Processo de coaching … furada ou trabalho sério? (Sim, o texto pode ser polêmico)

Eu havia dito para mim mesma que, tão cedo, não escreveria mais sobre coaching. Por que? Por causa da triste (para não dizer vergonhosa) banalização do método. Nos últimos dias sucessivas pessoas vieram conversar comigo sobre o que de fato é coaching e se serve para algo ou não. De tantas perguntas respondidas, pensei que valia a pena um artigo de esclarecimento. Antes de continuar, gostaria apenas de dizer que estudo coaching desde 2002 e trabalho com a técnica desde então, em diferentes ambientes, contando com diferentes estudos para suportar minha atuação.

Coaching não é algo novo. Na história recente, temos o termo no mundo dos esportes onde coach significa treinador. Treinador é um profissional que instrui e orienta atletas sobre técnicas e estratégias no referido esporte.

No mundo dos negócios, passou a ser encontrado a partir da metade do século XX. Inicialmente ligado a recuperação de desempenho (sim, você estar em um processo de coaching não era por um bom motivo na época). Com os resultados positivos alcançados com quem precisava recuperar performance, alguém pensou “e se usássemos isso com quem não é problema? ” E aí o coaching passou a ser utilizado como processo de melhoria e não de correção, onde temos hoje o coaching sendo um processo focado de melhoria acelerada, que extrai o melhor da pessoa. (Fonte: Morgam, Harkins & Goldsmith. The Art and Practice of Leadership Coaching, 2004).

Em tempo, sempre válido esclarecer: coach é o profissional que conduz o processo, coaching é o processo e coachee é o cliente do processo.

Vamos lá … o que não é coaching (pelo menos falando em processos sérios): palestra, autoajuda, um manual de como ter sucesso na vida, uma lista de respostas, simplesmente pensar positivo, exemplo de superação de dificuldades ou de alcance de sucesso, lição de moral, etc (já fica a dica de como escolher o profissional … ).

Processo de coaching começa por ser um processo e não apenas uma intervenção. Lembrando que processo (em linhas gerais) é uma ação continuada, com um início, meio e fim. Coaching é construção, ou seja, o foco está no cliente, não na história do profissional que o está atendendo. Ou seja, não é para fazer o cliente ficar igual ao coach. Ou fazer o cliente ficar igual a algum modelo arbitrariamente escolhido pelo profissional.

Coaching não se aplica para tratar emoções, situações passadas ou traumas, isso é do campo da terapia (vale procurar um bom psicólogo). Pois coaching não é terapia (mesmo que possa ser aplicado por profissional da psicologia). Também não é hipnose e reprogramação mental (mesmo que algumas ideias sejam mesmo mudadas), estes são outros métodos.

Coaching foca nas possibilidades presentes e futura. É totalmente direcionado a ação e tem um objetivo claro, definido e contratado no início do processo. O que determina o fim do processo é chegar neste objetivo e não um número “mágico” de sessões. Ainda: “Coaching destrava os potenciais da pessoa para maximizar seu crescimento” … frase não é minha é de John Whitmore (referência em coaching para melhorar desempenho) e é muito verdadeira. Um bom processo de coaching tem as técnicas escolhidas para o seu momento e seu objetivo (ou seja, foco em você, cliente) e não uma lista de ferramentas com ordem definida sem nem mesmo conhecer você e seu objetivo. Também não é simplesmente uma instrução de como desafiar seu meio independente das consequências …. Já vi isso acontecer em situações corporativas onde bons profissionais tiveram orientação de coach que não entendia como o mundo corporativo funciona e acabou prejudicando a imagem de bons profissionais frente a seus grupos. Coaching trabalha a auto responsabilização, ou seja, coloca o cliente no centro e mostra que seus resultados são frutos de suas ações … e por isso também estimula a ação.

Quando se precisa de processo de coaching? Não é porque apareceu um anúncio na sua linha de tempo na rede social, é quando você precisa de um apoio para tirar um objetivo seu do papel ou mesmo poder clarificar objetivo, como, por exemplo, próximos passos de carreira ou empreender. Também serve como apoio para desenvolvimento de liderança, melhoria de algum comportamento no seu trabalho (por exemplo: lidar melhor com pressão, aumentar desempenho, aprender a equilibrar cargas de demandas, posicionar-se melhor, entre outros).

