Desafios em gestão de pessoas e o que a Rumo faz?

Duas perguntas que acabo me deparando: O que a Rumo faz? E como podem atender minha empresa? Quero responder para você!!

Resolve desafios ligados a gestão de pessoas!!

  • Precisa de treinamento para líderes? Temos!
  • Precisa de preparação para cenário de Indústria 4.0? Temos!
  • Precisa de um “RH de aluguel” para conduzir uma atividade especifica para sua empresa? Temos!
  • Precisa construir um projeto em gestão de pessoas e precisa alguém para fazer facilitação e condução do projeto? Temos!
  • Precisa de treinamento para preparar novos gestores nas principais rotinas de gestão de pessoas? Temos!
  • Mentoria para gestores? Temos!
  • Mentoria para profissionais de RH? Temos!
  • Orientação de profissionais em grupo ou individual? Temos
  • Orientação de carreira individual? Temos

Toda empresa tem desafios em relação a gestão de pessoas, deixe a Rumo ajudar a sua.

Por que a Rumo? Entregas baseadas em minha experiência de 20 anos na área em empresas Nacionais e Multinacionais em diferentes segmentos e em ambiente de mudança e transformação.

Treinamentos e workshops in company ou abertos (confira agenda).  Desenho de soluções para sua empresa. Coaching e mentoria com quem estuda o tema desde 2002 e entende o cenário empresarial (e não preparará de forma inconsistente seu profissional).

Quer conhecer mais? Vamos conversar!!! Presencial ou de forma remota.

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Desenvolver pessoas e empresas de forma focada e acelerada. Ser conexão para novas soluções é o papel da Rumo, facilitando este processo sendo um apoio para RHs e gestores preocupados com os resultados de suas empresas.

Que problema vamos resolver juntos hoje?

Obrigada e ótima semana,

Cibele Sanches


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É pelo computador?

Confira artigo publicado pela Revista do Coaching Brasil nº 52 (http://revistacoachingbrasil.com.br/)

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“Como assim … é pelo computador?” … Ah, tantas vezes ouvi isso … e tantas vezes ainda ouvirei.
Trabalho com processos formais de coaching remoto há 2 anos, pois processos informais devem fazer mais de 10, quando minha atuação era dentro das empresas. Lembro quando, há mais de 10 anos, falávamos em entrevista por telefone (não era nem por Skype) e isso simplesmente parecia um absurdo. Depois tivemos o acesso melhor a internet e ferramentas de comunicação instantânea que não contavam mais somente com a voz e sim com a imagem. Entramos na era dos e-learning, tanto os ao vivo como os gravados. Temos possibilidade de fazer vídeo conferência de nossos celulares em qualquer lugar que tenha transmissão de dados. Vemos os telejornais com múltiplos apresentadores ao mesmo tempo em diferentes localidades interagindo como se estivessem ao mesmo tempo no mesmo lugar. Temos o presidente da nação com o maior poderio militar do planeta impactando o mundo com até 140 caracteres de sua conta do Twitter. Ou seja, vivemos tempos bem modernos!!! Diante de tudo isso, por que um processo de coaching precisa ser mandatoriamente presencial? Escuto de alguns profissionais que processos a distância são impessoais, frios e que não tem a mesma qualidade … é um ponto interessante … vamos há alguns dados.

Segundo Morgam, Harkins & Goldsmith (2004), no livro “The Art and Practice of Leadership Coaching” eles trazem alguns dados sobre a entrada do coaching no mundo empresarial, inicialmente como instrumento para recuperação de performance (ou seja, só fazia coaching quem estava muito mal na empresa). Com os resultados, foi percebido que com se esta metodologia ajudava quem estava com dificuldades, poderia fazer muito bem para quem tinha boa performance, adquirindo parte do viés que tem hoje, de meio para aperfeiçoamento e não apenas correção. Este movimento veio muito forte nos Estados Unidos, quando os processos eram feitos em um bom número por: telefone. Isso mesmo, através de uma ligação telefônica, e nem era celular, nem tinha viva voz, capaz até de ser telefone de disco. Ironias tecnológicas a parte, a questão é que não é uma ferramenta nova a possibilidade de realizar processos a distância.

