiro e de esforço com um paliativo ao invés de investir na auto-reflexãoautoconsciência e mesmo na análise da situação para ter uma solução efetiva? Fica-se com a primeira resposta que é sempre mais fácil, porem quase nunca efetiva.

Lembra que começamos falando de engajamento e reconhecimento?! Que os mesmos são altamente ligados com as oportunidades de desenvolvimento?! Quer melhorar seu resultado, seu engajamento e reconhecimento? Encare o desenvolvimento de frente, e não seja um “refém de treinamento” que está lá só esperando acabar. Olhe para o que precisa de fato ser transformado, ao que precisa ser resolvido e invista nisso, você verá que é bem mais fácil do que parece, além de ser muito mais motivador e gratificante.

E você, aceita o desafio?

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria, onde minha missão é desenvolver e transformar pessoas e carreiras. Como faço isso? Através de ações focadas em desenvolvimento, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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Obrigada por ter lido este artigo e um ótimo dia!!!

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Feedback

Quem tem medo do feedback?

Feedback

Você sabia que feedback vem da biologia? Eu sempre comento que quando se entende da onde vem a palavra, se entende o que é. E entendendo, fica claro que todo feedback é para melhoria.

Hoje vim realmente falar com você, por isso te convido a assistir o vídeo abaixo.

E você? Aceita o desafio do feedback?

Medo de feedback? Venha entender como funciona o feedback e como usá-lo a seu favor.

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de realização profissional, Mentora de coaches e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de desenvolver e transformar pessoas e carreiras.

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