O que faço?

Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas e organizações, ajudando a resolver problemas (e quem não tem problemas para resolver, não é?!).  Uso meus mais de 16 anos de experiência com gestão de pessoas em diferentes cenários de empresas como base para minha atuação. Quer saber como posso ajudar dentro do 3Es que comentei no artigo anterior? Vamos lá:

Para as empresas, ofereço, através da Rumo Coaching:

Workshops e treinamentos com temas de gestão de pessoas e liderança, com temáticas variadas e também inspirados em técnicas de coaching em grupo. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

Avaliação de potencial e de perfil, baseados em entrevista comportamental, e ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Avaliação 360º, muito utilizada para desenvolvimento de lideranças e de talentos dentro da empresa, uma vez que trabalha a percepção destes por diferentes pessoas de dentro da organização. Retrata o que o profissional demonstra, ou seja, como sua exposição é percebida pelos outros.

Coaching de carreira, que é um processo de melhoria focado e acelerado para desenvolvimento de competências. Envolve exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Mentoria para desenvolvimento de líderes, acompanhamento próximo e focado em técnicas de gestão de pessoas e liderança, gerando feedbacks precisos e planos de ação adaptados para maior eficácia da gestão. Este é um caso clássico que representa do eixo do exemplo no desenvolvimento.

 

Para profissionais, atuo com as mesmas ofertas de serviços, personalizando para cada pessoa, a saber:

Desenvolvimento pessoal, através de Coaching, para identificar e desenvolver para próximos níveis de carreira, bem como para resolver problemas no ambiente de trabalho … como aquele tipo de situação de impasse que sempre te deixa desconfortável … temos como trabalhar nisso através desta metodologia de melhoria focada e acelerada, baseado em conversas orientadas, ferramentas específicas e ações entre as sessões. Coaching realizado de forma remota, ou seja, sem tempo gasto em deslocamento e todo tempo investido no seu desenvolvimento. Em relação aos eixos do desenvolvimento, está ligado a exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Autoconhecimento, através de ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Desenvolvimento profissional, através de avaliação 360º de mais de 15 aspectos de seu comportamento e avaliado por diferentes pessoas de sua convivência no trabalho. Evidencia como você é percebido, ou seja, o impacto nos outros de sua exposição.

Qualificação, através de treinamentos e workshops presenciais e on line sobre diferentes temas de gestão de pessoas e liderança. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

 

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você não viu o artigo que falo sobre desenvolvimento e os 3Es, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  )

 

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

Blog: Clique aqui se quiser ler este artigo no meu LinkedIn

Email: contato@rumocoaching.com.br

O quebra cabeça do desenvolvimento

Faz muito tempo que trabalho com pessoas e sempre com a missão de apoiar a evolução de cada um, independente da função formal que eu desempenhasse.

Uma coisa bacana de trabalhar com adultos, é porque eles se desenvolvem porque querem, ou seja, se não querem … nem adianta tentar … agora … quando querem, quando precisam …. então se empenham e entregam ótimos resultados!!

É muito comum desenvolvimento ser tratado como sinônimo de treinamento, sendo que treinamento é treinar (obvio!!) que é “torna alguém capaz de desenvolver algo, através de orientação ou instrução; formação”. Ou seja, ele é um processo de aprendizagem.

Mas então, o que é o tal do desenvolvimento? Desenvolvimento: “Ação de crescer ou progredir; progresso”.

Desenvolvimento é um processo mais global e sistêmico e que não envolve somente instrução (a popular sala de aula ou leitura de um manual). Ele envolve competência, ou seja, saber (conhecimento), saber fazer (habilidade) e querer fazer (atitude). Se tratarmos da definição mais moderna de competência, ainda temos a questão de como fazer (valores) e a ética.

Tá, e como se trabalham estes 5 fatores se a sala de aula e a leitura do manual não é solução para tudo? Você já ouviu falar do princípio dos 3Es ou do 10-20-70? Talvez eu chova no molhado, e vou correr o risco mesmo assim para poder explicar. São duas formas de tratar o mesmo quesito: o desenvolvimento.