Vamos mais longe? Aos que tiveram oportunidade de estudar um pouco sobre Freud, lembrarão que ele trocava correspondências com alguns de seus pacientes e utilizava isso como parte do processo de análise dos mesmos … e isso há 100 anos atrás … imagina o que Freud faria na era do WhatsApp!!! Mais um exemplo? Nos Estados Unidos existe uma plataforma na web, com altos níveis de desempenho e eficácia, para dar suporte a quem tem transtorno de ansiedade e está em momento de crise … além de ser baseada na internet e consequentemente a distância, o atendimento é feito por um robô, não há interação pessoa – pessoa e mesmo assim o processo é muito eficaz.
Estes são só alguns exemplos. Claro que não estar presente fisicamente muda algumas coisas, algumas informações são transmitidas e recebidas de forma diferentes. E nisso é bom lembrar que o ser humano é dotado de mais de um sentindo, quando uma forma de percepção é privada, outras se sobressaem.

Estar remoto (sem imagem) faz com que, naturalmente, se tenha muito mais atenção em tudo que a voz comunica (que não é só a fala). Do lado do coachee, também permite este a se concentrar mais em si mesmo, uma vez que ele não tem “ninguém o olhando”. E sim, eu já recebi este comentário de clientes. Duas outras grandes possibilidades do coaching remoto para o coachee é não ter que gastar tempo e dinheiro em deslocamento, além da flexibilidade de agenda. Pode cuidar do seu desenvolvimento onde quer que esteja, desde que com acesso a um telefone ou computador e que se sinta confortável para fazer uma sessão de coaching.

Vejo também que a modalidade de coaching remoto é mais aceita para alguns tipos de público, como pessoas com perfil mais prático e também que já estejam acostumadas com reuniões e relacionamento a distância. Coaching remoto é apenas uma opção óbvia e natural para este público. Pode ser aplicado a qualquer público, pois a conexão Coach-coachee ocorre pela técnica do Coach, não por estar presencial. O estado de flow ocorre do mesmo jeito … talvez até melhor.

Para quem nunca fez uma sessão de coaching remoto, a percepção de viabilidade e benefício desta modalidade é muito influenciada pela cultura e construção de valores. Para quem já passou por uma experiência, sua opinião é formada pela habilidade e naturalidade que o Coach conduz o processo e faz o coachee chegar a resultados. Podem existir preferencias, mas com certeza, não existem limitações além das próprias do processo de coaching … tem dúvida? Experimente, teste, converse com um colega Coach que trabalhe assim e peça para fazer uma sessão … você se surpreenderá.

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria e atuo com desenvolvimento de pessoas e organizações. Como faço? Usando meus mais de 16 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia (UFRGS), com MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBI en Indústria Avançada (FIESC/SENAI), Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG) e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

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Email: contato@rumocoaching.com.br

Economia Emocional

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Muito se fala de economia de dinheiro, economia de recursos, economia de tempo … já pensou sobre economia emocional?

O quanto você gasta o seu emocional sem ter retorno? Para os financeiramente orientados, já parou para pensar no ROI (Retorno sobre investimento) de seu emocional?

Vamos discutir a ideia: vamos chamar de emocional não só as emoções primárias puras e simples (medo, tristeza, raiva, nojo, surpresa e alegria) e sim o empenho, também chamado de energia e motivação, ou ainda, tudo aqui que não é processado de modo racional, pois não é pensado, é sentido. E nesta área entram relacionamentos, o que gostamos, o que nos deixa feliz, o que nos deixa triste … ok, acho que já deu para pegar a ideia, não?!

