Você quer ser mandado? 95% da população quer!

rumoAposto que a maioria dos que estão lendo este título dirão que NÃO em voz alta, mas, na voz interior dirão que SIM.

SIM, a maioria das pessoas querem ser mandadas, querem que os outros tomem as decisões e as direções por elas. Diversas fontes indicam (de Napoleão Hill a pesquisas do Gallup) que 95% da população é seguidora, ou seja, quer e necessita que seja dito o que tem que ser feito e são ótimos “fazedores” em muitos casos. Não tomam as rédeas de sua própria vida. Toma sim decisões, mas dentro de um script já traçado por outro alguém … sim, os 5% restantes. Neste 5% restantes encontramos os líderes, os disruptivos, os “rebeldes com causa”, os realizadores.

Por que estou escrevendo isso? A inspiração deste artigo veio de conversas sobre o logo de minha empresa, sim, sobre o logo … conversa bem trivial né?! E uma discussão entre dizer o que as pessoas devem ou não fazer. A maioria das pessoas acha que o logo da Rumo Coaching é uma bussola, mas, na verdade, é uma rosa dos ventos. Um dia uma pessoa me perguntou:

– Mas qual é a diferença? Não é a mesma coisa?

Eu respondi:

– Não, não é a mesma coisa, estão relacionadas, mas não são a mesma coisa.

Expliquei para ela e ela me questionou (quase indignada):

– Mas você não diz para as pessoas o que elas têm que fazer?

Eu disse:

– Não! Eu auxilio elas a encontrarem o que faz sentindo para elas e não o que faz sentindo para mim, pois não sou a dona da verdade!

Mas afinal, o que é uma rosa dos ventos? Ela marca onde estão os pontos cardeais (a saber, norte, sul, leste e oeste) e suas “subdivisões”. Você provavelmente já viu um mapa ou mesmo download-12em uma praça com o desenho da rosa dos ventos. Uma bussola é uma agulha magnética que sempre aponta o norte magnético da terra. Não importa onde você esteja, ela aponta o norte. Em muitas existe o desenho da rosa dos ventos em seu interior, como uma referência visual, para que você possa alinhar a agulha com o Norte da rosa e identificar mais claramente os demais pontos para então, literalmente, tomar seu rumo.

Tá, mas onde está a relação disso com o “ser mandado” da introdução deste texto? Eu trabalho com desenvolvimento de pessoas, auxiliando em seu equilíbrio, realização profissional e pessoal, bem como tomada de decisão. Não faço isso dizendo “é assim que se faz” e sim mostrando que existem possibilidades para que a pessoa mesma decida como orientar seu rumo.

Mas não é mais fácil simplesmente dizer o que fazer? Fácil é, efetivo … não.

Aqui, mais um dado sobre desenvolvimento … segundo artigo da Harvard Bussines Review, apenas cerca de 20% a 25% de quem passa por programas de desenvolvimento realmente leva o que aprendeu para o dia a dia e faz disso algo relevante. Existem diversos fatores para isso (o artigo realmente vale a pena a leitura). Um dos grandes motivos pela baixa conversão é a falta da compreensão de porque é importante uma mudança, e antes disso ainda, para que mudar se a maioria faz assim, se sempre foi feito assim, se sempre deu resultado assim e tantas outras frases que você já deve ter escutado (e dito, porque todo mundo acaba dizendo isso … alguns as vezes …. outros … sempre).  As mesmas respostas a perguntas diferentes não trarão resultados melhores, somente piores.  Mas se foi o outro que mandou … qual minha responsabilidade?! E aqui voltamos ao ponto do início deste texto: esperar de fora para que não se tenha que mexer por dentro. Aqui novamente um paralelo entre bussola e rosa dos ventos: uma coisa é saber quais são as direções possíveis, a outra é decidir para onde se vai. Em navegação existem algumas premissas, duas fundamentais são:

– Você sempre tem que saber onde está

– Você sempre tem que saber para onde vai

 

Sem uma destas, você estará à deriva. E é impressionante o quanto muitos ficam à deriva em suas carreiras e vidas, pois ou não sabem onde estão ou não sabem para onde querem ir e, por inercia, ficam esperando que alguém os coloque em um rumo … e quando não se sabe para onde vai … qualquer caminho serve a única coisa é que não leva você para onde você quer, pois você deixou outro definir a rota por você.

Sentimento de vazio? Sentimento de inadequação? Você não está onde gostaria? Desenhe sua rosa dos ventos, pegue sua bussola e decida para onde você quer ir … venha fazer parte dos 5% que estão presentes as suas escolhas, decisões e realizados com elas 😉

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Quem sou eu? Sou Cibele Sanches, atuo na Rumo Coaching & Consultoria, onde minha missão é desenvolver e transformar pessoas e carreiras. Como faço isso? Através de ações focadas em desenvolvimento, baseadas e inspiradas em coaching e mentoria. Uso para isso meus mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, atuando em ambientes complexos e de mudanças em empresas multinacionais e nacionais.

Ah, também sou capitã amadora, então … tive que aprender sobre navegação 😉

Você pode conhecer mais sobre meu trabalho em meus canais, seja em vídeos ou em meus artigos ou mesmo os feedbacks dos clientes da Rumo.

Para saber mais e receber novidades: www.rumocoaching.com.br/contato

Obrigada por ter lido este artigo e um ótimo dia!!!

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