Os 3Es são:

Estudo

Exemplo

Exposição

 

Ou também podem ser representados pelo conceito do 10-20-70.

A saber:

10% do que aprendemos, aprendemos pelo estudo formal (cursos, treinamentos, livros, palestras …)

20% do que aprendemos, é pelo exemplo, é o aprender através de outros. Então aqui entra a mentoria, não necessariamente um programa formal, mas você ter um exemplo a ser seguido e também o coaching, através de modelagem de comportamentos. Quem te inspira no quesito que você quer se desenvolver? Quem é referência? Aqui entra a criatividade também, porque você pode modelar o exemplo de alguém que você não conhece pessoalmente. Vou contar um caso: estava definindo com um cliente pessoas nas quais ele podia se espelhar para seu desenvolvimento, cumprindo esta parte dos 20%. Ele citou Steve Jobs. Perfeito!! Missão dele: descobrir o que Steve Jobs fez para poder aprender os “truques” e se pergunta “O que Steve Jobs faria?” para ajudar a encontrar seu modelo de atuação e aprender com isso. Claro que pode ser alguém mais próximo também, um colega do trabalho, um cliente, uma pessoa da família que seja boa naquilo que você está querendo se desenvolver. Observe e converse com esta pessoa e veja como ela faz o que faz. Diga o que você faz e peça a opinião dela (lembre-se quando pedimos feedback, temos que aceitar, mesmo que eventualmente não se concorde naquele primeiro momento. É importante ter em mente que você está conversando com alguém que você escolheu como referência, a análise desta pessoa pode te ajudar muito 😉 ). Lembre-se: beba nas fontes certas 😉 . Aqui vale lembrar o ditado “diga-me com quem andas ….”

70% é exposição, é prática, é como você coloca no mundo real o que aprendeu através do aprendizado formal e dos modelos. E aqueles que você escolhe como modelos/mentores nos 20% também te ajudam no processo de análise e correção de rota do que você está colocando em prática. É a hora de exercitar as novas musculaturas.

Perder de vista que nem tudo é sala de aula é um dos motivos pelos quais muitos programas de treinamento são avaliados como de baixa retenção ou melhoria … é … você pegou o ponto, um programa de treinamento por si só, vê somente o estudo, os 10% do processo de desenvolvimento.

Ah, mas é muito mais fácil sentar numa sala de aula e ficar lá só ouvido, principalmente se puder ficar sem falar nada e fazer nada … bem passivo … com certeza tende a ser muito mais fácil, a questão é … isso é efetivo? Sabe, não é tão difícil assim ver os outros “90%” da história. Basta se perguntar 2 coisinhas:

– Quem pode me ajudar/quem é meu modelo neste assunto?

– Como e quando vou aplicar isso no mundo real?

Pronto, você começou a dar conta dos outros 90%.  É no mundo real, na prática, na ação que ocorrer a transformação e a evolução de fato.

Ah, e se não der certo? Ok, pode acontecer, até porque, só erra quem tenta. E, se não deu certo, é só analisar o que deu errado, corrigir e agir novamente … a boa e velha melhoria continua!!! Então fica sempre o convite de entrar em ação, pois uma ideia que não sai da cabeça … é a mesma coisa que não ter tido a ideia.

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você ficou curioso e que saber como eu trabalho estes pontos com meus diferentes clientes, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço? Você pode ver neste outro artigo. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  🙂 )

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Você sabe mesmo quais são seus talentos ? Um processo de autodescoberta!

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Fonte: Shutterstock.com

Quem empreende, seja em uma nova carreira, projeto ou empresa, enfrenta diversos desafios e precisa estar atento as oportunidades, fortalezas e tantos outros fatores … Melhoria continua é um dos pilares de meu trabalho. Por isso, busco conversar com meus clientes depois de termos concluído nossos projetos.  Recentemente fiz um levantamento mais formal para entender sobre os resultados que os processos de desenvolvimento e coaching estavam gerando após o encerramento dos mesmos.