Os mecanismos de emoções ditas positivas (como felicidade, satisfação, …) é relativamente simples: você valoriza algo, este algo acontece e você fica feliz!! Você quer mais e repete, e fica feliz. É sempre uma equação positiva. É um investimento com resultado!!

Agora, o que acontece quando esta equação não é positiva, quando se soma o empenho com o resultado e esta soma é negativa? Você perde pontos na sua economia emocional, pois não foi um investimento, foi um gasto. Quanto tempo você ficará gastando sem ter retorno? E sim, é muito fácil entrar neste loop!!

Vamos fazer uma analogia: quando você está cuidando do seu dinheiro e compra algo que não é útil para você, você deveria continuar comprando este algo? Provavelmente você disse “não”. E por que quando falamos de emoções muitas vezes se continua “comprando” isso que não é útil? Pois é!!

Só dizer que existe uma questão a ser resolvida não resolve, não é mesmo?! Como resolver? Bom, a resposta é simples: Reduza (e se possível corte) aquilo que não está alinhado com seus valores e com seu propósito. E aqui estou falando de atividades, pensamentos, relacionamentos e tudo mais que gere emoções negativas para você.

Ok … e como saber? Mais uma vez, a resposta é simples e composta de duas etapas: identifique e aja!! Observe quando você fica com sua conta emocional no vermelho, o que ocorreu para te deixar assim? Identifique esta fonte através da observação e aja reduzindo sua exposição a ela (se não for possível cortar). Se ir a determinado local sempre te deixa para baixo, descubra algo neste lugar que te deixe para cima. Se não tiver, troque por um lugar que te deixe para cima pois seu saldo emocional vai zerar rapidinho se você não fizer nada. Você sempre fica arrasado quando tem que falar com pessoas que são tóxicas para você? Novamente, identifique o que causa isso e corte, e se tiver que cortar um relacionamento … que o faça, pois, relacionamento mesmo soma positivo e não negativo.

Todos nós já enfrentamos no passado, enfrentamos no presente e enfrentaremos no futuro situações que nos deixaram com sentimentos negativos, isso faz parte da vida e do desenvolvimento pessoal e profissional. A economia emocional é para poder permitir que você não fique sempre no negativo e nem por longos períodos. Assim, frente a isso, você possa encaminhar uma solução para que transformar esse saque de seu emocional em investimento, em algo que te de retorno e te leve ao próximo nível, ao invés de apenas zerar sua conta e deixar você com dívida. E sabe com quem é esta dívida? Com uma pessoa com quem você não deve ficar devendo: VOCÊ!!!

E aí?! Como está o seu saldo de sua conta emocional? Que seus investimos deem muito retorno!!

 

Obrigada por ter lido este artigo!! Sinta-se livre para comentar e compartilhar!!

Tenha bons investimentos!!!

___________

Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria. O que eu faço: ajudando profissionais seniores a resolverem problemas em seus trabalhos e em suas carreiras, para serem mais realizados profissional e pessoalmente, faço isso através de coaching e mentoria, usando meus mais de 15 anos de experiência com Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais. Sou formada em Psicologia e estudo coaching desde 2002 (sim, isso mesmo 🙂 )

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

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“Quem manda em mim sou eu”

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Auxiliar pessoas a serem o melhor que podem ser, a serem sua melhor missão, a viver sua missão e de acordo com seus valores e motivações; a alinhar suas carreiras e terem vidas mais equilibradas e felizes … isso é o que eu faço na minha atuação como coaching.

Apesar do termo ter se popularizado (e por vezes banalizado), não estou nesta área há pouco tempo, estudo coaching pelo menos desde 2002, quando fiz meu primeiro curso na área (fora o que eu já havia lido sobre o assunto). Para quem ainda tem dúvida sobre o que é coaching, em uma breve explicação, é um processo de desenvolvimento e melhoria, orientado para a ação e com resultados acelerados.