Como escolher um profissional? Bom, minha dica é procure consistência, solides e fuja das receitas mágicas, da série de indicações de livros de autoajuda e do marketing digital. Procure profissionais que trabalhem com comportamento, converse com eles. Se você é do mundo corporativo, busque profissionais que tenham vivido neste mundo, eles terão maior facilidade em entender seus desafios bem como o cenário que você habita. Questione sobre como escolhem as ferramentas para o trabalho, como se formaram, como customizam o processo a sua demanda … você saberá separar se o foco está em você (cliente) ou no dito coach.

Espero que este texto tenho ajudado e eu desejo a você um ótimo desenvolvimento, independente da técnica que você escolher 😉

Cibele Sanches

Cibele - Rumo

Multi Especialista em RH e Especialista em 4ª Revolução Industrial

Trabalho humano X máquina

Um assunto bastante debatido hoje é a questão de “robôs tomarão meu emprego” … inclusive é um bom debate de carreira: Como você se desenvolvendo para que seu trabalho não seja substituído por um robô?

O que será cada vez mais valorizado daqui para frente no mercado de trabalho e como fica o mercado?  Falando sobre carreira e futuro do trabalho, há uma tendência cada vez maior (conforme podemos ver na imagem abaixo) de aumento da automação dos postos de trabalhos.

Divisão de horas de trabalhadas Humanos X Máquinas

Rumo Desenvolvimento Humano

Diferente da 3ª Revolução Industrial onde se tem automação basicamente com robô “burro” como se diz; a 4ª Revolução traz a questão de inteligência aplicada. Ou seja, existe a aquisição de dados, análise dos mesmos e tomada de decisão por parte do robô, característica desta revolução.

Segundo o Fórum Econômico Mundial, temos uma mudança na taxa de automação. Em 2018 temos que 71% das horas trabalhadas foram realizadas por humanos e 29% sendo realizadas por máquinas. A previsão do Fórum Econômico Mundial é que para 2025 sejam 48% das horas sendo feitas por humanos e 52% das obras feitas com as máquinas. Muita gente olha isso e pode pensar então que é o fim emprego. Eu tenho uma visão um pouquinho diferente e baseado não no que acredito, mas baseado em outros dados, como, por exemplo, de que temos uma mudança no modo de trabalho, e no que é trabalho de fato.

Tudo aquilo que for atividade previsível e repetitiva, seja física ou mental, será automatizada, se é que já não foi. Estamos inclusive falando de automação em ambientes de escritórios e atividades menos físicas. É possível ver impacto por exemplo em redação em jornalismo, em redação de muitas questões ligadas à advocacia; em atendimentos de saúde como a parte automatizada. Isso sem falar nas opções de atendimento automatizado, seja via telefone ou chat. Então, tudo isso já faz parte da realidade, do nosso dia a dia, e em funções que antes não se imaginava que poderiam ter uma automação tão grande assim. Vai para o robô o que é automático e a parte do relacionamento e da criação fica com o humano, que pode dedicar mais tempo a isso.

Assim se coloca um outro desafio: o que que te faz único e o que você faz que agregar valor? O que ligado a criatividade, a relacionamento, bem como também aspectos muito demandados ligados a características cognitivas e emocionais, você tem em destaque? Por que isso?  Porque aquilo que é unicamente humano é o que vai ser cada vez mais valorizado … e também é desafiador desenvolver, pois não é apenas um treino simples, são habilidades complexas que precisam ser adquiridas por cada pessoa para se transformarem em competências. Coisas que não basta apenas “procurar no Google” ou ter um certificado, precisa de exposição, de vivência, de erros para poder acertar … o que você está fazendo hoje para ser melhor que um robô?

Obrigada por ler este artigo!!

Cibele Sanches

Multi especialista em RH e Especialista em 4ª Revolução Industrial

Para ler no Linkedin: https://www.linkedin.com/pulse/trabalho-humano-x-m%25C3%25A1quina-cibele-sanches

Eu não consigo!!!