Refletindo sobre as respostas de meus clientes, me lembrei de um texto que escrevi sobre talento e comecei a rir (porque me caiu uma ficha), pois meus clientes estavam me dando alguns feedbacks claros sobre algo que não estava tão presente para mim.

A saber: “Talento, palavra de origem latina, é a inclinação natural de uma pessoa a realizar determinada atividade” (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Talento)

No artigo que escrevi, eu comento que talento é algo que os outros te contam porque para você é algo natural que você nem “presta atenção”. Conversando com meus clientes entendi uma característica minha que estava impactando positivamente a eles: a capacidade de resolver problemas. Então me lembrei que ao longo de minha carreira ouvi muitas vezes sobre mim ou foi o motivo pelo qual as pessoas me buscavam … sabe algumas das frases que mais escutei na minha vida (profissional e também pessoal):  “Ela resolve”, “Ela dá um jeito”, “Conversa com ela que você vai achar uma solução”.

Meus clientes comentaram que o processo de coaching permitiu a eles: resolveram problemas, resolveram situações, começando em suas vidas profissionais e indo também para o lado pessoal (sim, porque esta divisão é meramente didática e não prática) … acho que posso dizer que não sou simplesmente uma Coach de carreira, sou uma “problem solving coach” 🙂 . O foco, a sistematização, a análise e detalhamento das images-21situações e desafios, a busca de alternativas eficazes e efetivas, ou seja, não resolver apenas para o momento, mas sim algo que dure além do instante; foram alguns dos itens que não fui eu que enumerei, mas meus clientes, como resultado de suas ações de desenvolvimento profissionais e pessoais.

Porque conto esta história? Alguns podem até pensar “nossa, ela está abrindo um ponto cego dela e se expondo”, mas na verdade quero mostrar o quanto as oportunidades de crescimento estão a nossa volta, é questão de fazer as perguntas certas as fontes que importam. O processo de coaching, e consequentemente desenvolvimento, se baseia também em melhoria continua, estar aberto para ver o que era um ponto cego e transformar isso em alavanca … isso é a magia do crescimento, de buscar satisfação, realização e equilíbrio. E você? O que você tem de talento e que não está sabendo e/ou usando a seu favor? Quer uma dica? Copio aqui um pedaço de meu outro artigo:

“ … use estas três dicas para achar seus talentos:

  1. Reflita e mapeie o que é fácil para você realizar
  2. Escute o que os outros te dizem que você faz bem
  3. Mapeie o que sempre te chamam para fazer porque você faz melhor que os outros”

Espero que estas breves linhas possam te ajudar a ter insights sobre você mesmo, e se tiver alguma questão para resolver e que precise de ajuda … estou por aqui 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: eu ajudo profissionais experientes a resolverem problemas e terem vidas mais felizes e equilibradas!! Faço isso através de ações para desenvolvimento pessoal e profissional, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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Obrigada por ter lido este artigo e um ótimo dia!!!

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Sozinho X Acompanhado

Sozinho ou Acompanhado?

Sozinho X AcompanhadoEssa pergunta pode ser feita em diversos cenários, e o que eu quero convidar para refletir é sobre o desenvolvimento. Vamos começar entendendo o que é desenvolvimento. De forma simples, desenvolvimento é crescimento, evolução, progresso.

Quem pode desenvolver você? Vou dar uma dica: se a resposta foi qualquer coisa diferente de “eu mesmo” …. está errada!!!

O processo de desenvolvimento é sempre coordenado e controlado pelo indivíduo, pelo eu.  Ninguém é capaz de desenvolver uma outra pessoa. Provavelmente aqui já deve ter gente pensando que eu estou fora da realidade, pensando em tantas pessoas que ajudaram você chegar ao ponto que você está hoje ou mesmo quantas pessoas você ajudou a desenvolver. Então eu digo, você está começando a entender meu ponto. Quando falamos de desenvolvimento, este é um processo interno. Ninguém pode forçar alguém a aprender algo, um adulto só aprende porque ele quer, porque tem motivação (motivo para ação), motivo para aprender e se desenvolver. Com base neste motor, aí sim busca-se referências, auxílios, mentorias, experiências, cursos e tantos outras formas que fomentam o desenvolvimento.