Ao longo dos meus mais de 15 anos de experiência trabalhando com pessoas, eu sempre acreditei e trabalhei para viabilizar o desenvolvimento delas. Viabilizar porque somente o indivíduo pode mudar a si próprio, dos bilhões de habitantes do planeta terra, existe somente um sobre o qual se pode agir … sobre o “eu”. Ou seja, somente eu mando em mim J.

Usando a frase de Jung: “eu não sou o que me acontece, eu sou o que escolho me tornar”. Isso sempre me lembra um outro conceito que trabalho com meus clientes que pode ser traduzido para locus de controle interno. Julian B. Rotter (na década de 60) formulou o conceito de locus de controle, ou seja, é o local de controle. Ele definiu dois tipos, o externo e o interno, sobre os quais as pessoas tem sua visão de mundo. Em uma explicação breve (e talvez até simplista), quem tem predominância de locus de controle externo, acredita que não importa o que faça, o resultado de suas ações, sua vida, carreira, trabalho etc., é determinado por fatores externos, pelo meio, e não sob relação direta com suas ações. Frases como “é a responsabilidade do mercado por …” “é porque minha família …” “é porque não tenho dinheiro …” “é o destino…”  “vou esperar os outros …” “não vou sair porque está frio …” são frases comumente ditas por quem tem locus externo.

Quem tem predominância de locus de controle interno, acredita que não importa em que meio estejam, o resultado de suas ações, sua vida, carreira, trabalho etc., é determinado por suas ações, decisões, seu próprio empenho. Frases como “meu resultado é fruto de minhas ações …” “estou nesta situação porque eu fiz …….” “apesar de estar com pouco dinheiro, eu vou ……” “é o destino sou eu que faço …” “vou mobilizar os outros para …” “mesmo que esteja frio, vou sair …” são frases comumente ditas por quem tem locus interno. Como pode ser visto nestes breves exemplos, o locus de controle se manifesta nos mais diferentes aspectos do cotidiano.

Dentro do trabalho de coaching, muitas vezes vem os comentários de “o mercado está difícil”, “minha empresa não me ajuda”, “meu chefe me incomoda”, “não tenho dinheiro para me desenvolver”, “não tenho tempo para fazer o que gosto” entre tantas outras frases possíveis. Invariavelmente a conversa segue para “qual é sua ação?”, “o que você pode fazer?”. É impressionante como esse simples mudar de lugar, de passivo para ator da ação, muda toda a percepção e coloca a pessoa em um rumo muito mais positivo e de maiores resultados. Com o continuar do trabalho, coleto relatos como:

“Vi mais um pouco da minha evolução com este acompanhamento. É cada vez mais claro que tenho que colocar a responsabilidade sobre mim e aí o resultado vem muito mais rápido. Bacana ver que coisas que faço o resultado é para mim”

“Sair da zona de conforto e procurar o melhor caminho a se seguir”

“Tirei meu objetivo da gaveta e ele está em andamento”

“Estou caminhando de profissional acomodada para profissional realizada”

“O meu desenvolvimento pessoal e profissional está intrinsecamente ligado as decisões que tomo dia a dia.”

(Todas estas frases foram ditas por meus clientes em processos de coaching que conduzi com eles)

Quanto aos meus clientes, nada deixa uma Coach mais feliz que seus clientes alcançando seus resultados!!! E eles só alcançaram os resultados porque entenderam (e agiram) que dependia de cada de si mesmo, apesar do cenário, apesar de tudo.

Entender (e viver) a responsabilidade por seus próprios resultados, pode até ser duro em um primeiro momento e, sim, dá trabalho, custa. Agora … quanto trabalho dá, quanto custa não realizar seus objetivos, seus sonhos? Quem manda em sua vida, você ou o “mundo”?

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Quem sou eu: Cibele Sanches – Coach e consultora, formada em psicologia, e com mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas. Totalmente apaixonada por desenvolvimento e por fazer a diferença.

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Onde sua carreira largou âncora?