Dos fatos interessantes do processo de coaching … um bom profissional de coaching precisa ter uma boa bagagem. Dentre diferentes motivos, para poder adaptar o plano a necessidade do cliente … muito diferente de ser um mero “aplicador de ferramentas” e um colecionador de frases de efeito. Precisa poder construir junto com o(a) seu(sua) cliente.

Em uma sessão sai com uma intervenção diferente e, com certeza, não planejada. No trabalho de clarificação e planejamento, a pessoa, depois de muito evoluir, “travou” e começou a dizer repetidamente “Não consigo! Não consigo! Não consigo! Não consigo!” … Dei o tempo a esta pessoa, para ela poder ouvir o eco da própria voz, enquanto provavelmente estava esperando eu dizer “você consegue, vamos lá …” e outras frases “manjadas”.

Eu saquei um dos post its que estávamos usando para organizar as ideias, escrevi nele e colei na parede, assim como as outras ideias que a pessoa estava me dizendo … escrevi com letra bem grande (e feia :o) ) e colei bem no meio de todas as ideias lindas. Fiquei olhando para a parede e disse “Pronto! Não consegue!”.

Bom … santo remédio … após uma cara de espanto … destravou na hora. Ver expresso o que estava dizendo para se limitar fez a pessoa ir até a parede, na mesma hora, e tirar com muita energia o tal post it e me disse “ISSO NÃO!!!” (Excelente!!!).

Terminamos o trabalho, tirei os post its da parede e entreguei a essa pessoa com a organização que fizemos, para que pudesse dar continuidade a suas ações. Olhei para o post it do “não consigo” que estava em cima da mesa, no meio de muitas canetinhas, folhas etc … Peguei na mão, olhei para ele, virei para a pessoa e disse com uma cara bem séria: “e este aqui, vai levar?”. Não levou um segundo a resposta: “NÃO, NÉ!!! Some com ele, isso não é comigo!!”.

Feliz com os resultados desta pessoa, com certeza descobriu que várias das limitações são ideais que acabamos repetindo a nós mesmos e que não ajudam em nada. Feliz por toda a produção que pode realizar e pelos resultados que está alcançando, parabéns!!!

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Desenvolvimento, com desenvolvimento de pessoas e organizações, principalmente com questões ligadas ao futuro do trabalho. Como faço? Usando meus mais de 18 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBI em Indústria Avançada (FIESC/SENAI) (em curso), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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Qualificar ou não qualificar? E no que posso te ajudar!

Ola!!

Sem saber como desenvolver seus colaboradores ou achando que não tem retorno com treinamentos? Posso te ajudar!! A Rumo Coaching & Desenvolvimento traz para você e sua empresa estratégias em qualificação ligadas a inovação, preparação de habilidades para o presente e futuro do trabalho, sempre com o olhar de gestão de pessoas.

Desenvolvo soluções em qualificação e crio estratégias e trilhas de desenvolvimento para sua empresa. Como diferencias, a proposta da Rumo é oferecer desenvolvimento de forma prática e focada, reduzindo tempo dedicado a treinamentos, através de técnicas e conteúdos atualizados. Metodologia de levantamento e acompanhamento antes e depois da qualificação.

Treinamentos técnicos e comportamentais / softskills, reuniões facilitadas, cenários de inovação e gestão de pessoas, o que você precisar, eu desenvolvo e conduzo para sua empresa.

Conheça algumas de nossas ofertas já prontas e testadas:

– Gestão de Pessoas em tempos de Indústria 4.0 (Inovação)

– Quem tem medo do feedback? (Feedback)

– Que líder eu sou? (Liderança)

– E agora, que pergunta eu faço? (Entrevista por competência)

– Carreira: Planejando e desenvolvendo frente a novos cenários (Palestra carreira)

– Conta comigo! (Comunicação e relacionamento)

– Como rodar avaliação de desempenho (Avaliação de desempenho)

– Meus objetivos, meus resultados (Gestão de objetivos)

– Eu o outro e a comunicação (Palestra sobre comunicação)

– Um convite para conversar (Comunicação não violenta e conflitos)

– Coaching de carreira

– Coaching de liderança

– Mentoria para RH

– Mentoria para líderes

 

Lançamentos para 2019:

– Desenvolvendo habilidade do futuro

– Conflito e negociação

– Liderando em tempos de 4.0

– Técnicas de coaching para liderança e desenvolvimento

– Palestra Habilidades do Futuro

– Como realizar treinamentos e reuniões on line

 

Treinamentos oferecidos nas regiões de Blumenau, Joinville, Itajaí, Jaraguá do Sul, Florianópolis e também remoto.

