Economia Emocional

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Muito se fala de economia de dinheiro, economia de recursos, economia de tempo … já pensou sobre economia emocional?

O quanto você gasta o seu emocional sem ter retorno? Para os financeiramente orientados, já parou para pensar no ROI (Retorno sobre investimento) de seu emocional?

Vamos discutir a ideia: vamos chamar de emocional não só as emoções primárias puras e simples (medo, tristeza, raiva, nojo, surpresa e alegria) e sim o empenho, também chamado de energia e motivação, ou ainda, tudo aqui que não é processado de modo racional, pois não é pensado, é sentido. E nesta área entram relacionamentos, o que gostamos, o que nos deixa feliz, o que nos deixa triste … ok, acho que já deu para pegar a ideia, não?!

Os mecanismos de emoções ditas positivas (como felicidade, satisfação, …) é relativamente simples: você valoriza algo, este algo acontece e você fica feliz!! Você quer mais e repete, e fica feliz. É sempre uma equação positiva. É um investimento com resultado!!

Agora, o que acontece quando esta equação não é positiva, quando se soma o empenho com o resultado e esta soma é negativa? Você perde pontos na sua economia emocional, pois não foi um investimento, foi um gasto. Quanto tempo você ficará gastando sem ter retorno? E sim, é muito fácil entrar neste loop!!

Vamos fazer uma analogia: quando você está cuidando do seu dinheiro e compra algo que não é útil para você, você deveria continuar comprando este algo? Provavelmente você disse “não”. E por que quando falamos de emoções muitas vezes se continua “comprando” isso que não é útil? Pois é!!

Só dizer que existe uma questão a ser resolvida não resolve, não é mesmo?! Como resolver? Bom, a resposta é simples: Reduza (e se possível corte) aquilo que não está alinhado com seus valores e com seu propósito. E aqui estou falando de atividades, pensamentos, relacionamentos e tudo mais que gere emoções negativas para você.

Ok … e como saber? Mais uma vez, a resposta é simples e composta de duas etapas: identifique e aja!! Observe quando você fica com sua conta emocional no vermelho, o que ocorreu para te deixar assim? Identifique esta fonte através da observação e aja reduzindo sua exposição a ela (se não for possível cortar). Se ir a determinado local sempre te deixa para baixo, descubra algo neste lugar que te deixe para cima. Se não tiver, troque por um lugar que te deixe para cima pois seu saldo emocional vai zerar rapidinho se você não fizer nada. Você sempre fica arrasado quando tem que falar com pessoas que são tóxicas para você? Novamente, identifique o que causa isso e corte, e se tiver que cortar um relacionamento … que o faça, pois, relacionamento mesmo soma positivo e não negativo.

Todos nós já enfrentamos no passado, enfrentamos no presente e enfrentaremos no futuro situações que nos deixaram com sentimentos negativos, isso faz parte da vida e do desenvolvimento pessoal e profissional. A economia emocional é para poder permitir que você não fique sempre no negativo e nem por longos períodos. Assim, frente a isso, você possa encaminhar uma solução para que transformar esse saque de seu emocional em investimento, em algo que te de retorno e te leve ao próximo nível, ao invés de apenas zerar sua conta e deixar você com dívida. E sabe com quem é esta dívida? Com uma pessoa com quem você não deve ficar devendo: VOCÊ!!!

E aí?! Como está o seu saldo de sua conta emocional? Que seus investimos deem muito retorno!!

 

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha bons investimentos!!!

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 15 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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Você é elo mais fraco?

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Certo dia eu estava viajando de férias, e me foi dito que eu não poderia executar determinada atividade porque haviam outra pessoa do grupo que não conseguiria acompanhar, mesmo eu tendo me preparado e estando apta. Obvio que fiquei irritada, porque em minhas férias teria de deixar de fazer algo porque alguém não estava pronto quando o grupo inteiro estava preparado para uma condição que todos sabiam que enfrentariam!!! Enquanto lidava com minha irritação e negociava, eu comecei a pensar fora daquele cenário: sobre como se nivelam diversas atividades e situações no dia a dia, nas empresas, na família, na escola, na sociedade… Minha irritação virou tristeza. Por quê? Porque percebi (do tipo “caiu a ficha”) que se nivela o que se faz pelo elo mais fraco. Ok, eu talvez gere polêmica com o que vou contar aqui, apenas peço que você possa acompanhar o raciocínio e lembro que eu não sou dona da verdade, é apenas um ponto de vista visto de um ponto.

Quero trazer uma ideia que, na primeira vez que ouvi, há muitos anos, pensei “Não, não é bem assim”. O conceito é:

“Uma corrente tem a força de seu elo mais fraco.”