Neste cenário, a resposta à pergunta “sozinho ou acompanhado? ” tem a resposta clássica … depende!  🙂  . Cada pessoa tem uma forma de evoluir e também varia em necessidade de apoio. Seja qual for a forma, ou se precisa de apoio externo ou não, todo processo de desenvolvimento começa do desejo de sair do lugar, de evoluir. E tudo isso começa com autorreflexão.

Precisa se desenvolver em algum aspecto e não sabe muito bem como fazer? Te dou duas dicas:

1 – Foque em seus pontos fortes e use eles como alavanca para seu crescimento.

2 – Reflita sobre este aspecto no qual você precisa se desenvolver: no que está te impedido de evoluir e o que você poderá fazer quando atingir esse novo patamar.

A tomada de consciência sobre si mesmo vai permitir você encontrar seu caminho a percorrer e então você poderá escolher se sozinho o acompanhado.

Um bom caminho para você!!!

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de realização profissional, Mentora de coaches e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de desenvolver e transformar pessoas e carreiras.

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Coaching

10 fatos sobre coaching que sempre surpreendem

Coaching

Ajudar profissionais a terem mais segurança e clareza para terem maior realização profissional. Esse é um resumo do meu trabalho como Coach. Atividade realizada com muita dedicação e com base em anos de estudo e experiência em desenvolvimento de pessoas.

Conforme vou atendendo, começo a ver frases que meus diferentes clientes repetem, e algumas começaram a chamar minha atenção.  Sendo que algumas até são engraçadas quando escuto. Assim, com o objetivo de tornar mais concentro o que é coaching, juntei aqui 10 fatos sobre o processo de coaching.

Apenas para facilitar a compreensão, quero clarificar dois conceitos que por vezes são usados como sinônimo e não o são:

Coaching: processo de melhoria focada e acelerada

Coach: profissional que conduz o processo.

Vamos aos 10 fatos!!

1 – “Nossa, isso funciona!!”  – amo quando meus clientes dizem isso … e eles sempre dizem.

2 – Sim, é rápido – o foco e o trabalho estruturado permitem que itens, ações ou mesmo sentimentos que pareciam incapazes de mudarem, mudem e de forma rápida (e estou falando de processos que duram até 3 meses para serem concluídos).

3 – “Nossa, eu achei que era mais caro” – escuto muito este comentário de meus clientes, até já fiquei pensando se não deveria subir o preço (risos), mas não é esse o ponto e sim de que se tem uma ideia de alto investimento financeiro, quando na verdade, o investimento maior é o da dedicação. E vem outra questão:  quanto você vale para você? Quando vale usar seu dinheiro com você mesmo … não é tão caro assim 🙂

4 – “Que pergunta difícil esse, heim?!” – sim, você escutará perguntas difíceis. O Coach tem que desafiar seus clientes dentro do caminho rumo ao objetivo dele. Se não fosse para aprofundar … não faria coaching, não é?! 🙂

5 – Sim, com certeza!! Você achará as respostas para as perguntas difíceis – o Coach desafia para que você possa achar a resposta. É como um garimpo em si mesmo. O papel do Coach não é ser um livro de respostas, mas sim um livro de perguntas, pois as respostas estão em você … é só buscar e a pergunta certa faz total diferença nessa busca.

6 – Não é receita de bolocada processo é um processo, cada cliente é um cliente. Tenho clientes que indicam outros e volta e meia vem “você vai fazer a mesma atividade que fez com fulano?”. A resposta sempre é “depende”, depende do objetivo e caminho de cada cliente. Dentro de minha atuação, customizo todo o processo para cada cliente, é um trabalho de artesã, não existem dois processos iguais, pois não existem dois clientes iguais. E faz tanta diferença tratar cada cliente como único e não como “mais um”…

7 – Você descobre que tem mais confiança do que imaginava – todos os clientes que atendi (isso mesmo, 100%) relatam que se sentem mais confiantes, mais seguros, que isso faz diferença e que foi um dos principais ganhos do processo. E um detalhe, nem 10% tinham segurança e confiança como demanda no início do processo, ou seja, nem sabiam que precisavam e conseguiram mesmo assim algo que faz muita diferença para sua realização profissional.