O que você precisa ou deseja não está nesta lista? Não tem problema!! Vamos conversar e eu desenvolvo algo específico para você e sua empresa.

Oferecemos qualificações abertas e in company. Veja nosso calendário de qualificações abertas aqui!!

Quer saber de algumas empresas que seus profissionais já passaram por ações da Rumo? Veja aqui !!

Conte com uma Multi especialista em RH e especialista e 4ª Revolução Industrial para os seus desafios.

Conheça mais em nossas redes sociais e vamos conversar para que a Rumo te ajude a desenvolver seus colaboradores e sua empresa para o presente e para o futuro!!

Obrigado!

Cibele Sanches

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(apresentação sobre avaliação de habilidades do futuro na 2ª turma do MBI de Indústria Avançada – FIESC/SENAI – Florianópolis)

Indústria 4.0 e o RH – parte 1

1ª Parte do bate papo feito com profissionais de RH e gestores de pessoas sobre os impactos da Indústria 4.0 e Internet Industrial.

Venha conhecer um pouco mais sobre o tema!!

 

 

Realizado por: Cibele Sanches, Multi Especialista em RH e Especialista em Indústria 4.0, mais de 18 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBI en Indústria Avançada (FIESC/SENAI), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG).

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br

Email: contato@rumocoaching.com.br

O RH e a Internet Industrial: Como apoiar a transformação digital

Confira matéria completa publicada no site da ABII (Associação Brasileira de Internet Industrial)

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“De acordo com Cibele, a Internet Industrial é uma realidade principalmente, em países tecnologicamente mais desenvolvidos do que o Brasil, onde a capacitação e o tratamento de dados é mais presente no dia a dia. “Seja na identificação do tempo de chegada de um ônibus do transporte público, seja em sensores nas turbinas de um avião transmitindo em pleno voo dados para manutenção quando ele pousar ou ainda dados sobre os sinais vitais e evolução de tratamento médico em um hospital”, destacou.

 Ainda, segundo ela, uma vez que estamos falando de sistemas conectados, dados da nuvem, acesso via dispositivos móveis, existe um risco sobre a segurança destes dados e o que pode e não pode ser usado. “Já vimos diversos casos de vazamento de dados de sites e os transtornos que isso pode causar. Se levarmos isso para sistemas mais integrados e complexos, é um risco a ser mitigado com medidas de cibersegurança, a qual também é uma tecnologia habilitadora da Internet Industrial. Os prós são infinitos como, por exemplo, dados que serão transformados em informações confiáveis para tomadas de decisão mais precisas e só isso já vale a pena investigar este assunto. Estamos falando de facilidades cotidianas que podem transformar os diferentes sistemas que utilizamos, deixando mais tempo para nos concentrar em produzir e aproveitar melhor a vida”, pontuou.

 Além desses temas, foram abordados no decorrer do bate-papo: As Tecnologias Habilitadoras que combinadas trazem soluções e novas ferramentas. Também como o RH pode apoiar essa transformação digital na empresa, por meio da adequação de práticas de gestão de pessoas para estimular inovação, além de comunicação e estímulo à qualificação.

Na visão de Cibele, as pessoas já utilizam a internet industrial quando usam serviços como Waze, Netflix, Uber entre outros. “Todos esses aplicativos usam sensores e trabalham com dados para fazer as previsões e sugestões para melhor tomada de decisões e estes são exemplos básicos. Nas empresas observa-se facilmente a internet industrial quando se fala no aumento da disponibilidade de máquinas e serviços pela diminuição de tempos de manutenção”, observou.”