Não importa o quão forte ela seja, o tamanho, a solda os materiais que a corrente é feita … se houver um elo fraco, ela se rompe quando se atinge a resistência deste mais fraco e todos os demais elos tornam-se um “desperdício”. Desperdício no conceito de que se tem recurso e não se usa. Como na imagem que ilustra este artigo, não importa se praticamente todos os elos são de aço, é o clips que determina a força.

Por que eu acho isso triste? Porque me faz pensar o quanto praticamente tudo é nivelado pelos low performances, por quem tem baixo desempenho. Não se pode fazer mais porque tem gente que não acompanham, tem que levar mais tempo, porque não acompanham. Não se pode apresentar material em inglês na empresa porque, apesar de terem tido tempo de aprender, alguns (sim, somente alguns) não acompanham. Não se pode começar no horário a reunião, a aula, o trabalho porque alguém não chegou no horário (e incrivelmente costumam ser sempre os mesmos e com a mesma justificativa 🙂 ).

Se você chegou até aqui neste texto, muito provavelmente, das duas uma: ou está concordando ou está me odiando, achando que estou sendo radical, insensível ou coisa assim. Confesso que eu também achei durante muito tempo. Por isso fui conversar comigo mesma: “Mas, Cibele, as pessoas não nascem sabendo!!Tenha paciência!!”. Fato!! As pessoas não nascem sabendo. Mergulhei mais ainda na análise e fui ver no meu dia a dia de trabalho como esse elo mais fraco ocorria e porque ele ocorria (a boa e velha análise de causa raiz e dos “por quês?”).  Quando se analisa mais a fundo problemas em organizações, ou processos que existem nos diferentes grupos, observa-se que o elo mais fraco de fato, em muitas vezes, não sabe, falta habilidade, conhecimento … e quando se analisa um pouquinho mais a fundo … faz muito tempo que não sabe, não aprendeu com a experiência, no clássico: “não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”.  Mais ainda, dificilmente são as pessoas que estão buscando desenvolvimento, buscando aprender e ser melhor.

Tá, e porque não são os que estão aprendendo o elo mais fraco? Porque quem está se desenvolvendo não está passivo em uma situação. Se não sabe, busca a solução, corre atrás e se importa com as consequências, inclusive antecipado-as, para poder mitigar eventuais “falhas”. Diferente do elo mais fraco que não liga se der errado, pois não é problema dele, a parte dele ele fez (ou acha que fez).

Ficou mais clara a separação? Faz sentindo para você?

Daí eu segui pensando em outra questão, agora lembrando da teoria (e prática) das relações interpessoais: as relações existem porque as partes, bem ou mal, concordam em se relacionar. E aqui as perguntas difíceis:

 

O quanto quem correr atrás acaba aceitando ser nivelado por baixo?

O quando isso acaba desmotivando e impedindo o progresso maior do grupo?

Vamos resgatar um exemplo bem simples? Quem chega no horário para reunião, aulas e compromissos? Já ouviu: “ah, vamos esperar os atrasados!!!”. Quero fazer um convite a você:  “Não, não vamos!! Vamos começar no horário, vamos nivelar por cima e não por baixo!”. E vamos fazer isso para outras situações também!!

Faço esse convite: honre seu empenho, seu desenvolvimento, ajude na produtividade do seu grupo, da sociedade e vamos eliminar os elos mais fracos. Sim: eliminar!! Se você vê que alguém está sendo o elo mais fraco e você pode ajudar, convite para se fortalecer, se a pessoa não quiser, é escolha dela, assim como é escolha sua honrar o seu empenho. Talvez os elos fracos nem percebam que estão sendo excluídos de algumas correntes (lembra?! Eles não ligam!), talvez (e muito provavelmente) até fiquem felizes em poder estar em uma corrente da mesma força deles. E se perceberem que estão por fora do que queriam, daí pode ser que queiram se fortalecer, se não, enquanto isso, formam sua própria corrente, nivelada pelas suas próprias forças e que também é útil e não enfraquecem a de elos mais fortes. Quem está disposto a se desenvolver e trabalha nisso, nunca é um elo fraco … o resto … bom … o resto é seleção natural 😉

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha um ótimo dia!!!

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Rumoletter – Dezembro 2016 – Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

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Eu resolvo problemas … e você … qual seu talento?

O desconhecimento de nossas fortalezas, daquilo onde somos talentosos, que somos bons, acaba nos impedindo de usar essas características para nosso sucesso.

Por que fazemos isso? Bom, existem algumas explicações. Um porque normalmente somos os últimos a saber de nossos talentos. Quem me acompanha, já me ouviu falar sobre isso. Nosso talento é algo tão natural para nós que não entendemos como os outros não são assim. Acabamos descobrindo nossos talentos através de feedback e de autoanalise, como quando, por exemplo, paramos para pensar porque algo deu certo.