Quem me conhece sabe que tenho duas vidas, uma na terra, e outra no mar. Por isso faço algumas analogias com navegação em minha profissão.

Particularmente, gosto muito do símbolo da âncora: te dá segurança, para não ser arrastado e não te deixa imóvel, você circula ao redor da âncora de acordo com o vento e a maré.

Esse conceito é útil para pensar sobre carreira e perguntar: Onde você baixou sua âncora? Ou ainda, você baixou sua âncora onde você se realiza?

Você sabe quais são as bases de sua carreira? Existem diferentes teorias sobre carreira e uma que aprecio muito (e que trabalho com meus clientes), fala exatamente, de âncoras de carreira.

Lembrando que a âncora te dá firmeza e segurança, poder conhecer sua âncora de carreira permite que você ache seu “porto” seguro, qual mar você pode enfrentar, quais ventos e em qual fundo sua âncora adere melhor. Poder conhecer se você é mais do desafio, da gestão, da segurança, do empreendedorismo, etc, faz muita diferença para a navegação da sua carreira e para achar seu “porto” seguro, que, no caso, prefiro chamar de “porto da realização”. Esse conhecimento permitirá que você tome suas decisões e ações de desenvolvimento alinhados com sua base de motivação, de realização.

E quanto vale ser realizado naquilo que se faz? Quanto vale trabalhar e ser feliz? Vamos conversar!?!

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O que você perde por ter medo?

Muitos que já conversaram comigo já ouviram uma frase que costumo repetir “comportamento é uma estrutura estável, ou seja, se repete”.

Parte de minha missão de vida, é auxiliar as pessoas a serem a melhor versão delas. Novamente reforço que por questões de ética e respeito, não comento detalhes de atendimentos de meus clientes. Por isso o texto é sobre minha experiência.

Neste final de semana eu pude ser “coach dentro da água” 🙂 . Estava na operação de mergulho e havia uma aluna que não estava conseguindo fazer seus exercícios do curso porque estava com medo. O acaso fez com que eu estivesse disponível na superfície. Me foi solicitado ficar um pouco com ela e revisar a famigerada máscara que entrava água no nariz e deixava a aluna nervosa e com medo. Como eu não estava mais com equipamento de mergulho, não poderia levar ela para baixo da água, mas podia ficar com ela na superfície.

Voltando para o tema de o comportamento é uma estrutura estável, ou seja, ele se repete, quando cheguei ao lado dela, me apresentei, fiz brincadeira para descontrair e disse que ia ficar com ela. Perguntei o que estava incomodando ela. Ela me contou “metade” da vida dela em 1 minuto 🙂 . Ela me falou da máscara (que estava perfeitamente colocada) entrava água no nariz e que ela já tinha se afogado no passado, que tinha medo da água e que estava ali porque o namorado queria que ela mergulhasse com ele na viagem que fariam.  Bem, foi fácil definir o ponto A e o ponto B.

Conversei com ela, expliquei o que eu ia fazer, o contato físico que eu teria com ela segurando ela sempre (isso faz muita diferença para quem tem medo), revisamos a máscara, revisamos o regulador “com pouco ar” (regulador é por onde se respira no mergulho), revisamos o cenário em que ela estava. Primeira tarefa: colocar o rosto na água para ver o que ocorria. Primeiro resultado: uns 10 segundos na água. “Entra água, tem pouco ar!!!!”. Por vezes se atua como mentor, quando se tem mais experiência e mais conhecimento e se repassa esse conhecimento e essa solução e lá fui eu. O regulador estava ótimo, mas eu mexi nele mesmo assim e mudei um ajuste, muito mais efeito psicológico do que de fato. Também mostrei como se ajusta a posição do regulador na boca para não tirar a máscara do lugar por causa dele. Como desenvolvedora de pessoas, preciso resolver problemas com elas. Propus trocar a máscara dela pela minha, que era um pouco menor. Segunda tarefa: repetir e colocar o rosto na água. Resultado: não sei quanto tempo ela ficou na água. Viu os cardumes que passavam, respondeu com sinais o que eu perguntava com sinais, ou seja, estava tranquila e consegui curtir e responder ao que era pedido.