Confira matéria completa publicada no site da ABII (Associação Brasileira de Internet Industrial)

Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria e atuo com desenvolvimento de pessoas e organizações. Como faço? Usando meus mais de 18 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBI en Indústria Avançada (FIESC/SENAI), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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Email: contato@rumocoaching.com.br

É pelo computador?

Confira artigo publicado pela Revista do Coaching Brasil nº 52 (http://revistacoachingbrasil.com.br/)

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“Como assim … é pelo computador?” … Ah, tantas vezes ouvi isso … e tantas vezes ainda ouvirei.
Trabalho com processos formais de coaching remoto há 2 anos, pois processos informais devem fazer mais de 10, quando minha atuação era dentro das empresas. Lembro quando, há mais de 10 anos, falávamos em entrevista por telefone (não era nem por Skype) e isso simplesmente parecia um absurdo. Depois tivemos o acesso melhor a internet e ferramentas de comunicação instantânea que não contavam mais somente com a voz e sim com a imagem. Entramos na era dos e-learning, tanto os ao vivo como os gravados. Temos possibilidade de fazer vídeo conferência de nossos celulares em qualquer lugar que tenha transmissão de dados. Vemos os telejornais com múltiplos apresentadores ao mesmo tempo em diferentes localidades interagindo como se estivessem ao mesmo tempo no mesmo lugar. Temos o presidente da nação com o maior poderio militar do planeta impactando o mundo com até 140 caracteres de sua conta do Twitter. Ou seja, vivemos tempos bem modernos!!! Diante de tudo isso, por que um processo de coaching precisa ser mandatoriamente presencial? Escuto de alguns profissionais que processos a distância são impessoais, frios e que não tem a mesma qualidade … é um ponto interessante … vamos há alguns dados.

Segundo Morgam, Harkins & Goldsmith (2004), no livro “The Art and Practice of Leadership Coaching” eles trazem alguns dados sobre a entrada do coaching no mundo empresarial, inicialmente como instrumento para recuperação de performance (ou seja, só fazia coaching quem estava muito mal na empresa). Com os resultados, foi percebido que com se esta metodologia ajudava quem estava com dificuldades, poderia fazer muito bem para quem tinha boa performance, adquirindo parte do viés que tem hoje, de meio para aperfeiçoamento e não apenas correção. Este movimento veio muito forte nos Estados Unidos, quando os processos eram feitos em um bom número por: telefone. Isso mesmo, através de uma ligação telefônica, e nem era celular, nem tinha viva voz, capaz até de ser telefone de disco. Ironias tecnológicas a parte, a questão é que não é uma ferramenta nova a possibilidade de realizar processos a distância.

Vamos mais longe? Aos que tiveram oportunidade de estudar um pouco sobre Freud, lembrarão que ele trocava correspondências com alguns de seus pacientes e utilizava isso como parte do processo de análise dos mesmos … e isso há 100 anos atrás … imagina o que Freud faria na era do WhatsApp!!! Mais um exemplo? Nos Estados Unidos existe uma plataforma na web, com altos níveis de desempenho e eficácia, para dar suporte a quem tem transtorno de ansiedade e está em momento de crise … além de ser baseada na internet e consequentemente a distância, o atendimento é feito por um robô, não há interação pessoa – pessoa e mesmo assim o processo é muito eficaz.
Estes são só alguns exemplos. Claro que não estar presente fisicamente muda algumas coisas, algumas informações são transmitidas e recebidas de forma diferentes. E nisso é bom lembrar que o ser humano é dotado de mais de um sentindo, quando uma forma de percepção é privada, outras se sobressaem.

Estar remoto (sem imagem) faz com que, naturalmente, se tenha muito mais atenção em tudo que a voz comunica (que não é só a fala). Do lado do coachee, também permite este a se concentrar mais em si mesmo, uma vez que ele não tem “ninguém o olhando”. E sim, eu já recebi este comentário de clientes. Duas outras grandes possibilidades do coaching remoto para o coachee é não ter que gastar tempo e dinheiro em deslocamento, além da flexibilidade de agenda. Pode cuidar do seu desenvolvimento onde quer que esteja, desde que com acesso a um telefone ou computador e que se sinta confortável para fazer uma sessão de coaching.