Mas, porque estou falando nisso de novo? Já explico!! Chegou o final de ano e, com ele, o ritual de fechamento de ciclos e avaliações. Um grande desafio que muitos enfrentam nesta ação é o mais básico: não ter definido metas, ou sua variante: ter definido os objetivos, mas não de forma clara …. aí fica mais complicado de poder acompanhar. Mas vamos considerar que você definiu suas metas de forma clara … a hora da verdade: você alcançou? (Tomara que a resposta seja: “sim!!!!” ).

A medida  “alcançouavaliação / não alcançou” de um objetivo é bem clara. O que eu quero trazer atenção é para quando a resposta é “não alcancei”. O que fazer? Deixar assim? Esquecer? Ficar frustrado e deprimido? Se você de fato trabalhou por este objetivo, minha resposta é NÃO!!! Valorize sua caminhada. Ok, você não chegou no destino que queria …, mas você caminhou em direção a ele? Você se desenvolveu? Você buscou novos alternativas?

Dentro do desenvolvimento, não é somente concluir uma atividade que traz o aprendizado e o sucesso, o processo de melhoria continua também. Poder entender o que deu certo e o que não deu, fazer sua autoanalise, pedir feedbacks lhe ajudará a entender o que aconteceu e te fará, provavelmente, descobrir talentos, habilidades e pontos fortes não conhecidos e que você pode aplicar na busca deste objetivo. E o que fazer com isso? Quem já fez trabalho de coaching comigo já me ouviu dizer: foque em suas fortalezas, elas lhe ajudaram a vencer seus pontos de melhoria.  E lembre-se, o resultado acontece com a ação … vamos para a prática!!

Como o calendário não é linear, é circular, ou seja, acaba um ano e o outro começa, aproveite!! Trace e realinhe seus objetivos para 2017 de forma consciente e clara, afinal, você merece ter sucesso!!!

Para ajudar, eu preparei um material de planejamento que você pode baixar gratuitamente, é só clicar aqui 😉 E, se quiser trocar uma ideia, me manda um email com sua questão que eu te ajudo, afinal, um dos meus talentos é achar soluções e resolver problemas 😉

Uma ótima revisão de 2016 e uma excelente definição de objetivos para 2017 para você!!!

E obrigada por acompanhar meu trabalho 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: Desenvolvendo pessoas através de solução de problemas no trabalho e na carreira!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

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A direção é mais importante do que a velocidade

Essa frase não é minha, mas bem que eu queria que fosse. A frase de Clarice Lispector me traz várias reflexões, algumas delas ligadas a carreira. Quantas vezes ocorre (comigo já ocorreu muito) de se ficar frustrado porque as conquistas não são na velocidade desejada; que o crescimento demora. Que todo mundo consegue chegar onde quer e consegue rápido … entre tantos outros pensamentos … em meus devaneios, me vem à mente uma pergunta do jornalista Roberto D’Avila em uma entrevista “você levou quantos anos para surgir do dia para noite? ”

A ironia e a verdade desta frase são monstruosas. Quando olhamos histórias de sucesso, muitas vezes parece que foi um “lance de sorte” que realmente foi do dia para noite … quase sem esforço. Comecei a estudar um pouco melhor as histórias de quem surgia do dia para noite. O que descobri? Muitas sementes plantadas e cuidadas por muito tempo. Por vezes, por anos. E sim, acontece o “mágico”, o “lance de sorte”, na verdade, o gatilho: estar pronto e não esperar pela oportunidade, buscar a oportunidade. Preparação e fazer acontecer!!!

Resultados diferenciados exigem ações diferenciadas, preparação diferenciada, dedicação diferenciada. Com isso volto também a frase inicial, sobre a direção. Você já se deu conta de quanto caminhou para chegar até aqui? Quer uma força para vencer esse esforço diferenciado no rumo do seu resultado?! Comemore sua caminhada. Veja quanto já caminhou. Se você construiu um caminho sólido e ainda não chegou lá … nada de desistir. Não é prêmio de consolação e nem discurso de derrotado, é reconhecer o próprio esforço e encontrar dentro de si motivação ainda maior. Reconheça seu esforço, comemore sua trajetória, pois muito da realização está no trajeto e não 100% na linha de chegada … se precisar de mais uma referência, trago outra referência externa a este texto … escute a música que diz “não vim até aqui para desistir agora” e lembre que a vida começa fora de sua zona de conforto, então … reconheça sua trajetória, comemore, e com essa energia siga em frente, ajuste as velas e siga navegando!!!

Quer ouvir a música? Clip – Até o fim