Como coisas boas acontecem com quem corre o risco de se desenvolver, não é que apareceu uma tartaruga perto de onde estávamos? Ouvi o pessoal avisando sobre a tartaruga (eu amo tartarugas, assim como quase todo mergulhador 🙂 ). Sinalizei para a aluna pedindo para ela tirar a cabeça da água. Ela saiu da água com um suuuuuuper sorriso e nem de perto a cara de medo que tinha antes. Eu nem perguntei e ela disse que não tinha água na máscara e que o ar fluía bem (será que a calma ajudou?! Hehehe). Perguntei a ela “quer ver uma tartaruga? ” … pra que … imagina olhinhos brilhando dentro de uma máscara de mergulho. Apontei para onde íamos, e pedi para bater perna e colocar o rostinho na água que eu ia levar ela para ver a tartaruga. Uma linda tartaruga verde juvenil, que não estava nem aí para nossa presença e nadava perto da superfície. Nadamos calmamente (e euforicamente) por alguns minutos com ela, com direito a foto e tudo, até que cedemos a vez para outros mergulhadores. A aluna tirou a cabeça da água muito, muito feliz em ter tido a chance de ver. Eu ainda brinquei com ela “seus colegas de curso vão te odiar, porque você tem foto com a tartaruga e eles não”. Ela riu e estava feliz de vencer um medo (ou parte dele) e ser recompensada.

Perguntei para ela como ela estava (como se fosse preciso né, entretanto, é um passo importante para a tomada de consciência e ganho de confiança). Ela disse que estava ótima e agradeceu por eu estar ali ajudando ela. Até então, eu estava segurando ela o tempo todo, ou seja, a um braço de distância ou menos. Olhei para ela e disse, bom, se está tudo bem, você tem mais uma missão: você vai nadar até o barco sozinha, com a cabeça na água. “Eu estarei ao seu lado, e não estarei segurando você. Se você precisar de mim, estarei aqui e tenho certeza que você consegue”. Papel do coach: checar o progresso, definir em conjunto a atividade e apoiar. Bom, mau terminei de falar e lá foi ela. Só tive que corrigir a rota no final porque ela ia para Florianópolis e não para o barco, mesmo assim, sem encostar, só com sinais, ou seja, ela estava atenta, tranquila e responsiva. Saiu da água com um super sorriso, agradeceu, pediu desculpas por me “ocupar”. Disse para ela que minha função é ajudar as pessoas e que fiquei feliz pela confiança e pela conquista dela (afinal, foi ela que fez, eu só dei uma ajudinha). Ela subiu no barco e ainda disse para uma outra moça que estava com medo de entrar na água “vai com ela, ela é maravilhosa!!”. Além de estar disposta e confiante para refazer seus exercícios do curso no dia seguinte.

Várias coisas que fiz são ações comuns a instrutores de mergulho, entretanto, o que acredito ter feito diferença, foi a conexão que estabeleci com ela.  Se ela continuará a mergulhar, não sei dizer, mas posso garantir que agora ela sabe que consegue, a diferença é se ele quer, o que também conversamos. 🙂

Amo o que faço, amo minha missão e agradeço as oportunidades de praticar elas, seja em terra, seja no mar 🙂

Quando vejo uma situação como a dessa aluna, sempre penso o que se perde por ter medo? E como superar ou diminuir medos pode ser simples. E você o que está perdendo por causa de seus medos?

Mergulho em Bombinhas - Superar Medo

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Como fazer as pessoas acreditarem em si, se eu não acreditar em mim? Não tem como

Como fazer as pessoas acreditarem em si, se eu não acreditar em mim? Não tem como. Como resolver isso? Me desafiando.