Vejo também que a modalidade de coaching remoto é mais aceita para alguns tipos de público, como pessoas com perfil mais prático e também que já estejam acostumadas com reuniões e relacionamento a distância. Coaching remoto é apenas uma opção óbvia e natural para este público. Pode ser aplicado a qualquer público, pois a conexão Coach-coachee ocorre pela técnica do Coach, não por estar presencial. O estado de flow ocorre do mesmo jeito … talvez até melhor.

Para quem nunca fez uma sessão de coaching remoto, a percepção de viabilidade e benefício desta modalidade é muito influenciada pela cultura e construção de valores. Para quem já passou por uma experiência, sua opinião é formada pela habilidade e naturalidade que o Coach conduz o processo e faz o coachee chegar a resultados. Podem existir preferencias, mas com certeza, não existem limitações além das próprias do processo de coaching … tem dúvida? Experimente, teste, converse com um colega Coach que trabalhe assim e peça para fazer uma sessão … você se surpreenderá.

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria e atuo com desenvolvimento de pessoas e organizações. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBI en Indústria Avançada (FIESC/SENAI), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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Email: contato@rumocoaching.com.br

O que faço?

Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas e organizações, ajudando a resolver problemas (e quem não tem problemas para resolver, não é?!).  Uso meus mais de 16 anos de experiência com gestão de pessoas em diferentes cenários de empresas como base para minha atuação. Quer saber como posso ajudar dentro do 3Es que comentei no artigo anterior? Vamos lá:

Para as empresas, ofereço, através da Rumo Coaching:

Workshops e treinamentos com temas de gestão de pessoas e liderança, com temáticas variadas e também inspirados em técnicas de coaching em grupo. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

Avaliação de potencial e de perfil, baseados em entrevista comportamental, e ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Avaliação 360º, muito utilizada para desenvolvimento de lideranças e de talentos dentro da empresa, uma vez que trabalha a percepção destes por diferentes pessoas de dentro da organização. Retrata o que o profissional demonstra, ou seja, como sua exposição é percebida pelos outros.

Coaching de carreira, que é um processo de melhoria focado e acelerado para desenvolvimento de competências. Envolve exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Mentoria para desenvolvimento de líderes, acompanhamento próximo e focado em técnicas de gestão de pessoas e liderança, gerando feedbacks precisos e planos de ação adaptados para maior eficácia da gestão. Este é um caso clássico que representa do eixo do exemplo no desenvolvimento.

 

Para profissionais, atuo com as mesmas ofertas de serviços, personalizando para cada pessoa, a saber:

Desenvolvimento pessoal, através de Coaching, para identificar e desenvolver para próximos níveis de carreira, bem como para resolver problemas no ambiente de trabalho … como aquele tipo de situação de impasse que sempre te deixa desconfortável … temos como trabalhar nisso através desta metodologia de melhoria focada e acelerada, baseado em conversas orientadas, ferramentas específicas e ações entre as sessões. Coaching realizado de forma remota, ou seja, sem tempo gasto em deslocamento e todo tempo investido no seu desenvolvimento. Em relação aos eixos do desenvolvimento, está ligado a exposição, uma vez que estimula a prática e o entrar em ação, bem como trabalha o exemplo, através da modelagem de comportamentos.

Autoconhecimento, através de ferramentas como o Coaching Assessment e DISC, que permitem conhecer as tipologias de comportamento,  fortalezas, pontos de atenção e como estes aspectos trabalham em conjunto. Envolve o autoconhecimento permitindo acelerar o desenvolvimento.

Desenvolvimento profissional, através de avaliação 360º de mais de 15 aspectos de seu comportamento e avaliado por diferentes pessoas de sua convivência no trabalho. Evidencia como você é percebido, ou seja, o impacto nos outros de sua exposição.

Qualificação, através de treinamentos e workshops presenciais e on line sobre diferentes temas de gestão de pessoas e liderança. Envolve estudo e um pouco de exposição, uma vez que tem bastante prática.

 

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você não viu o artigo que falo sobre desenvolvimento e os 3Es, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  )

 

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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O quebra cabeça do desenvolvimento

Faz muito tempo que trabalho com pessoas e sempre com a missão de apoiar a evolução de cada um, independente da função formal que eu desempenhasse.