8 – O resultado depende de sua ação – é praticamente um mantra “o mundo acontece na ação”. O que você pode fazer de fato e não só o que pensar. Pensar é uma boa parte da história, mas sem ação … uma ideia é só uma ideia, não gera resultados, muito menos mudança. Então sim, você vai agir durante seu processo de coaching, seja conversar, pesquisar, montar uma lista de atividades, pesquisar dados … mais importante que o tamanho da ação, é o tamanho do resultado e do impacto dela.

9 – Você achará que deveria ter começado o processo de coaching antes – não foi nem de um e nem dois clientes que ouvi “todo mundo devia fazer isso”. Um ainda me disse “todo mundo devia fazer isso na faculdade” … sinal que o processo deu resultado … o que mais posso dizer a não ser que fico muito feliz por meus clientes?!

10 – Você vai gostar … e sentirá saudades quando terminar – e seu Coach também sentirá saudades!! Tão bom ter notícias dos clientes e das conquistas que seguem realizando com base naquilo que desenvolveram. Mesmo quando enfrentam uma dificuldade, sim, porque o mundo gira e as coisas ocorrem, já tem outra percepção sobre si que permite continuar superando desafios.

E você? Aceita o desafio de ser sua melhor versão?

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de realização profissional e pessoal, Multi especialista de RH e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de desenvolver e transformar pessoas e carreiras.

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5 Motivos para fazer mentoria e 4 características para potencializá-la

Primeiramente, vamos definir o que é mentoria:

Mentoria é um processo de apoio e inspiração onde um profissional com mais experiência em determinada área, suporta outros profissionais em seu desenvolvimento, em sua atuação.

Por que mentoria é importante? Aqui 5 motivos (entre tantos) para fazer:

  • acelera seu desenvolvimento
  • diminui seus erros
  • te dá mais segurança
  • melhorar resultados para seus clientes
  • aprendizado focado em sua prática

Outros 2 pontos críticos quando se fala em mentoria estão ligados a como escolher o mentor. Além de verificar se a experiência que ele tem é algo que agrega valor para o seu desenvolvimento, existe um outro item também importante: empatia. A empatia facilitará a conversa e também as perguntas difíceis que você tem que fazer, bem como o que você ouvirá.
Sabe quais outros dois aspectos crítico em uma relação de mentoria? Abertura para o novo e preparação. De nada adianta estar em uma mentoria se você não estiver disposto a se repensar e a se preparar para suas sessões.
Lembre-se:

  • 10% do que aprendemos são pelos livros, cursos, palestras, etc
  • 20% é por coaching e mentoria,
  • 70% é vivenciando ... ou seja, a mudança ocorre no mundo da ação!!

Ah, se você não é Coach, não precisa continuar lendo. Já se por um acaso você que lê este artigo for Coach em início de carreira ... a Rumo Coaching & Consultoria tem um programa de mentoria “De Frente com o Coachee”, para auxiliar os coaches a serem seguros em suas atuações e não temerem o próximo passo.

Saiba mais aqui.

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Eu, Cibele Sanches (cibele@rumocoaching.com.br), sou Coach de Realização Profissional, Mentora de coaches e Consultora em Gestão de Pessoas. Fundei a Rumo Coaching & Consultoria com a missão de transformando pessoas e carreiras.
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O tamanho único do desenvolvimento

O tamanho único do desenvolvimento

Quando observo as ofertas que existem no mercado em relação a qualificações, soluções, desenvolvimento entre outros, vejo muito essa estratégia do “one size fits all”, ou seja, do tamanho único, de um tamanho serve para todos.