Minha vida como profissional de coach e gestão de pessoas, os desafios são enormes, e, muitas vezes, são difíceis de mostrar para quem não conhece os bastidores, ou mesmo, não podem ser abertamente comentados por questões de sigilo e ética profissional, pois, como trabalho desenvolvendo pessoas e organizações, não posso (e nem devo) comentar dados sigilosos. Como enfrentar conflitos, como resolver dilemas em organizações e dilemas de vida. Como lidar com medos. Tenho certeza que nem eu, nem você gostaria de ver esses dados publicados, não é?!

Por esses motivos, o que posso comentar abertamente, é de minha “outra vida” ou, minha vida na água.

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Muitos me perguntam: “por que duas vidas tão diferentes? ” Eu respondo “as vidas são iguais, só os meios é que são diferentes” (no caso os meios são literais: terra e água). Muitas das coisas que emprego nos mergulhos, vieram de minha vida profissional: controle emocional, planejamento, cuidado, segurança, metas, superação de limites e de desafios e, principalmente, muito amor e muita paixão.

Minhas vidas de água e terra caminhão juntas, só me fortaleço em uma porque me fortaleci na outra. É mais uma especialidade de mergulho, é mais uma centena no número de imersões, é mais um território conquista, são mais fotos que são curtidas, copiadas, gravadas, impressas, guardas, …, é mais tempo ou mais profundidade em apneia. As conquistas na água são acompanhadas de mesmos paralelos em terra.

Como por motivos éticos e de sigilo, não posso compartilhar detalhes e vitorias das conquistas como coach e profissional de gestão de pessoas (e têm sido muitas 🙂 ), quero compartilhar o paralelo de minha vida de água. Neste final de semana, eu venci mais uma barreira para mim e “cravei” uma bandeira mais fundo no mar. Conquistei os -18m em apneia (mergulho só com o ar dos pulmões), me permitindo ser certificada nível 2 pela AIDA (Associação Internacional de Desenvolvimento da Apneia). Para alguns pode parecer uma pequena conquista, não tem problema, pois a métrica do sucesso é interna e, para mim, é uma conquista enorme.

Como isso aconteceu? Muito plano, muito treino, muita vontade. Uma rede de apoio (e torcedores) e uma grande mestre. Nada disso ocorria sem uma condição básica: minha decisão em fazer!! De sair de um ponto A para um ponto B de desenvolvimento e habilidades.

Um belo dia eu decidi desenvolver uma habilidade para suportar minha vida na água: a apneia. Eu sempre me achei ruim nesta habilidade e, como passo muito tempo na água e não tenho a menor intenção de colocar minha segurança em risco, fui estudar. Definido primeiro objetivo: melhorar algo que para mim era importante e eu não fazia bem. Próximo passo: como fazer? No caso, era um curso de Apneia Survivor, com uma excelente profissional na área (sim, sempre busque se desenvolver com os melhores). Qual não foi minha surpresa que eu até que era boa “nessa coisa” de apneia? Território conquistado, novas metas traçadas.

Um parêntese: talvez aqui algumas pessoas estejam pensando: “Ah, você tem tempo!!”. Bom, meu dia também tem 24h (ah como eu queria que tivesse mais). Como não tem mais, bora ser produtivo e focado para poder “fazer caber”, ou seja, foco.

Próximos passos definidos com quando, onde, como, orientado para resultados … resumindo? Metas batidas: 1º lugar categoria dupla feminina -15m no 1º Petra Dive Games. Certificação AIDA nível 2 (abaixo dos -16m) com desafio para -20m. Agora falta retomar a apneia estática as ações já estão em curso também.

Deu medo? Sim!!! Fiquei nervosa? Muito, demais, de chegar a dar câimbra de tão nervosa. Deu certo? Muito. Quero mais? C-O-M–C-E-R-T-E-Z-A!!