Uma coisa bacana de trabalhar com adultos, é porque eles se desenvolvem porque querem, ou seja, se não querem … nem adianta tentar … agora … quando querem, quando precisam …. então se empenham e entregam ótimos resultados!!

É muito comum desenvolvimento ser tratado como sinônimo de treinamento, sendo que treinamento é treinar (obvio!!) que é “torna alguém capaz de desenvolver algo, através de orientação ou instrução; formação”. Ou seja, ele é um processo de aprendizagem.

Mas então, o que é o tal do desenvolvimento? Desenvolvimento: “Ação de crescer ou progredir; progresso”.

Desenvolvimento é um processo mais global e sistêmico e que não envolve somente instrução (a popular sala de aula ou leitura de um manual). Ele envolve competência, ou seja, saber (conhecimento), saber fazer (habilidade) e querer fazer (atitude). Se tratarmos da definição mais moderna de competência, ainda temos a questão de como fazer (valores) e a ética.

Tá, e como se trabalham estes 5 fatores se a sala de aula e a leitura do manual não é solução para tudo? Você já ouviu falar do princípio dos 3Es ou do 10-20-70? Talvez eu chova no molhado, e vou correr o risco mesmo assim para poder explicar. São duas formas de tratar o mesmo quesito: o desenvolvimento.

Os 3Es são:

Estudo

Exemplo

Exposição

 

Ou também podem ser representados pelo conceito do 10-20-70.

A saber:

10% do que aprendemos, aprendemos pelo estudo formal (cursos, treinamentos, livros, palestras …)

20% do que aprendemos, é pelo exemplo, é o aprender através de outros. Então aqui entra a mentoria, não necessariamente um programa formal, mas você ter um exemplo a ser seguido e também o coaching, através de modelagem de comportamentos. Quem te inspira no quesito que você quer se desenvolver? Quem é referência? Aqui entra a criatividade também, porque você pode modelar o exemplo de alguém que você não conhece pessoalmente. Vou contar um caso: estava definindo com um cliente pessoas nas quais ele podia se espelhar para seu desenvolvimento, cumprindo esta parte dos 20%. Ele citou Steve Jobs. Perfeito!! Missão dele: descobrir o que Steve Jobs fez para poder aprender os “truques” e se pergunta “O que Steve Jobs faria?” para ajudar a encontrar seu modelo de atuação e aprender com isso. Claro que pode ser alguém mais próximo também, um colega do trabalho, um cliente, uma pessoa da família que seja boa naquilo que você está querendo se desenvolver. Observe e converse com esta pessoa e veja como ela faz o que faz. Diga o que você faz e peça a opinião dela (lembre-se quando pedimos feedback, temos que aceitar, mesmo que eventualmente não se concorde naquele primeiro momento. É importante ter em mente que você está conversando com alguém que você escolheu como referência, a análise desta pessoa pode te ajudar muito 😉 ). Lembre-se: beba nas fontes certas 😉 . Aqui vale lembrar o ditado “diga-me com quem andas ….”

70% é exposição, é prática, é como você coloca no mundo real o que aprendeu através do aprendizado formal e dos modelos. E aqueles que você escolhe como modelos/mentores nos 20% também te ajudam no processo de análise e correção de rota do que você está colocando em prática. É a hora de exercitar as novas musculaturas.

Perder de vista que nem tudo é sala de aula é um dos motivos pelos quais muitos programas de treinamento são avaliados como de baixa retenção ou melhoria … é … você pegou o ponto, um programa de treinamento por si só, vê somente o estudo, os 10% do processo de desenvolvimento.

Ah, mas é muito mais fácil sentar numa sala de aula e ficar lá só ouvido, principalmente se puder ficar sem falar nada e fazer nada … bem passivo … com certeza tende a ser muito mais fácil, a questão é … isso é efetivo? Sabe, não é tão difícil assim ver os outros “90%” da história. Basta se perguntar 2 coisinhas:

– Quem pode me ajudar/quem é meu modelo neste assunto?

– Como e quando vou aplicar isso no mundo real?

Pronto, você começou a dar conta dos outros 90%.  É no mundo real, na prática, na ação que ocorrer a transformação e a evolução de fato.