Pegando um exemplo, um dia destes eu fui comprar uma meia. Quando eu fui pegar a meia, dizia que ela servia do número 34 ao 39 … tem bastante diferença de um número para o outros, mas, enfim, era a oferta que eu tinha, não é comum se encontrar meia para o tamanho exato do pé. E eu fico muito curiosa quando eu vejo esta mesma estratégia ou mesmo inferior do que essa colocada para qualificação. Quantas ofertas você vê de qualificação, de desenvolvimento e até mesmo coaching de “atendo tudo”, faço de tudo, resolvo tudo?  Curso que atende de estagiário a diretor, qualificação especiais para profissionais com ou sem experiência, 7 passos para qualquer um resolver todos os seus problemas ….

Até se encontra efetividade nestas ações, porque o desenvolvimento é uma ação interna de cada pessoa e não exterior, então é aquilo que eu tenho dentro de mim que eu trabalho e coloco para fora em forma de ação, isso sim é único. Agora imagina se você tiver um processo que trabalha sua exclusividade, aquilo que você realmente necessita?!

E porque muita gente cai nessa estratégia de “serve para todo mundo”, “serve para todos os tamanhos”? Minha hipótese, e aqui é uma hipótese, me permita estar errada, é de que, não se sabe o que se quer, não se tem claro qual é seu objetivo, qual o seu desejo. Usando o velho ditado … quando não se sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve. É feita uma opção de se colocar em ação como mero recurso para se colocar ocupado e não necessariamente produzindo. Para “dizer que está fazendo” ou mesmo para achar por tentativa e erro, pois uma hora acerta.

O tamanho único do desenvolvimento

Para ilustrar, a ideia de “um tamanho serve para qualquer um”, é a estratégia deste produto da foto a cima. Para quem não está reconhecendo, é a boa e velha palha de aço, também conhecida como Bombril que, como diz o slogan, tem mil e uma utilidades. E mesmo o Bombril, com suas mil e uma utilidades, não serve para tudo. Então, por que seu desenvolvimento serviria em qualquer lugar? Para pensar … 😉

O tamanho único do desenvolvimento

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Coaching … ããhh? Mas o que é isso e como funciona?

“Coaching … ããhh?”

Assim começam muitas conversas que eu tenho. Eu aposto que você já fez esse “ããhh???” também (eu já e ainda bem que faz tempo e já descobri a resposta!!)

Apesar do termo coaching ter se popularizado, ainda existem muitas dúvidas sobre o que é, mais ainda, sobre como funciona, como ocorre. A origem do termo em si é antiga, segundo alguns registros, vem do século XVIII e estava ligada a condução de carruagens levando nobres universitário. Adivinhe!! Os cocheiros eram chamados de …. Coacher. Posteriormente, há registros por volta de 1830 que se passou a utilizar o termo coach para tutor particular, dedicado a preparação  dos estudantes para exames. Segundo o que estudei, esses registros se originaram na Universidade de Oxford, na Inglaterra. Posteriormente ainda o termo foi levado para o mundo dos esportes onde, até hoje, coach significa treinador.

O termo passou a ser encontrado no mundo dos negócios a partir da metade do século XX. Inicialmente ligado  a recuperação de desempenho (sim, você estar em um processo de coaching não era por um bom motivo na época). Com os resultados positivos alcançados com quem precisava recuperar performance, alguém pensou “e se usássemos isso com quem não é problema?” E aí o processo passou a ser utilizado como processo de melhoria e não de correção, onde temos hoje o coaching sendo um processo focado de melhoria acelerada, que extrai o melhor da pessoa.

Em tempo, me permita clarificar 3 termos que são bastante confundidos:

Coaching – processo

Coach – profissional que conduz o processo

Coachee – cliente do processo

Espero que agora você não tenha mais que dizer: “Coaching … ããhh?

E você …. está sendo sua melhor versão?

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Se por um acaso você ficou curioso e quer saber mais como funciona o coaching, aqui tem um vídeo que deve ajudar  😉

ou veja o mesmo vídeo no Facebook

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