A entrega é medida de comprometimento e as conquistas medidas da dedicação no rumo certo. Rumo certo é definido pelo seu desejo e seu plano.

Alguns podem estar pensando, no que isso tudo tem relação com ser coach? Tudo!! Ser coach é trabalhar com o desenvolvimento de pessoas, minha missão é poder auxiliar que cada um de meus clientes sejam o melhor que podem ser. Que possam ter uma carreira, uma vida mais plena. Que possam estar em equilíbrio e felizes. Clarificar o objetivo é o primeiro passo, e para isso se consulta as paixões e valores, para se traçar o rumo. Com o curso traçado, vamos para as ações.

Aquilo que alinha nosso coração e cérebro, está em nosso foco. Permite que todas nossas escolhas levem a ações em direção a este resultado desejado. O que ocorre? O resultado acontece!! Acontece e deixa gostinho de quero mais, para poder seguir evoluindo e ser o seu melhor.

E você, está vivendo sua melhor versão? Se não está, te convido a colocar seu potencial em ação e, se precisar de um auxílio… é só chamar  😉

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Como se mostrar melhor ao mercado

Seja na busca de uma nova colocação, seja no planejamento de próximos passos de carreira, diversos itens são valorizados no mercado e potencializam muito o sucesso: preparação e autoconhecimento.

Quem se conhece, sabe onde são suas fortalezas e as utiliza melhor. Quem se prepara, consegue mostrar o que tem de melhor.18

A Rumo Coaching & Consultoria, dentro de seu programa “Potencial em Ação”, oferece diferentes soluções, uma delas pode lhe auxiliar.

Algumas soluções oferecidas:

  • Revisão de currículo (como mostrar melhor suas realizações)
  • Revisão de perfil de Linkedin (como mostrar melhor suas realizações)
  • Simulado de entrevista (português e inglês) (preparação é sempre valorizada)
  • Coaching e mentoria sobre carreira (autoconhecimento e preparação)

    Todas as ações são focadas, conduzidas por profissional com larga experiência em seleção e mundo corporativo.

potencial em ação - mercado resumo

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Carreira interna X carreira externa – onde mora a felicidade?

Ao longo de minha carreira, sempre atuei orientando e auxiliando profissionais a poderem fazer escolhas e serem mais realizados em suas carreiras.
Uma coisa que sempre me chamou atenção é a diferença entre a carreira externa e a carreira interna. Explico. Emprestando alguns conceitos utilizados por Edgar Schein, de modo breve, carreira externa é a que temos no currículo: a sucessão de cargos e ocupações, as situações externas. Carreira interna está ligada as inclinações profissionais, as motivações, a atividades que, quando realizadas, geram grande satisfação; está ligada ao significado das ações e não a títulos de cargos.
Em diversas situações, pude observar pessoas que tem carreira externa e interna em caminhos opostos. Resultado: o trabalho é um fardo pesado demais, o nível de satisfação é baixo demais. Também tive oportunidade de observar pessoas onde a carreira interna e externa estão na mesma direção. Resultado: pessoas que são muito realizadas em seu trabalho, que o vê como meio de realização, que não tem a “síndrome da segunda-feira”.
Como fazer este alinhamento? Primeiramente é necessário conhecer a carreira interna e isso é feito através do autoconhecimento e da experimentação. Não raro as pessoas mudam suas carreiras por experiências que tiveram em um trabalho voluntário, em um hobby, cobrindo as férias de um colega, em um projeto dentro da empresa onde atuou em outro papel. Ou seja, utilizaram estes espaços para experimentar, para se conhecer e, muito importante, para reconhecer o que era importante para si e assim tomar decisões de mudança, para que a carreira externa esteja alinhada com a interna.
Como coach e profissional de Gestão de Pessoas/RH, é gratificante poder observar e auxiliar diferentes profissionais a converterem seus potenciais em ação e … consequentemente … em felicidade e motivação. 🙂
Potencial em ação - energia cinetica

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