Ah, e se não der certo? Ok, pode acontecer, até porque, só erra quem tenta. E, se não deu certo, é só analisar o que deu errado, corrigir e agir novamente … a boa e velha melhoria continua!!! Então fica sempre o convite de entrar em ação, pois uma ideia que não sai da cabeça … é a mesma coisa que não ter tido a ideia.

Muito obrigada por ter lido este artigo 😉

PS:  Se você ficou curioso e que saber como eu trabalho estes pontos com meus diferentes clientes, sinta-se à vontade de seguir com a leitura neste outro artigo 😉 .

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço? Você pode ver neste outro artigo. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo  🙂 )

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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Economia Emocional

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Muito se fala de economia de dinheiro, economia de recursos, economia de tempo … já pensou sobre economia emocional?

O quanto você gasta o seu emocional sem ter retorno? Para os financeiramente orientados, já parou para pensar no ROI (Retorno sobre investimento) de seu emocional?

Vamos discutir a ideia: vamos chamar de emocional não só as emoções primárias puras e simples (medo, tristeza, raiva, nojo, surpresa e alegria) e sim o empenho, também chamado de energia e motivação, ou ainda, tudo aqui que não é processado de modo racional, pois não é pensado, é sentido. E nesta área entram relacionamentos, o que gostamos, o que nos deixa feliz, o que nos deixa triste … ok, acho que já deu para pegar a ideia, não?!

Os mecanismos de emoções ditas positivas (como felicidade, satisfação, …) é relativamente simples: você valoriza algo, este algo acontece e você fica feliz!! Você quer mais e repete, e fica feliz. É sempre uma equação positiva. É um investimento com resultado!!

Agora, o que acontece quando esta equação não é positiva, quando se soma o empenho com o resultado e esta soma é negativa? Você perde pontos na sua economia emocional, pois não foi um investimento, foi um gasto. Quanto tempo você ficará gastando sem ter retorno? E sim, é muito fácil entrar neste loop!!

Vamos fazer uma analogia: quando você está cuidando do seu dinheiro e compra algo que não é útil para você, você deveria continuar comprando este algo? Provavelmente você disse “não”. E por que quando falamos de emoções muitas vezes se continua “comprando” isso que não é útil? Pois é!!

Só dizer que existe uma questão a ser resolvida não resolve, não é mesmo?! Como resolver? Bom, a resposta é simples: Reduza (e se possível corte) aquilo que não está alinhado com seus valores e com seu propósito. E aqui estou falando de atividades, pensamentos, relacionamentos e tudo mais que gere emoções negativas para você.

Ok … e como saber? Mais uma vez, a resposta é simples e composta de duas etapas: identifique e aja!! Observe quando você fica com sua conta emocional no vermelho, o que ocorreu para te deixar assim? Identifique esta fonte através da observação e aja reduzindo sua exposição a ela (se não for possível cortar). Se ir a determinado local sempre te deixa para baixo, descubra algo neste lugar que te deixe para cima. Se não tiver, troque por um lugar que te deixe para cima pois seu saldo emocional vai zerar rapidinho se você não fizer nada. Você sempre fica arrasado quando tem que falar com pessoas que são tóxicas para você? Novamente, identifique o que causa isso e corte, e se tiver que cortar um relacionamento … que o faça, pois, relacionamento mesmo soma positivo e não negativo.

Todos nós já enfrentamos no passado, enfrentamos no presente e enfrentaremos no futuro situações que nos deixaram com sentimentos negativos, isso faz parte da vida e do desenvolvimento pessoal e profissional. A economia emocional é para poder permitir que você não fique sempre no negativo e nem por longos períodos. Assim, frente a isso, você possa encaminhar uma solução para que transformar esse saque de seu emocional em investimento, em algo que te de retorno e te leve ao próximo nível, ao invés de apenas zerar sua conta e deixar você com dívida. E sabe com quem é esta dívida? Com uma pessoa com quem você não deve ficar devendo: VOCÊ!!!

E aí?! Como está o seu saldo de sua conta emocional? Que seus investimos deem muito retorno!!

 

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha bons investimentos!!!

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 15 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

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